Coleção pessoal de BrioneCapri
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O amor próprio brilha, perto ou longe, e facilmente é visto pelos outros.
Morrer de amor, é viver com tanta vontade de vida que a morte é vencida.
Deu tantas voltas ao mundo, conheceu tantos lugares, e nunca conheceu o interior de ninguém.
Quem desiste nos primeiros passos, também se perde, pior ainda sem conhecer o caminho.
Ás vezes dói tão forte que fortalece e não provoca mais a morte.
Ultimamente ninguém quer arrumar a bagunça que faz, bagunçam a vida da gente invadem-se, numa fuga fugas.
Alguns pontos se fazem necessários, as vezes na carne, as vezes nas histórias.
Algumas razões não estão no raso, algumas pessoas mergulham fundo para encontra-las, umas se afogam, outras submerge com as respostas.
Laço nos sapatos, e nó na gravata, o resto a gente desata.
Empalhe seu coração,se não serviu para amar, quem sabe serve para decoração.
As máscaras caem e as pessoas saem tropeçando, eu com toda gentileza agacho apanho e as devolvo.
Se ficar sabendo de uma batida grave com um único ferido, pois é, meu coração as vezes segue na contra mão.
Algumas pessoas usam martelo para quebrar o gelo, outras palavras e machucam mais que o martelo.
Certos momentos deveriam ser descafeinados, para não tirar nosso sono com a saudade.
As pessoas andam cheias de vazios e razões, buscando abrigo nas ruas, da solidão que as perseguem de casa.
Olhar de arapuca, me observa na tocaia, sabendo onde quer me prender, com a porta do coração aberto.
Quando a boca diz que ama, mas o coração é vago, desista do embarque ,deixe livre a vaga.
Jogue algumas lembranças fora, não faça do seu coração um museu, acabe com as visitações.
Se proíba de mergulhos rasos, e pessoas vazias, evite arranhões desnecessários.
Você me manipula e eu gosto, meu coração pula, feito criança arteira em cima da cama.