Coleção pessoal de davilimagunther

1 - 20 do total de 120 pensamentos na coleção de davilimagunther

pôr do sol, sua pele brilha como ouro
e eu não sou de esconder um tesouro,
pois chegar até ele era como se fosse atingido por um pelouro:
entrando dentro de você como um estouro.
na sua cama deixei de ser calouro.

meus sentidos descobriram que te amar é perigoso,
nossas carícias ultrapassam um beijo no rosto,
longe de você é como sair das férias e chegar em agosto.

em novela somos a melhor trama,
te curo bebendo cada lágrima que você derrama,
foge de todos os teus programas,
nem sempre precisamos marcar as alternativas corretas,
comigo cê pode contar as suas falhas secretas.

a gente senta na calçada,
aprende as constelações das estrelas
conversando com nossos signos,
passeando por todos os planetas,
pintando o céu todos os dias com nossas próprias paletas.

Para eles, é melhor deixar morrer,
o rio secar, o amor de verdade
ir embora e nunca mais voltar.
os beijos e abraços que nunca vão rolar.
O fim do mundo que em toda televisão
vai passar.
E todo mundo correndo para se abraçar
só por que o mundo vai acabar.

não vou jogar essa culpa em você.
a vida não se resolve tão fácil
como uma novela clichê,
porque eu sei que até você lutava contra teu próprio ser.

tá doendo tanto,
que você nem consegueria imaginar
o tanto que eu te amava,
por mais que não dê pra contar
as tantas vezes que eu te falava.

sempre que eu chorar, vou lembrar
daquilo que ninguém poderia imaginar,
que o nosso vício sempre foi se amar.

quando chegou a tua ressaca,
no hospital, naquela maca.
quando veio a notícia que me desabou,
um forte silêncio me cortou.
vai ser difícil aguentar.
mas sempre que eu chorar, vou lembrar
daquilo que ninguém poderia imaginar,
que o nosso vício sempre foi se amar.

nós somos tão um do outro
que eu queria que você vivesse mais um pouco.
por aqui, tá vazio.
restou só eu e os nossos frutos que o frio cobriu.

NOSSO VÍCIO

depois de qualquer outra dependência,
a nossa maior, era se amar.
estranho era tentar te ajudar de todas as formas
e você nunca conseguir largar.
mas não, não vou jogar essa culpa em você.
a vida não se resolve tão fácil
como uma novela clichê,
porque eu sei que até você lutava contra teu próprio ser.
tá doendo tanto,
que você nem consegueria imaginar
o tanto que eu te amava,
por mais que não dê pra contar
as tantas vezes que eu te falava.
vou estar contigo para todo sempre,
por mais que agora,
eu não possa segurar a tua mão
como eu segurei
quando você estava no chão.
poderia te cuidar quantas vezes for necessário,
pois pra mim, o significado de amor
era estar ao teu lado.
sei que esses vícios não são fáceis de largar,
você sabe que eu passo por algo similar.
nós somos tão um do outro
que eu queria que você vivesse mais um pouco.
por aqui, tá vazio.
restou só eu e os nossos frutos que o frio cobriu.
foi quando você lembrou do meu nome,
quando eu pedi para você me olhar,
quando chegou a tua ressaca,
no hospital, naquela maca.
quando veio a notícia que me desabou,
um forte silêncio me cortou.
vai ser difícil aguentar.
mas sempre que eu chorar, vou lembrar
daquilo que ninguém poderia imaginar,
que o nosso vício sempre foi se amar.

um dia, voltarei a sentir o cheiro do sal
querendo te ter em cada prazer carnal,
enquanto isso ainda seja parte do seu encanto
e quero te mostrar que só o rosto parece ser de santo.

quanto mais eu te olho, mais a minha mente anseia
e por baixo da roupa, meu sentido bombeia.

o sol não te quer mais que eu,
ele brilha na tua pele granulada de areia
mas em mim, ele incendeia.
entre suas curvas, um instigante papo de sereia.

a cada mergulho, se tornava uma deusa do mar,
essa era a sua intenção? me provocar?
mal você se despiu da água salgada
e minha bermuda rapidamente palpitava.
essa não é a hora, não poderia ser,
mas esse calor praiano só me enlouquece de prazer.

ela me observou profundamente com o seu olhar dissimulado em busca de conforto.
deixou a roupa na areia e correu para o mar apenas vestida com o seu corpo.
de desejo, você queria me deixar morto.

SEREIA

ela me observou profundamente com o seu olhar dissimulado em busca de conforto.
deixou a roupa na areia e correu para o mar apenas vestida com o seu corpo.
de desejo, você queria me deixar morto.
a cada mergulho, se tornava uma deusa do mar,
essa era a sua intenção? me provocar?
mal você se despiu da água salgada
e minha bermuda rapidamente palpitava.
essa não é a hora, não poderia ser,
mas esse calor praiano só me enlouquece de prazer.
o sol não te quer mais que eu,
ele brilha na tua pele granulada de areia
mas em mim, ele incendeia.
entre suas curvas, um instigante papo de sereia.
quanto mais eu te olho, mais a minha mente anseia
e por baixo da roupa, meu sentido bombeia.
já são incontáveis as vezes que você passou pelo meu banheiro
e virou o motivo do meu alívio,
mesmo que você não saiba disso desde o início.
mas um dia, voltarei a sentir o cheiro do sal
querendo te ter em cada prazer carnal,
enquanto isso ainda seja parte do seu encanto
e quero te mostrar que só o rosto parece ser de santo.

ele ama nós dois,
mas não sei se juntos ou separados
na sua cama, na cama de vocês
que já tem o formato dos nossos corpos moldados
entre os lençóis dobrados.

bonezin pra trás e um sorriso maldoso,
me olha no pé da cama e me chama de gostoso
mas sabe que eu já sei disso,
nunca se esqueça que eu sou o dominador e ele é o seu submisso.

já avisei pra ele te dizer que você é um sonho bom,
sua boca me deixa sujo de batom,
bonezin pra trás e um sorriso maldoso,
me olha no pé da cama e me chama de gostoso
mas sabe que eu já sei disso,
nunca se esqueça que eu sou o dominador e ele é o seu submisso.