Coleção pessoal de chemiral

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A vida intelectual é a busca pela infantilidade pela fuga às responsabilidades que temos ao viver a realidade.

Os homens são animais muito estranhos: uma mistura do nervosismo de um cavalo, da teimosia de uma mula e da malícia de um camelo.

A experiência não é o que nos acontece; é o que fazemos com aquilo que nos acontece.

Os fatos são como os bonecos dos ventríloquos. Sentados no joelho de um homem sábio articularão palavras de sabedoria; noutros joelhos, não dirão nada ou dirão disparates, ou comprazer-se-ão em puro diabolismo.

Há um único recanto do universo que podemos ter certeza de melhorar: o nosso próprio eu.

As paródias e as caricaturas são as formas mais agudas de crítica.

O silêncio está tão repleto de sabedoria e de espírito em potência como o mármore não talhado é rico em escultura.

Depois do silêncio, o que mais se aproxima de expressar o inexprimível é a música.

O homem é um ser que se criou a si próprio ao criar uma linguagem. Pela palavra, o homem é uma metáfora de si próprio.

Ser ou não ser, é uma questão menor.
Ter ou não ter, é a grande questão.

Aqueça o seu coração de paz, tenha fé nos seus objetivos de acordo com a realidade, seja determinado e faça mudanças necessárias p vencer todos os desafios.

Há momentos em que precisamos nos retirar feito as águias, renovar a face da alma, a alegria dos olhos e só então regressar num voo de paz e esperança.

A águia nunca perde tanto tempo como quando se submete a aprender com o corvo.

As grandes obras da humanidade não são os monumentos que podem ruir, mas as ideias que se eternizam.

Trabalhe o desapego, este é o segredo para uma vida feliz e harmoniosa.

Cuidado com as palavras, elas ferem. Cuidado com o silêncio; se não souber utilizá-lo ela mata.

A valorização do “ter” presente na conduta de determinados indivíduos os impede muitas vezes de enxergar o valor contido na simplicidade do “ser”, no "sentir", daquilo que o dinheiro não pode comprar. A partir do momento que a humanidade realmente despertar para algo além da superficialidade, sem precisar manter dualidade entre os seus semelhantes e o resto da natureza, haverá uma maior possibilidade de viver em harmonia com e tudo e com todos.

O primeiro efeito de um excessivo amor pela riqueza é a perda da própria personalidade. Quanto menos se amam as coisas, mais se é pessoa.

Encare de frente, seja forte, tenha personalidade e se mantenha sempre de cabeça erguida para seguir o seu caminho, protegendo assim a sua índole.

A vida é uma peça de teatro, cuja intensidade que aplicamos em nossas atuações define os escritos finais.