Coleção pessoal de colecionar2123

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E juro que vou guardar
Dentro do coração
Os segredos da paixão
Basta um sorriso ou um aceno
Um abraço e teu veneno
Meu pedaço de ilusão

O meu coração hoje tem paz
Decepção ficou pra trás
Eu encontrei um grande amor
Felicidade, enfim, chegou

Já me fiz a guerra (me leva amor)
Por não saber
Que esta terra encerra
Meu bem-querer (amor)
E jamais termina
Meu caminhar (me leva amor)
Só o amor me ensina
Onde vou chegar (por onde for quero ser seu par)

É o teu castigo
Brigou comigo
Sem ter porquê
Eu vou festejar
Vou festejar
O teu sofrer
O teu penar

Vim, tanta areia andei
Da lua cheia eu sei
Uma saudade imensa
Vagando em verso eu vim
Vestido de cetim
Na mão direita, rosas
Vou levar

Tristeza
Por favor, vá embora
Minha alma que chora
Está vendo o meu fim

Fez do meu coração a sua moradia
Já é demais o meu penar
Quero voltar àquela vida de alegria
Quero de novo cantar

Charmosa
Tão dengosa
Que só me deixa prosa
Tesouro
Vale ouro
Agradeço a Deus porque lhe fez

Você vale ouro todo o meu tesouro
Tão formosa da cabeça aos pés
Vou lhe amando, lhe adorando
Digo mais uma vez
Agradeço a Deus porque lhe fez

Ô, coisinha tão bonitinha do pai

Você pagou com traição, a quem sempre lhe deu a mão.

A chuva cai lá fora
Você vai me molhar
Ja lhe pedi, não vai embora
Espere o tempo melhorar
Até a propria natureza,
Está pedindo pra você ficar

Atenda o apelo desse alguém que lhe adora
Espere um pouco
não vá agora

Você ficando vai fazer feliz um coração
que está cansado de sofrer desilusão

Espero que a natureza
faça você mudar de opinião

(…) o que me faz correr é sempre o mesmo, uma vontade de saber mais e o de deixar contado às pessoas, nos livros, sabe. Deixar nos livros aquilo que se descobre, porque um livro, com o que contém, pode ser uma fortuna eterna (…)

O toque de alguém, dizia ele, é o verdadeiro lado de cá da pele. Quem não é tocado não se cobre nunca, anda como nu. De ossos à mostra.

Eram, tanto quanto possível, os felizes. Porque a felicidade não se substituía ao resto, a felicidade acumulava-se. Era do acumulado do que se fez que se podia alcançá-la.

Amar era feito para ser uma demasia e uma maravilha.

Todos nascemos filhos de mil pais e de mais mil mães, e a solidão é sobretudo a incapacidade de ver qualquer pessoa como nos pertencendo, para que nos pertença de verdade e se gere um cuidado mútuo. Como se os nossos mil pais e mais as nossas mil mães coincidissem em parte, como se fôssemos por aí irmãos, irmãos uns dos outros. Somos o resultado de tanta gente, de tanta história, tão grandes sonhos que vão passando de pessoa a pessoa, que nunca estaremos sós.

Pensou que o rapaz tinha ido embora diferente dela. Não podia ser que o amor tornasse as pessoas diferentes assim, a menos que não fosse amor nenhum.

O amor era uma atitude. Uma predisposição natural para se ser a favor de outrem. É isso o amor. Uma predisposição natural para se favorecer alguém. Ser, sem sequer se pensar, por outra pessoa.

Pensava que quando se sonha tão grande a realidade aprende.

Descubro cada vez mais que o paraíso são os outros. Vi num livro para adultos. Li só isso: o paraíso são os outros. A nossa felicidade depende de alguém. Eu compreendo bem.