Coleção pessoal de diegoferrariterapia
Como parar de me entregar com tamanha intensidade para as pessoas que não merecem?
O primeiro passo para isso é dedicar mais de si para si mesmo(a) . É ter mais compreensão, paciência e carinho consigo.É oferecer mais energia, atenção e dedicação a si. É aprender a admirar, celebrar e ser grato(a) pelas próprias qualidades. É reconhecer e consentir os próprios defeitos, e cuidar para melhorá-los com o mesmo carinho com o qual você cuidaria da coisa mais importante da sua vida (afinal, você é).
Quando estiver seguro(a) e firme ao lado de si mesmo(a), você facilmente afastará da sua vida pessoas que não merecem sua dedicação.
Minha dor é parte do remédio necessário diante da atual evolução do meu ser. Poderei ser amado, amparado, receber toda compaixão, mas o tratamento é exclusivamente meu.
Quantos pensamentos negativos que consumiram boa parte da sua energia de fato se concretizaram? E quanto da sua energia você já doou a seus sonhos? Não há extensão para os seus sonhos, quando você confia que tudo é possível.
As renúncias da vida são as ações mais corajosas por nossos sonhos. Pois nada chega em nossa vida se a gente não abrir espaço para que o novo se firme.
O nosso apego, inclusive aos sentimentos de menor vibração, embaraça a conquista de algo que está tão perto, mas não se consolida pela força contrária que estamos exercendo. Muitas vezes, por culpa pelo sentimento de não ser merecedor.
Que todos nós possamos, então, encontrar no amor imaterial do tempo e das coisas, a força para abrir mais espaços em nossa vida.
Se fala tanto em plantar, que esquecemos da importância de cultivar. Nossa terra pode já ter mais sementes do que seria necessário, mas ainda queremos plantar para ter o resultado do outro que já cultiva há décadas.
A formação do eu continua, não importa se já estamos exercendo a maturidade genuína: a caminha – ainda bem – é infinita.
Se ninguém gosta de fofoca, por que ela ainda existe?
As pessoas narram que não gostam de fofoca. Na prática, a maioria venera. Quando você estuda comportamento há muito tempo, como eu, isso fica bem claro.
As pessoas narram coisas completamente diferentes daquilo que, de fato, fazem em suas vidas.
É como a inveja: a maioria de nós já se sentiu invejada, mas quase ninguém admite ser invejoso.
No entendimento científico atual, o desejo pela fofoca é um recurso para obter informações sobre outras pessoas do nosso grupo. Isso ocorre de maneira inconsciente. As pessoas simplesmente gostam de fofoca.
Mas esse desejo inconsciente foi útil para a sobrevivência dos nossos ancestrais, pois nos ajudou a saber quem era amigo, inimigo, potencial parceiro(a) amoroso etc. Somos uma espécie profundamente social.
Um dia aprenderemos que a felicidade está no processo da conquista.
O ponto de chegada é a conclusão do sonho, que existe desde o primeiro passo e tem o seu real sabor nas etapas diárias.
O sentimento de dor causado pela incompreensão é algo inteiramente nosso: expectativa do externo, o imponderável, atender o ego.
Preencher bem nossas horas é um gesto de gratidão à vida.
Movimentando as energias no curso do nosso íntimo, vivendo abençoado experiência terrena. Buscando aprender de maneira permanente, através das limitações do corpo, uma escola infinita de aprendizagem.
Por isso, os obstáculos quando encarados com aceitação e gratidão, encontram a energia sublime mesmo no momento de dor. Primordial para nos preparar para vivermos nossos sonhos.
Cada pequeno contato é um fragmento emocional que, inconscientemente, você busca para tentar satisfazer o vazio deixado pela ausência da pessoa.
Uma outra maneira, pelo bem, vai se desenhar em seu coração. Porque a única vitória eterna é aquela construída com serenidade e o amor universal.
Evitamos muitas buscas e descobertas em nossa vida por medo do que podemos encontrar. Mas batalhar por esse conhecimento que não está na superfície é menos doloroso do que viver dias sem sentido, dias sem vida. E ter sentido muda absolutamente tudo em nossa existência. Por isso não deixe de sonhar e ter disciplina, os dois maiores remédios para a alma.
Por que as pessoas não gostam de gente "boazinhas" demais?
Isso não é verdade. As pessoas adoram quem é bonzinho demais.
E sabe quem mais adora? Narcisistas, folgados, abusadores e psicopatas — afinal, é muito mais fácil cruzar a linha do respeito com quem é bonzinho demais do que com quem sabe ser firme e impor respeito.
Ser uma boa pessoa é importante. Mas saber quando é necessário ser firme também é.
Por que as pessoas gostam de cuidar da vida alheia?
Quem dedica seu tempo a melhorar a si próprio, não tem tempo para cuidar da vida alheia.
O interesse exagerado pelos outros também pode estar relacionado a um desprazer com a própria vida. Quem se interessa muito pela vida do outro pode estar sentindo carência de algo.
O cérebro humano é intensamente social. Nada interessa ao cérebro saudável mais do que pessoas. Pare para pensar: quantos % de todos os seus pensamentos diários são sobre outras pessoas? A maioria, certamente. Isso é natural.
O problema é que tem gente que transforma esse interesse natural em uma forma de viver. Pessoas assim usam tanta energia para “cuidar” da vida de outras que não lhes resta energia para cuidar da própria vida. Com isso, a vida dessas pessoas costuma ficar estagnada. É uma forma de viver autodestrutiva e deprimida.
As críticas sempre vão nos educar de uma maneira reservada.
Muitas delas têm informações preciosas, que nós mesmos gostaríamos de ter acesso para a nossa evolução. Outras já nos educam que os bons, improvavelmente, consomem o seu tempo para poder assinalar o erro do outro.
E que devemos saber quando o silêncio é a melhor das respostas, e que precisamos exercer a compaixão com quem esquece de si para cuidar da vida do outro.
Siga com a sua veracidade interna baseada sempre no bem universal.
Houve um tempo em que você não sabia tudo o que sabe hoje. Lembre-se disso ao lidar com outras pessoas.
Tenha mais carinho e empatia com aqueles que ainda não conseguiram aprender aquilo que você gostaria que soubessem.
Falar tudo o que pensa e sente é sempre a melhor alternativa?
Ser sincero é uma excelente característica, mas é importante, também, que se tenha bom senso na hora de usar a sinceridade.
Ao se comunicar com outro ser humano, é importante considerar o que a pessoa precisa ouvir — e não apenas o que você deseja falar.
A falta de empatia ocorre, com frequência, porque falamos aquilo que queremos dizer, mas não o que a pessoa precisa ouvir.
Quero mudar as coisas, mas, tenho muita dificuldade de abrir mão para conseguir outra.
Toda ponte que atravessamos deixa algo para trás. Todo caminho escolhido significa abandonar muitos outros.
Se você não tem coragem de abrir mão de algumas possibilidades, dificilmente conquistará aquilo que realmente deseja para si.
Quem não sabe dizer adeus dificilmente constrói a vida que almeja.
A vida nos ensina inúmeras vezes antes da dor ser necessária.
Toda emoção tem o seu papel. A raiva, por exemplo, pode ser tóxica e autodestrutiva. Mas ela pode, também, indicar uma indignação imprescindível, para que você para de tolerar algo que não deve ser tolerado.
O equilibro e a conquista da liberdade emocional, é não viver refém das dores e de emoções que estagnam.
