Coleção pessoal de chemiral
Acredito que o que escrevo é uma forma de exaltar e defender a dignidade e a cidadania, que nos estão roubado
dia-a-dia, sorrateiramente, impiedosamente.
Sem elas, o que nos restará?
Shakespeare nos responde:
'Dignidade, dignidade, dignidade, roubaram a minha dignidade, a parte imortal de mim mesmo, e o que resta é bestial.'
Pessoas existem que não passam de fantoches nas mãos de suas mediocres convicções, que, felizmente, não se transformam em atitudes.
Acredito que certas pessoas nascem com uma natureza cruel, com uma inclinação para o mal,
que aproxima-se da desumanidade completa.
Entre estas estão certos políticos, os violentos,
os hipócritas, os mentirosos, os egoístas,
os capitalistas e outras espécies humanas repugnantes,pois representam a perversidade em estado puro, o contrario da civilização.
A impunidade se faz tão latente na raça humana, que acabou virando uma cultura muito praticada por aqueles, cuja audácia, sobrepuja a dignidade, a ética e o caráter.
Eficiência do poder público, transparência e liberdade de imprensa - especialmente de imprensa - são remédios para a construção de sociedades prósperas e de elevados padrões éticos.
A ética e a moral devem ser a defesa radical da sociedade e transparência no trato do dinheiro público, bem como a defesa incondicional dos interesses da maioria excluída.
Há bem poucas esperanças de se resolverem
tantos problemas relevantes
a menos que se volte à plena
observância das normas éticas.
Nos Anos de Chumbo eramos torturados nos Porões da Ditadura. Hoje somos torturados através do sistema de Saúde precário, da educação deficiente, da falta de segurança...
A fé é uma substância imaterial que penetra no metabolismo espiritual, e se transforma em energia interior, capaz de atingir o transcendental.
Eu acredito em mim mesmo,
porque me vejo com bons olhos
quando faço uma retrospectiva
das minhas obras.
O ovo da frustração nacional
é chocado por galinhas que
se agacham na palha pútrida
do comodismo fácil.
Ai daqueles e daquelas, entre nós, que pararem com a sua capacidade de sonhar, de inventar a sua coragem de denunciar e de anunciar. Ai daqueles e daquelas que, em lugar de visitar de vez em quando o amanhã, o futuro, pelo profundo engajamento com o hoje, com o aqui e com o agora, ai daqueles que em lugar desta constante viagem ao amanhã, se atrelem a um passado de exploração e de rotina.
