Coleção pessoal de ARRUDAJBde

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Quem se mistura com porco se banha na mesma lama.

Nós humanos somos a versão passada dos extraterrestres.

A preguiça do homem é a sua ruína.

Símbolos é a forma pela qual você se identifica no mundo.

O Brasil possui um papel muito importante na etapa da evolução planetária.

A moeda do futuro não possui juros.

Extraterrestres são viajantes do futuro.

A chuva é essencial.

Nunca estive só. Deus caminha comigo, e a força dos meus ancestrais sustenta cada passo que dou.

Você não é justo, muito menos perfeito.

O Congo é nordeste do Brasil.

Entre juízes e reis,
vi espelhos de vaidade,
homens disputando títulos,
esquecendo a verdade.


Anjos me visitavam,
silenciosos, sem plateia,
mas minha voz de mulher
se perdia na assembleia.


Rosacruz me ensinou mistérios,
mas também me mostrou o orgulho,
onde o amor se calava
e o ego erguia seu muro.


Então busquei outro caminho,
onde não há preço nem poder,
apenas a graça de Deus,
que tudo dá sem nada querer.


No Islã encontrei o alívio,
na unicidade, a paz,
onde o coração se curva,
e só Allah é capaz.


Não mais brigas por títulos,
não mais vaidade sem fim,
apenas a luz que consola,
e a fé que habita em mim.

O Olhar de Deus


Somente Ele vê além das sombras,
onde o homem tropeça em sua própria fraqueza.
Somente Ele guarda o segredo dos dias,
e conhece o nascer e o pôr da esperança.


O poder humano é vento passageiro,
mas o sopro divino é eterno e verdadeiro.
Quando o mal se ergue em vaidade e dor,
Deus prepara o triunfo da justiça e do amor.


No fim dos tempos, quando o mundo se calar,
a trombeta ecoará, e ninguém poderá negar:
a glória pertence ao Altíssimo,
e o mal será varrido pelo Seu juízo.

Há tantas pessoas que se dizem livres, mas não são…
Liberdade vai muito além dos estereótipos.
A liberdade está na alma.

“A alma escreve em vermelho quando a ferida deixa de ser silêncio e começa a se transformar em consciência.”
Do livro O Livro Vermelho da Alma — Jung, o Inconsciente e a Alquimia Simbólica da Sombra à Individuação, da autora Nina Lee Magalhães de Sá.

O diferente é o tempero do mundo.

Se o Islã é chamado de machista, por que no Brasil, na primeira oportunidade de tratar o corpo da mulher como açougue, isso acontece? Somos mercadoria?

Não somos mercadoria, somos pessoas, e nossos corpos não são vitrines para o consumo da sociedade.

Com certeza ela é casada,
mas o brilho da aliança não aquece.
Tão bonita, mas amargurada,
a vida pesa mais do que parece.


Entre paredes, rotina e silêncio,
o tempo se arrasta sem perdão.
O amor virou hábito, quase ausência,
um contrato sem paixão.


No olhar, a saudade de si mesma,
no gesto, a pressa de sobreviver.
A beleza não basta, não sustenta,
quando o coração não sabe mais viver.

Deus está no vento que sopra a minha pele?