Coleção pessoal de AndressaRodrigues

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Dudu falcão sabe as mesmas coisas que eu sei.

Aversão.

É!, alguns gatos de tão escaldados amam água fria, tem gatinho que até vicia.

Longe dos meus passos, perto de tudo o que eu amo, perto de tudo o que eu vejo, você é meu chão.

Meu mundo é tão pequenininho, e só você pôde quebrar, esse meu coração de vidro, sempre ao lado de um punhal
Você me encontrou nos
Trechos de uma canção, que prometi nunca cantar, unindo as peças desse chão, que eu prometi não mais pisar
Você encontrou o amor em mim
Eu não o matei mas percebi
Que morria ao estar sem ele
Eu então morri
Eu morri, eu morri
E você veio pra me despertar outra vez

Eu escrevo e sei que posso me equivocar, assim despertando olhares críticos, esse é meu papel, e não tenho receio por errar, estou muito satisfeita por não ser perfeita no que faço,o perfeito é muito cobrado,e eu estou aqui é pra cobrar,do mundo, do tempo,e de tudo ao meu redor,me contento em quase chegar, pois me contento em estar caminhando, e respirando desse ar, errando, rabiscando, aprendendo, recriando,apagando, reescrevendo,eu estou sempre quase lá, e isso é o bastante, e nunca poderei estar satisfeita, pois sempre há algo a acrescentar, algo pra me lembrar do que eu ainda preciso aprender e eu preciso tanto, assim como todos precisam, o segredo, é ser feliz, e se contentar em sempre estar quase chegando lá.

Graciosa Apoena
Brilho de menina
Meu coração era coisa pequena
Apenas mais um coração que batia
Quando encontrou o amor de seus versos
E se fez grande poesia

Do que são feitos os poetas?

Dó pó dos sonhos que a vida soprou
E só a sonhos se pode contar
Aos olhos de um grande sonhador
Esse universo é pequeno demais

Com as estrelas na palma da mão
E o mundo todo pra acrescentar
Não há nada fora de questão
Quando ainda se pode imaginar

Não há nada que eu não possa amar
Uma vez que tudo posso ter
Desde a imensidão azul do mar
Até o infinito e mais além

Não me animo a caminhar
Uma vez que posso voar

Não me animo a ir a pé
Quando posso ir a sonhos

Se esses versos podem me levar
Pro quentinho dos seus braços
Largo todas as minhas posses
Mas a poesia eu não largo

As coisas acontecem de tal forma
Eu nem vi
Chegar a primavera e já estamos lá
Pisando sobre as flores

As palavras quebram dentro de você
Quando vê
Já não pode reverter
O que já se tornou amargo

E o que já se tornou noite

Sobre o tempo
Eu não posso dizer
E nem mesmo
Posso compreender
O que quero é que você entenda
De uma vez

O que pode-se evitar
O que pode-se reconquistar
O que pode-se dizer
O que pode-se calar

O que vem antes das palavras
O que vem antes das decepções
E o que eu sei que não preciso fazer
O que eles entendem sem eu precisar dizer?

A gente fica bem
Eu oro por você
A gente fica bem
E eu amo você

Tudo o que eu preciso é alegrar você

Tudo o que eu preciso é me alegrar com você

Que erro ortográfico nada, minha linguagem coloquial é perfeita.

"Desistir: morrer no meio do caminho".

Dou-lhe um tempo pra saber
Se o meu amor é seu amor
Só o tempo irá dizer
Tempo juíz, tempo doutor
Só o tempo irá dizer
Tempo juíz, tempo doutor
Só o tempo irá dizer
Tempo juíz, tempo doutor
Tempo, amigo, severo, necessário
Tempo, sumido, te espero calado
Dite as regras desse dia ensolarado
Dite o fim de minha alegria
Dite o fim de minha dor
Dite o fim dessa sentença
Que alcunharam de amor
Dite o fim dessa sentença
Cognominado amo

Foguete
Pouse em meu terreno
Ele é tão pequeno
Mas é pra você

Clareza, vejo a vida toda
Passar como uma flecha
Sem alvo pra bater

Aurora boreal
Um jogo de estrelas
Idéia genial
Teve o seu planeta
Ao pousar no meu céu

Hora tão sozinho
Velho sonhador
Céu entardecido
Sem o seu amor

Prédio de milhões de andares
Que atalho tomo pra teu coração

Navegando nos seus mares
Encontrei as notas da minha canção

Você é o outro eu
Sem o qual não sei quem sou
Eu era viajante sem destino
Ainda bem que você me achou

Aonde foi parar aquele beijo ensaiado
Trêmulo, gelado, impaciente?
E os poemas que lhe acompanhavam
Num papel meio amassado
Declarando o amor
Do beijador presente?

