Coleção pessoal de Furucuto
O meu silêncio não diz que sou gigante, não diz que esqueci do passado, mas também não significa que sou covarde aos seus intentos.
A pessoa que se faz de estúpida tem algo que ela teme. Ela pode fazer tanta estupidez, mas nunca vai trair a sua alma. (CASTIGO DA FEITIÇA 2018).
O meu maior pecado é este de dormir ao teu lado e eu sem ter vontade de te amor... é este de pensar que te amo, mas sem puder te abraçar ( Castigo da feitiça 2018)
A Felicidade é uma escolha, e se tu chorares estarei presente para te rir, porque pensas que vai estar feliz, nunca irás encontrar a felicidade na dor dos outros. Furucuto 2018
Sinto que estou a crescer, quando lembro o meu passado, mas o unico problema que vou enfrentar na velhice é de não conseguir esquecer a minha joventude. Furucuto 2018
Virtualidade
Não espere de mim
O que não posso dar
Sou apenas o inicio
E a continuação da realidade
Sou apenas um sonho
Não espere de mim
O que não vai gostar
Sou apenas a maciez do teu lábio
E o amor rebelde
Sou apenas um caminho
Não espere de mim
O que não vai querer escutar
Sou apenas um silêncio
Que teu coração agride
Sou apenas um serinho
Não espere de mim
O que teu coração vai desacreditar
Sou apenas um papel sem apoio
E o amanhecer de solidariedade
Sou apenas alguém sem empenho
Não espere de mim
Porque passará tua vida chorar
Sou apenas um meio
Que torna a [felicita-idade]
Sou apenas no mapa um desenho
Não espere de mim
Uma felicidade que te farás zurrar
Sou apenas um alheio
Que não quer nada da seriedade
Sou apenas um tristonho
Não espere de mim
O que não posso outorgar
Sou apenas uma luz sem raio
E uma vida sem caridade
Sou apenas um moinho
Não espere de mim
O que não posso coadjuvar
Sou apenas um velho búzio
E a continuação da leda de ode
Sou apenas um cheirinho
Daniel Perato Furucuto
Massinga
2017
Hoje preciso dormir, reflescar a mente, repousar as vistas, descansar os pés, poupar a voz e pensar que cada dia sempre é melhor que outro. O dia de amanhã será dia de resumo de hoje, e entender qual foi o pessímo de todos.
A maior burrice que cometo na Matemática é de estar sempre a calcular as dividas que tenho sem ter nenhuma noção de como pagá-las. (Furucuto 2017).
Se um tolo disser algo, não o menospreze, não menospreze as tuas palavras, não menospreze que ele sofre. Mais busca entender, o que disser!
Vai dormir, não julgue as pessoas nem as coisas, mas quando acordar amanhã verás, que a razão só aparece depois de um burro morto
Eu nunca gostei de advogados, a maioria deles são impostois. Tentam demonstrar que 2+5=9, palhaçam a nossa mente e no fundo sabem que 2+5=(1+3)+(1+2) .
Porteiro Fantasma
Autor: DANIEL PERATO FURUCUTO
A Norma, era uma menina tão brilhante, esoberante, estravagante e toda agente admirava da sua postura, das suas atitudes, do seu modo de olhar, pois era um olhar soslaio que deixava toda a comunidade a comentar dela, meia baixinha, forte e sorridente por ai podia ter 17anos de idade.
- As boas aparências convencem todas as pessoas...é, meu amigo. Todos os dias a Norma fazia o trajecto de Escola à Casa assim vice-versa. Os jovens ficam bastante hipnotizados com o lindo visor da pequena Norma, cada um deles queria meter o seu curriculo. Os jovens preocupavam muito em conhecer o cara que namorava a Norma, mas o certo que não podia o conhecer porque ainda não estava na idade núbil para namorar.
Certo dia, apareceu na aldeia um jovem mágico que podia estar em dois meios ao mesmo tempo e de roupas diferentes. Quando a Norma saia de casa para a Escola, cruzou com Nataniel (jovem mágico), de facto aquela menina era uma Luz aos olhos, uma luz viva.
- Bom dia menina, prazer imenso de conhece-la, eu sou Nataniel vim de Bazaruto - disse o Nataniel, com tanta alegria no rosto, lambendo seus lábios e brincando com seus bigodes.
- Prazer é todo meu em conhece-lo, sou a Norma, moro ao lado esquerdo de si, logo no portão verde - respondeu a Norma, apressada com as aulas.
- mais logo conversamos, desculpa - me estou atrasada na escola - replicou a Norma olhando para o Nataniel Fixamente, e de coração irreversível e depois distanciou do rapaz.
