Coleção pessoal de BrioneCapri
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Eu que velava o teu sono em algumas noites,hoje velo o cadáver desse amor, que matei friamente.
O pente fino que minha mãe passava em mim quando criança,hoje continuo passando,tirando quem não soma,deixando quem interessa.
Se o brilho nos olhos sumirem,
é hora de fazer o mesmo.
Você batendo em minha porta,uma saudade a menos,vagando por essas ruas.
O sol é mesmo um atrevido, parece gostar de carne de pescoço, não pára de beijar teu cangote.
A Persistência anda bem humorada,dando risadas,do desânimo que não ousou tentar.
Um girassol em teus cabelos,
me fez entender, porque o sol brilhava tão intenso.
A primeira guerra é de declarada ao corpo,
Quando chega o primeiro amor.
Tem gente que no meio de uma galáxia,
não enxerga uma estrela,
ponto de vista é isso.
Não confunda falta de atenção com falta de tempo,tentando normalizar desinteresse.
Em tempos onde cada um só se preocupa com a própria dor,quem pergunta pela do outro,pode ser chamado de anjo.
Trata-se de uma questão mental,
mas o coração não é metal.
Amores narcisistas,
rogo que errem meu alvo,me deixem salvo,
me percam de vista.
O primeiro beijo tem gosto de fruta madura,
o último deveria ter de fruta estragada,
para não sentirmos mais desejo de provar.
Aquele que finge sentir,nunca vai acreditar na verdade do outro.
A saudade abraça com uma lança,sem perguntar se está doendo,
muito ou pouco.
Responda pra si...
Ao se olhar no espelho você deve admirar seus traços,sua beleza etc.
Seu caráter,
é admirável quanto ?
No passado,meus punhos foram cruzados no tronco,hoje cerrados,
assusta branco.
É sobre as pretas da quebrada,tratem como bonecas de porcelana,
sem quebrar nada delas.
Amarte,
sem trancas,
sem tramas.