Coleção pessoal de celinamissura

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⁠A arte do diálogo acontece quando estamos desarmados de razões

⁠Por mais que eu não seja compreendida, nunca desistirei dos meus ideais

⁠A natureza quando é respeitada nos presenteia com uma beleza imensurável

⁠A coragem nem sempre é conveniente. Às vezes parar, se calar e deixar acontecer é o melhor que se faz para não machucar as pessoas.


Setembro chegou! Que venha impregnado de música, flores, amizade, compondo assim o buquê da nossa primavera existencial

"O dom de ouvir a dor do outro é devolver a vontade de viver"

⁠Apesar de toda corrupção que assola meu país, continuo acreditando num mundo possível onde todos tenham Vez e Voz

⁠A idade vai chegando
Desafios aparecendo
Agilidade se perdendo

É uma luta interior
Que se trava no meu ser
Vencida pelo tempo

Mas meu tempo,
faço eu
desafiando a lógica
Do ocaso da vida

Vivida com vibração
Diante de um irmão
da flor, do luar,
do pôr do sol
e das coisas do sertão

Sonhando com um mundo
Sem guerra, sem fome, sem perseguição
Onde todos tenham acesso à comida, trabalho, saúde e educação.

⁠A arte fala todo tempo nas culturas e grita em tempos de repressão e autoritarismo

⁠Muitos amigos desistiram de partilhar sua história comigo, ficaram por aí, em outra estação. A dor dessa perda se faz presente quando as boas lembranças voltam à memória.

⁠Dificuldades superadas são como a neblina da manhã: o vento da oração as afasta e acalma o espirito

⁠A fotografia vai além do registro, ela guarda emoções!

⁠O sentido de uma lágrima que brota no meio de uma dor emocional, não tem explicação.

⁠Meu olhar aguçado descobre detalhes incríveis na criação que gritam a obra do Criador

⁠A fotografia eterniza momentos incríveis

⁠A natureza nos ensina a florescer após cada inverno existencial.

⁠Alimentar pensamentos positivos resulta em farta colheita de realizações

⁠A vocação de um pai começa com o bom exemplo de integridade, caráter e honestidade. Feliz Dia dos Pais!

⁠Dia dos pais

O dia ficou sem graça
Eu olho ao redor e só vejo folhas secas caindo na praça
Assim são as lembranças
Que minha memória perpassa
Parece que te vejo
Com o velho violão
Ou sanfona desafinada
Tentando fazer uma graça

Mãos calejadas, rosto queimado,
olhos azuis, trabalhador dedicado

Firme encaminhou seus 8 filhos
Com marcas de generosidade,
coragem, sem medo da realidade!

Pai,
rememora que nunca passa,
traço impresso na alma
Lembranças sagradas
Saudade danada

⁠Confiar é entregar-se no embalo da esperança que o outro nos transmite.