Coleção pessoal de AugustoBranco1
Teu mundo é espelho de você.
Aquilo que você considera belo,
na verdade, na verdade,
é mesmo belo em você.
Apesar de gostar da liberdade, da independência,
e da igualdade de direitos conquistada,
percebo que a mulher moderna tem desejado cada vez mais
ser apenas aquela mulherzinha do século XVIII...
Se não for difícil,
se não for desafiador,
se não vai exigir o máximo de mim,
se não for praticamente impossível de conseguir,
por favor, não me chame.
Homem de atitude não é homem mandão,
nem tampouco homem estúpido.
Homem de verdade
não é simplesmente aquele que aparenta saber o que quer
ou em qual direção seguir.
Homem de atitude é aquele que apoia sua mulher,
que está do seu lado em todos os momentos,
e que posta-se diante de sua dama com espada
para defendê-la de todo e qualquer mal.
Homem de verdade não corre, nem engana.
Não é covarde: ele ama...
Homem de verdade, ora, pois,
não demonstra que é homem dando uma de machão,
nem muito menos exibindo um verniz
de segurança e virilidade em pequenas ações do dia-a-dia,
mas que na hora do vamos ver
simplesmente some.
Homem de verdade não some.
E se as pequenas atitudes
não encontram reflexo nos momentos importantes,
então elas não valem mais,
ficam sendo apenas pequenas mesmo.
Não duvido da capacidade do ser humano
em realizar grandes feitos.
O que duvido é da boa vontade
de pessoas viciadas em mediocridade.
Luiz Gonzaga, Mestre Lua, Rei do Baião
foi quem despertou em mim a sensibilidade para a poesia.
Maurício de Souza despertou meu gosto pela leitura.
Luís Fernando Veríssimo foi quem disse que eu poderia escrever alguma coisa, e Edgar Allan Poe foi quem me emprestou um pouco de melodia.
Caetano apresentou-me tudo que é lindo, e a isto Chico acrescentou as mulheres!
Com meu amado Vinícius eu converso e até discuto de vez em quando.
De Bono Vox eu herdei o idealismo e um certo cinismo também.
Estes são os meus poetas do coração, e todos eles eu tomo a bênção sempre!
A bênção, Mestre Lua!
A bênção, Maurício de Souza, Veríssimo e Allan Poe.
A bênção, Caetano e Chico.
A bênção, meu querido Vinícius.
A bênção, meu Deus e Pai todo poderoso - o maior de todos os poetas!
A bênção... ^_^
Eu não sou um guia
no qual você poderá confiar cegamente
e seguir os passos.
Eu sou um companheiro de caminhada
que estará sempre contigo,
lado a lado.
Faça-me todas as perguntas que você puder
e você ganhará de mim apenas um mosaico
com todas as dúvidas do universo.
Eu não estou aqui para apontar um caminho
ou qual direção seguir:
o que eu farei é te mostrar opções
para que você reflita e tome a melhor decisão
confiando apenas em si mesma.
Conte comigo para encarar qualquer desafio.
Faço tudo de coração,
não te cobrarei valia.
Ambições eu tenho bem poucas.
A maior delas?
Eu quero ser como o vento:
livre, etéreo,
e nunca parar de soprar…
Eu consigo meus objetivos fazendo o melhor que posso.
Às vezes o meu melhor está aquém de teu padrão de exigência.
Mas, por favor, não me inveje nem me critique gratuitamente:
Seja feliz. Faça melhor.
A vida é feita mais de luta do que comemorações.
É feita mais de fracassos do que de vitórias.
É feita menos de sim do que de não.
E a diferença entre pessoas comuns e pessoas de sucesso
é que estes últimos simplesmente
não se permitiram ficar no chão.
Um governante não faz mais que sua obrigação
quando realiza um bom trabalho para a sociedade.
Entretanto, pessoas sensatas devem reconhecer os méritos
daqueles que cumprem com suas obrigações.
Não é justo nem sensato cuspir na cara dos bons.
Os poetas têm todo direito de errar.
Se não errassem seriam sábios, não seriam poetas. :)
:::: Augusto Branco
A distância ajuda a nos manter despertos, atentos;
faz-nos ver melhor a dinâmica do jogo.
Numa partida de Xadrez,
quando o jogo não estiver a teu favor,
distancie-se e você conseguirá enxergar melhor
o que sempre esteve ali, bem embaixo do teu nariz.
Numa terra distante havia dois jardineiros: um alegre e otimista, outro ranzinza e pessimista.
O ranzinza tinha a melhor terra, o melhor adubo, e as mudas das mais belas plantas.
O alegre tinha um terreno árido, um adubo pobre, e plantas não muito vistosas.
Ao amanhecer o dia, o ranzinza já chegava no jardim a reclamar. Ah, aquela folha secou! Aquela outra flor despedaçou. Esta planta cresceu demais! Esta outra cresceu de menos. E era um resmungar sem fim enquanto ele trabalhava, porque onde quer que ele olhasse, encontrava defeitos em seu jardim.
Já o alegre chegava no jardim sorridente, e ainda que não encontrasse uma realidade de sonho, cumprimentava suas plantas com um sorriso largo no rosto e um animado 'bom dia!'. E enquanto ele trabalhava, assobiava, cantarolava, acariciava suas plantas, e mesmo que elas não estivessem tão bonitas, ele não cansava de elogiar: 'como vocês estão lindas!'
E depois de algum tempo, as plantas do jardineiro ranzinza estavam secas ou murchas e tristes, enquanto que as do jardineiro alegre estavam formosas, alegres e perfumadas.
E a quem quer que perguntasse ao jardineiro alegre, afinal, qual era o seu segredo, já que ele não tinha bom adubo, nem boa terra, nem mudas de belas plantas, ele simplesmente respondia: 'bons olhos... o segredo é ter bons olhos.'
