Coleção pessoal de ArthurVinagre

Encontrados 14 pensamentos na coleção de ArthurVinagre

Eu estava pensando aqui,se a gente terminar vai ser horrível,porque eu vou ter que começar tudo do zero com alguém,fora que sempre que eu olhar para essa pessoa,eu vou perceber que ele não é você,é isso vai ser ruim,porque eu amo você,eu gosto de cada segundo que eu passo ao seu lado,olhar para o lado e não te ver lá,vai ser um dos piores sentimentos que eu vou sentir,me casar sabendo que eu poderia estar com você,e que aquela pessoa poderia ser você,ter filhos que eu vou amar mas com uma pessoa que eu não amo,seria horrivel,eu vejo você em tudo que eu planejo daqui para frente,você é o motivo pelo qual eu quero casar,ter filhos,eu não quero jogar isso fora,de verdade,você é a pessoa mais perfeita que eu encontrei na vida,então se tem algo que eu quero fazer dar certo é esse namoro,eu quero crescer com você,quero realizar nossos sonhos,eu quero morrer ao seu lado,eu quero fazer isso tudo porque eu amo você,entre sete bilhões de pessoas nesse mundo,eu amo você,somente você,e eu espero que ame somente a mim.já te falei isso mas vou repetir,entre todas as belas artes que eu já vi,teus olhos são as que mais me impressionam,eu amo muito você,muito mesmo.♥

A cada dia que passa,eu percebo que vou deixando de te amar,as musicas que ouviamos,os filmes que víamos,está tudo se perdendo,mas ainda te sinto,só que não mais de um jeito ruim,sinto você como um aprendizado,algo que me ensinou que nem tudo é do jeito que queremos,e que até as coisas perfeitas,acabam,sei que seguiu sua vida,esta com outra pessoa e parece feliz,sei que não quer saber de mim,mas se não quer saber de mim e nem me ama mais,por que ainda me procura?...

⁠Com saudades acendi uma fogueira porém me queimei
Seu brilho e cor eram iguais, mas doía de mais
Apenas quente e doloroso, era simplesmente o fogo, nada mais que chamas ao vento
Diferente daquele rosto, quente e caloroso

O brilho da fogueira era apenas a mãe natureza
Já aqueles cabelos, brilhavam como o sol em uma galáxia inteira

A fogueira podia até queimar
Já ela podia me abraçar

Uma brasa que esquenta no inverno e não um amor de verão para me deixar

⁠As noites tem sido uma solidão
Toda noite o mesmo padrão
Segundo Einstein sou insano então

Sou otimista positivo e não um pessimista negativo
Por isso eu nunca desisto
Desde os 13 anos eu resisto
Sempre caindo, porém eu levanto com um sorriso

Tenho uma chama que queima em meu coração
Transformo ódio em energia, tristeza em motivação
Felicidade em vontade e medo em dedicação

As estrelas me fazem sonhar, uma noite estrelada é de apaixonar
As noites são meu período de chorar
Vou para a janela e olho para o alto, basta apenas eu olhar, respirar e relaxar
Começo a me acalmar, não preciso me medicar

⁠Me sinto só
Estou rodeado de pessoas e sorrisos
Mas por dentro sozinho
Coloco músicas altas à beça para competirem com as vozes em minha cabeça
O silêncio é alto de mais e ensurdece
A sombra me veste
As luzes no meu quarto são para impedir a escuridão
Até mesmo no meio de tanta gente começo a desaguar, não posso reprimir, sou um chorão

Ama andar

⁠Ama andar, é conhecida como halley
É o cometa mais lindo e brilhante desta galáxia, mas esse inverno não poderá trilhar
Ainda não é hora de passar

Beirando a velocidade da luz, tudo ao redor é lento
Tem data certa para o céu rasgar e marcar
Perdi Neowise, lamento
Mas Halley ainda posso admirar

Sua trajetória irei calcular para sua beleza admirar
Sua composição entender
Seu brilho iluminar e suas partículas conhecer

Em um mar de estrelas nada me seduz
A não ser seu rastro que me conduz
Monalisa cósmica que o universo traduz

⁠Aivil a alvorada

Com sua constelação de áurea
Localizada abaixo de duas galáxias escuras
Acima de uma nebulosa rosada
Forma-se uma Imensidão de beldade em toda área

Mato a saudade ao olhar para os céus
Estrelas e planetas não me satisfazem
Cosmos esse que troquei pelo sol
Vivo a me condenar, oh labéus

De encontro ao buraco negro
Gravidade é suprema
A rota é alterada singularmente
Memoro o beijo quente e lento


Vagando no vazio interestelar
Apenas com um resquício de luz
A dívida foi paga com karma
E a espera pelo reencontro me seduz

⁠Brilha mais uma vez, com esperança o olhar
Esperando desabrochar, a flor de pitanga para me banhar
Já está na hora de mudar, movimente sua alma ao ventar

Brilha mais uma vez, as estrelas e o luar
Esbaldando vontade, para as estrelas que o céu vão rasgar
Começou a esfriar, começou a acelerar, acabou o ar

⁠Sob a luz das estrelas

Sem ar, sufocado em sombras, engolido pela escuridão do vazio, enxergo não só uma mas várias luzes no fim do túnel, nelas enxergo o reflexo de uma água que escorre de duas estrelas, antes disso, o silêncio era ruidoso, porém agora tudo se cala diante dele, pequenas luzes que ofuscam até mesmo o sol e a vazio.

⁠Kehillah

Kelvin, celsius, fahrenheit, nada vai mudar

Ela é um céu de entardecer

Incrível, fire, me aquece toda night

Linda, como faz meu coração acelerar

Alfim, descrevo como é enxergar você



Angelical seu sorriso

Marcante seu perfume

O seu olhar...



Veneráveis, dois horizontes de eventos que roubam toda luz

Ocilante com um som tão belo que traz paz

Colapsável, o brilho de tudo que a vida reproduz

Enrolado estou, quero ficar, únicas ondas que são atemporais

⁠À Ana Luiza

Aguardo você, minha paisagem, lua com estrelas ao entardecer.

Nem toda poesia de C. Drummond poderia te descrever.

A sua voz me naufraga, seu olhar me derruba.

Logo todavia, quem diria, cê me inspirou a escrever.

Uchiha? Seus olhos... Quero ser seu plano da lua.

Íris cor de chocolate âmbar, seus olhos me viciam.

Zona do horizonte de eventos, és minha órbita pura.

Amo olhar para o céu, sua constelação me ilumina.

⁠777

Cada vez que eu ascendo essa fogueira

Apago um fogo para outro poder brilhar

Não entendo como faço para me aquecer

Sinto tudo por um momento se apagar

A versos que me aqueceram ao escrever

De alguns eu tive que me gastar

Outros... Ainda irão nascer, espero não apagar

Constantemente fico preso em um mundo de imaginações e criações, na qual eu desfruto de sentimentos como: tristeza, felicidade, raiva, ódio e por aí vai.
Sempre que saio dele, eu fico com altas depressões, pois nada do que eu desfrutei é real.
Em seguida eu gosto de ir até a janela de meu quarto e tomar um ar; A brisa gelada que bate em meu rosto seca lagrima por lagrima, o aroma de liberdade me refresca o com podre está a sociedade, o com cruel são as pessoas;
Em um momento em que parece que tudo está perdido eu olho para as estrelas e tudo se acalma, uma leveza se encontra em meu olhar, me fazendo desfrutar da calma que é o espaço inabitado pelo homem.

Critiquei-o, evitei e lamentei em nossos poucos últimos minutos, agora eu apenas imploro por seus hábitos que antes degredei.