- Como encontra-la novamente...! pensou o Nataniel, ficou estático pensando numa coisa que ele mesmo tinha solução. Resolveu embusca-la, ficou na mesma posição até que a Norma voltou da escola e encontrou ele parado naquele local, enquanto já estava em outro lugar.
- Hei...! Que se passou consigo ainda está aqui parado?!
- Não dá tanto valor nisso, era antes de conhecer menina tão linda como você, quando foi embora não consegui mais movimentar daqui, de repente fiquei imóvel - respondeu o Nataniel.
- Se você diz isso, então que fará agora, vai continuar ai parado, estático como se tivesse morrido de pé?
- Se quiser me ajudar para sair daqui, vou lhe pedir que aproxime aqui e toque no meu braço esquerdo e vai para casa. A Norma, tocou lhe o braço esquerdo e foi para casa. O Nataniel desapareceu do lugar, quando a Norma chegou à casa, deixou a pasta e voltou onde estava conversar com Nataniel para ver, se o jovem continuava parado no local. - Ah...! Rapaz mimado- murmurou a Norma, quando viu que o rapaz já não estava no local. Voltou para casa, antes de chegar no Portão, o portão abriu-se, ela ficou assustada e convenceu-se que nada havia acontecido. Ao chegar na porta do seu quarto, a porta abriu-se sozinha e entrou. Todas as vezes que ela quiser sair ou entrar a porta abria-se e fechava sozinha. - que Maravilha, quase todas as portas de casa já sabem que eu quero entrar ou sair, abrem e fecham-se, sem precisar de eu empurrar ou fechar.
Mais as coisas viravam um pesadeiro para ela, como isso sómente podia acontecer com ela e não com os outros membros restantes de casa, conversou com os pais se haviam feito algo com ela para isso acontecer, os pais disseram que não fizeram nada a respeito. Na mente dela, não se lembrava mais de Nataniel.
Um dia quando saia da Escola, como de costume o portão abriu-se e viu uma carta com um presente no portão, eram flores num vaso bonito e a carta dizia: - Oi Norma. Acho que está muito preocupada com tudo que acontece nos ultimos dias, mas não se preocupe que logo vai me conhecer, lembre-se que agente vive em dois mundo de fantasia e real, não procura julgar cada coisa que acontece na vida, senão será mais infeliz. Para terminar a minha escrita, vi - lhe dizer que você é Maravilhosa, se conseguiu encantar meu coração, então consegue lembrar de mim Norma, você não está viver fantasia, mas uma realidade, não sei dizer que amo-lhe, mas meu coração encantou - se por si. Beijos até logo Norma. A menina pegou as flores e correu para o seu quarto muito nervosa, chateada, e as lágrimas enchiam os catetos das suas sobrancelhas, não parava de reler a carta.
Contou para os seus pais, estes disseram que não é possivel que isto aconteça sem ela conhecer o sujeito que está a fazer isso. contou para as amigas, também disseram o mesmo, que ela estava lhes manipular, sabe perfeitamente quem está fazer isso.
- Descobri que há coisas estranhas que podem acontecer conosco, mas as pessoas não acreditam, pensam que está tudo bem...é, não pode estranhar disso.
A menina já estava traumatizada, ninguém acreditava no que ela dizia, os pais levaram ela para estar com os avós em Inharrime.
A história não mudou, sempre que quisesse sair a porta abria e fecha sem ela tocar. Não é possivel fugir um mágico, Nataniel estava a viver com ela todos os dias.
- Olha a beleza atrai muita coisa, não se difere com limalhas de ferro e íman.
A Norma estava descansar na cama, quando acordou viu uma carta, dois âneis de ouro, um par de brinco de ouro e uma bolsa na sua cabeceira, a carta dizia: - Eu devo estar a entender o que está acontecer consigo Norma, não quero fazer lhe chorar todos os dias, aliás, devo me culpar por si, é verdade estou a usar um meio tão complexo para chegar perto de si, você me conhece, não faz nada, deve usar o que estou lhe entregar, não procure a felicidade, nos lugares onde sabe que não irá lhe alcançar, viajou para cá sem me dispedir, entendo tudo isso, na vida tudo acontece, se conseguisse explicar como surgiu o mundo, conseguiria prever o seu futuro, o que existe no mundo apenas são corpos celestiais. Amanhã venha me conhecer na estrada que desvia para a sua casa, logo na madrugada, e estou a lhe pedir para não comentar isso com alguém.
