Coleção pessoal de danmelga

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Você pode ter algo de extremo valor em mãos, mas se não souber usar, o mesmo se tornará inútil.

Alguma de minhas metas na vida é tornar-me importante. Mas não no sentido de ser famoso, e sim no sentido de quando alguém precisar, eu estar lá para ajudar.

No amor, é imprudente quem faz muito o bem, e sensato demais quem pratica um pouco de 'mal'.

Se for para fazer algo, faça enquanto você ainda tem forças. Deixar para depois, poderá fazer com que os obstáculos fiquem mais fortes que você.

Não quer dizer que você não errou só porque não teve sentimento de culpa.

Suponhamos que a felicidade seja dormir; você terá vários cochilos durante a vida, mas apenas dormirá de fato se estiver com muito sono.

Às vezes só será possível descobrir o caráter real de uma pessoa, quando seu relacionamento com ela der errado.

O amor, carinho, afeição, alegria, paixão (...) são imortais e imutáveis. Sentimentos bons nunca morrem, apenas adormecem.

Há um vírus infectando o planeta, chama-se: ser humano.

As pessoas geralmente simpatizam-se por idade.

De que adianta ser solidário se as pessoas são ingratas?

Faça tudo certo e terá sua recompensa; mas caso você erre uma vez que seja, prepare-se para seu julgamento.

Eu prefiro a felicidade duradoura. Desesperar-se para ser feliz por meios fáceis, jamais nos trará a verdadeira felicidade.

As mínimas brechas de luz é que me fazem querer continuar caminhando nessa escuridão.

Quando eu não puder mais pensar, o que sobrará de mim serão os meus textos.

Meu desabafo são os textos que eu crio, as frases que eu penso. Não há forma mais prazerosa ao fazer isso.

Nós morremos muitas vezes durante a vida. Morremos ao perder um parente próximo ou algo de extremo valor. Morremos ao nos decepcionarmos, ao sermos traídos, desvalorizados, esquecidos, trocados. Mas essa morte é a morte do nosso interior, a morte dos sentimentos. Com certeza é uma morte pior do que a morte biológica propriamente dita. São mortes que apresentam fins antagônicos, ao mesmo tempo em que a morte biológica é a libertação, a morte do interior é o aprisionamento, o fechamento de si mesmo. Onde a tristeza e o sofrimento parecem ser infinitos, o tempo começa a passar mais devagar, a esperança deixa de existir. Por mais que pareça contraditório, um vazio enorme passa a preencher nosso interior, é um sofrimento que aparenta não ter fim. Apesar de tudo, existem duas consequências: ou você superará esquecendo, seguindo em frente, ou a frieza passará a fazer parte de você. No primeiro caso, isso servirá de fortalecimento para você mesmo, nada como a vida não consiga ensinar. Mas no segundo caso, poderá tirar o sossego das pessoas que te amam, e até magoá-las sem que seja a real intenção. O que todos queremos, é ver as pessoas que amamos felizes. Quando alguém que amamos torna-se frio, seja lá por qualquer motivo, isso nos atinge de alguma forma. Tudo que passamos durante a vida serve como aprendizado, são provas que desde nosso nascimento estávamos suscetíveis a enfrentar. Não há nada que o tempo não cure, às vezes inicialmente podemos discordar dessa ideia, mas posteriormente veremos que tudo não passou de um mero fortalecimento para nós mesmos. Qualquer exagero de otimismo, pessimismo ou realismo, fará com que fiquemos presos a um falso pensamento. Otimismo demais nos leva a uma fantasia, onde qualquer coisa muito ruim nos tornará pessimistas. Pessimismo demais nos leva a uma visão decadente, onde qualquer coisa muito boa nos tornará otimistas. Já o realismo, podemos dizer que nos leva a uma visão parcial de otimismo e pessimismo juntamente. Portanto, devemos prezar por doses moderadas de realismo, jamais exageradas. Qualquer exagero de uma dessas escolhas nos resultará no fracasso e no aprisionamento mental. Contra nossa vontade, os sofrimentos no nosso interior são pesadelos que vivemos enquanto acordados, e são mortes que sentimos enquanto vivos.

Nos dias de hoje, o improvável tornou-se o comum.

A música é uma das formas mais lindas de nos libertarmos de nós mesmos.

Decepção mata mais que dedo no gatilho.