Coleção pessoal de chemiral

3461 - 3480 do total de 4581 pensamentos na coleção de chemiral

Toda a forma de arte é uma tentativa para racionalizar um conflito de emoções no espírito do artista.

Se o tempo envelhecer o seu corpo, mas não envelhecer a sua emoção, você será sempre feliz.

Não somos responsáveis pelas emoções, mas sim pelo que fazemos com as emoções.

Ser Homo é fácil. Quero ver ser Sapiens!
Deixo aqui meu apelo: tentem fazer jus à espécie.

“Quem espera sempre alcança”: um grande paradoxo visto que quem espera - normalmente - não se move.

Negros, bêbados e ladrões.
Negros são os olhos de Maria.
Bêbados de amor
E ladrões de simpatia.

Ao lidar com pessoas, lembre-se de que você não está lidando com seres lógicos, e sim com seres emocionais.

Você nunca alcança o sucesso verdadeiro a menos que você goste do que está fazendo.

Os maiores êxitos profissionais devem-se à habilidade para dirigir as pessoas.

Eis a natureza humana em ação, o culpado culpando todos menos a si mesmo.

Muitas das coisas mais importantes do mundo foram conseguidas por pessoas que continuaram tentando quando parecia não haver mais nenhuma esperança de sucesso.

A felicidade não depende do que você é ou do que tem, mas exclusivamente do que você pensa.

A melhor maneira de nos prepararmos para o futuro é concentrar toda a imaginação e entusiasmo na execução perfeita do trabalho de hoje.

As fronteiras da minha linguagem são as fronteiras do meu universo.

"A música pode fazer pela alma o que nenhuma atividade perceptível aos sentimentos pode realizar."

Há pessoas que observam as regras de honra como se vêem as estrelas: de longe.

Arrisque-se! Toda vida é um risco. O homem que vai mais longe é geralmente aquele que está disposto a fazer e a ousar. O barco da 'segurança' nunca vai muito além da margem.

Se eu vi mais longe, foi por estar sobre ombros de gigantes.

Estado, chamo eu, o lugar onde todos, bons ou malvados, são bebedores de veneno; Estado, o lugar onde todos, bons ou malvados, se perdem a si mesmos; Estado, o lugar onde o lento suicídio de todos chama-se – “vida”!
Olhai esses supérfluos! Roubam para si as obras dos inventores e os tesouros dos sábios; “culturas” chamam a seus furtos – e tudo se torna, neles, em doença e adversidade!
Olhai esses supérfluos! Estão sempre enfermos, vomitam fel e lhe chamam “jornal”. Devoram-se uns aos outros e não podem, sequer digerir-se.
Olhai esses supérfluos! Adquirem riquezas e, com elas, tornam-se mais pobres. Querem o poder e, para começar, a alavanca do poder, muito dinheiro – esses indigentes!
Olhai como sobem trepando, esses ágeis macacos! Sobem trepando uns por cima dos outros e atirando-se mutuamente, assim no lodo e no abismo.
Ao trono, querem todos, subir: é essa a sua loucura. Como se no trono estivesse sentada a felicidade! Muitas vezes, é o lodo que está no trono e, muitas vezes, também o trono no lodo.
Dementes, são todos eles, para mim, e macacos sobre excitados. Mau cheiro exala o seu ídolo, o monstro frio; mau cheiro exalam todos eles, esses servidores de ídolos!
Porventura, meus irmãos, quereis sufocar nas exalações de seus focinhos e de suas cobiças? Quebrai, de preferência, os vidros das janelas e pulai para o ar livre!
Fugi do mau cheiro! Fugi da idolatria dos supérfluos!
Fugi do mau cheiro! Fugi da fumaça desses sacrifícios humanos!
Também agora, ainda a terra está livre para as grandes almas. Vazios estão ainda para a solidão a um ou a dois, muitos sítios, em torno dos quais bafeja o cheiro de mares calmos.
Ainda está livre, para as grandes almas, uma vida livre. Na verdade, quem pouco possui, tanto menos pode tornar-se possuído. Louvado seja a pequena pobreza!
Onde cessa o Estado, somente ali começa o homem que não é supérfluo – ali começa o canto do necessário, essa melodia única e insubstituível.
Onde o Estado cessa – olhai para ali, meus irmãos! Não vedes o arco-íris e as pontes do super-homem?

~ Soneto 29 ~

Quando, malquisto da fortuna e do homem,
Comigo a sós lamento o meu estado,
E lanço aos céus os ais que me consomem,
E olhando para mim maldigo o fado;

Vendo outro ser mais rico de esperança,
Invejando seu porte e os seus amigos;
Se invejo de um a arte, outro a bonança,
Descontente dos sonhos mais antigos;

Se, desprezado e cheio de amargura,
Penso um momento em vós logo, feliz,
Como a ave que abre as asas para a altura,

Esqueço a lama que o meu ser maldiz:
Pois tão doce é lembrar o que valeis
Que está sorte eu não troco nem com reis.