- O medo, curiosidade e ânsiedade são três coisas que se contradizem. A Norma estava curiosa em conhecer o tal individuo que somente conhecia por meios de cartas e fantasias, ao mesmo tempo estava com medo e ânsiosa. - O medo vence tudo que quer acontecer. Ela não conseguiu ir no sitio combinado, Nataniel ficou parado durante toda a madrugada e não viu alguém chegar. Ele sabia que a Norma estava com Medo e também curiosa em conhece-lo.
Enviou-lhe uma voz dizendo: - Se o mal quiser acontecer, não escolhe o lugar, mesmo aqui onde está pode acontecer o mal, por isso não tenha medo na vida, a condição principal para você morrer é preciso estar viva. Venha agora no lugar que eu disse estou a tua espera. Ela saiu do quarto correndo como se estivesse desorientada até aquele lugar, não encontrou alguém, de repente um som esqueiroso disse: - bravo menina...! Sou Nataniel lembra de mim? Viu o jovem aproximando dela, não acreditou no que via e disse:
- passei minha vida bestial, mal que lhe conheci naquele dia eu fiquei sem valor por culpa sua desgraçado...!
- Quís lhe mostrar que a vida não passa duma invensão do homem, as vezes pode viver o que as pessoas querem...e não o que você quiser.
- Porque foi tão grosseiro comigo assim Nataniel, será que lhe fiz mal?
- Nada disso Norma, so vim aqui para lhe pedir em casamento, a sua resposta independe do seu futuro, não tenha medo de dizer o que quiser.
- Antes responda a minha pergunta, porque foi tão grosseiro comigo...o que lhe fiz de errado?
- Brincadeira...! Mas um dia será rica, terá uma casa propria, terá carros, pensões, tudo de bem e não precisará nada de alguém, vou fazer isso por você.
Tudo parencia um sonho, Nataniel foi embora, e ela viu o tal luxo em sua volta.
Massinga
2017/04/02
A sinonimia do Amor
Sinto Tua felicidade dentro do meu peito
Deliberando prazeres em cada momento
Fico cada vez mais sem jeito
Te quero hoje, amanhã por intento.
Procuro em ti o sentido do meu amor
Quando a carempa da pequena dor
Delibera vontade. Sinto horror
Voando e pairando do meu lado incolor
Sinto tua mira em cada parte de mim
Todo teu perfume espalhado no capim
Endoidecido entre rebolos no jardim
Cambeleando Como o teu querer. Assim
Levo o rumo ao espetáculo impecável
Com significado inresumivel
Da tareia do existe doçurável
Na tua tísica moderna e credível
O sinonimo desse amor está aqui
Entre tu e eu. Somos daqui...!
Daniel Alfândega Perato Alfândega
05/04/2016
Beira
A PAR[TE] DO CORAÇÃO
Nunca quís ser
Ser o que se revela no coração
Daoutra parte que julgo ser
Se vazei a verdade. De facto não!
Não por legitima paixão
Não sei se'la estara em mim
Em qualquer canto indefinido
Em qualquer momento indisculpavelmente. Em qualquer lugar de tanta felicidade
Que não se sinta a vulnerabilidade
Nunca quís ser
A serenata, por um poder
Amoroso que leveza esta imperfeita razão
Está escrito naoutra parte do coração
Por legitima vontade duma tentação
Que me destrói nos olhos leviticos.
Pobre fraternidade dos românticos
Choram
Gritam
Encantam as Donzelas
Por amar hipocritamente
E faz sorrir a escrava sortuda
E entristesse o coração descontente
Não quero ser o que o coração revela
Está escrito naoutra parte do coração
Não se sente o que nos trai
Mas quebra por completo o ser
Pobre coração que julga saber amar
E que de facto tem k-ésimos gostos
Está escrito naoutra parte
Que essa história é estranhante
Um amor por intento
Que quando o intuito diverge
Entristesse o coração contente
A outra parte do coração
Diz que tu não amas
Só acaútela as tuas emoções
Se amas...!
Então enganas-me!
Enganas a obra prima dos sentimentos
Que vergastamos!
Está escrito no fundo do teu coração
Que tudo é engraçado!
Quando a uma mulher o homem diz;
"Te amo de infinitas vezes"
A outra parte contradiz
Que coração é esse!
Que nos engana até mesmo na cama
Que não nos ama e até nos chama
Não se sente o que nos trai
Só devasta a nossa felicidade
Não quero ser o que o coração disser
Daniel Alfândega Perato Alfândega
Beira
Todos aqueles que recolhecem os seus erros e os crimes que comentem. Em alguma parte dos seus pensamentos há uma justiça.