Na velocidade de um piscar de olhos
Intenso como o impacto de um meteoro

Na festinha vulgar de alguém popular
Ele se suicidou
De boca em boca
Perdeu seu gosto
E por fim
Todo o seu valor

E por fim

Onde foi parar a franqueza ?
Francamente
Antes que eu me esqueça de ser “gente”
Peço ao mundo que me esqueça
Peço a ele que me deixe

Ser anormal assim
Quadrada assim
Por fora assim

Feliz assim

E quando um sonho não acha sustento
Mas continua dentro de você
E quando o sonho é guardado em segredo
Tudo o que se lembra é tão vazio
Quanto tudo o que se vê

Quando a realidade em preto e branco
Não tem forças para colorir
Esse sorriso deixado de canto
Esperando para existir

Nos meus olhos
Pintei você
E hoje é só
O que consigo ver

Essa estrada escura não me deixa acreditar
Que o meu dia ainda vai chegar
Pra você nunca partir
Como sempre faz

Estou eu aqui
Guardando em mim
Cada palavra sua

Sou assim
Nada perfeito(a)
Mas sempre pronto(a) pra você

Me dê esse sorriso
De canto disfarçando
Que fica tão seu jeito
Quando me vê passando

Empine o rosto e pode ser
Que eu pense como você
Quer
E vá pra casa mais uma vez

Mas é certo
Que me mata
As pistas que você
Deixa
Pra eu chegar no fim
A nada
Voltar da mesma maneira

Que manha
É essa que não quer passar
Que incerteza
Que não quer calar

O meu coração é curioso demais
Não me deixe assim
Não me deixe em paz

O meu coração é curioso demais
Não me deixe assim
Não me deixe mais

Eu não vi passar a condução
Não notei que o tempo mudou
Não vi que o sorveteiro passou
Nem notei que os pássaros cantaram
O dia todo
Sem intervalo

Eu não vi o sol chegando
Nem me despedi quando ele se foi

Continuei caminhando
De olhos fechados
Mas não tão rápido
Quanto tudo ao meu redor

Os dias tem pressa de passar
E as coisas não esperam eu notar
Pra acontecer

Eu não vi o nascer do meu sol
E agora já é lua pra mim

Eu perdi o pôr-do-sol?
Veja só como eu estou
Eu perdi o pôr-do-sol?
Veja só como eu estou vazio

E a única vantagem
Que eu vejo nessa história
É que a dor diminuiu
Junto com as memórias

Mas o tempo tão ligeiro
Também levou minha alegria
E me trouxe o fim dia

E me trouxe o fim de mais um dia
Que eu não vi passar

Dois passos são o bastante
É bem melhor que antes
Sentado sem sair do lugar
E tão inconstante
O bastante pra deixar
Todos os medos
Impedirem de tentar
Outra vez
Se é que já houve uma vez
Um instante
Muda tudo
E enquanto eu nada mudo
O teto cai sobre mim
Em menos de um segundo
Eu vejo meu futuro
O filme do meu fim
Um filme mudo
O mundo querendo me sentir
E eu com medo de tudo
Com medo até de existir

Eles dizem
Esses seus dedos de pedra
Se servissem ao menos pra tocar a consciência

É talvez
Não seriam os meus ouvidos
O palco dessas mesmas palavras (ofensas)

Os olhos das pessoas
E as coisas que os senhores dizem
A rua, o poste
A curva, e o raio que o parta
Não me deixam em paz

As horas que passam tão depressa
O emprego que não bate a minha porta
O troco que nunca me sobra
E por que ninguém se importa
A ponto de estar sempre por perto
Pra me segurar caso eu caia

Caso eu caia na gandaia
Ou caso eu caia na real

A dúvida não move alguém
Não move alguém como eu

A dúvida não move alguém
Alguém que não a peita
Como eu

Alguém que sempre a deixa ter razão, eu eu e eu insanamente são

Ela é uma canção
Que eu canto quando estou
Precisando de um amigo
Pra me dizer o que faria em meu lugar

Ela é uma irmã meio distante
Por causa do tempo e responsabilidades
Ela é mais velha que eu
Mesmo tendo quase a mesma idade

Seu caminho é distante do meu
Suas escolhas também
Mas se decidir seguir o caminho do meu coração
Vai perceber que estamos tão perto

Lá no fundo em sincronia
Esse bobo bate como o seu

Lá no fundo em sincronia
Com cada sorriso teu
(Mayza)

Ó mágicos setenta
Me leve desse presente seco
Me apresente teus melhores vestidos
Me cubra com teus sonhos

Ó mágicos setenta
Traga conquistas e canções
Seus passos vivos cheios de alegria
Me traga seu prazer em forma de um lp

Ó mágicos setenta
Eles te roubaram a cena
Com tanta bobagem

Ó mágicos setenta
De termos brilhantes
Planos infalíveis
Roupas gritantes

Ó mágicos setenta
Espelho do infinito
Infinitamente lindo
Refletindo a luz de milhares de estrelas cadentes

Ó mágico e Fantástico
Um sonhos repleto de sonhos completos
É meu sonho predileto
Como eu sonho contigo, amigo

Encontrou-se com o presente
Com lágrimas tão frias
E disse
À Deus
Pra sempre
Como em todos os dias

Ó mágicos setenta
Eles te roubaram a cena
Com tanta banalidade

Entendo os teus hóspedes
Eles já tiveram a minha idade
Entendo a revolta
No olhar envelhecido de quem teve tua essência

No olhar que nota como é dura tua ausência

A gente vive pra apodrecer
E o ar que você respira
Te mantém vivo
Pra poder te matar aos poucos

As coisas que você olha
São as coisas certas
E é só o que da pra pensar
É mais sensato ir por ali

Eu me pego outra vez
Seguindo a GRANDE multidão

Aí me apresentam uma verdade distante
E querem que eu me apegue a ela?

Você pode compreender nossa distancia?
Você pode compreender por que me esqueço?
Pode compreender por que eu não prossigo

Alguém diz que existe luz
E que ela não pode me escolher
Eu não entendo tanta luz
Deixando isso acontecer

Mas me lembrei que isso é uma questão minha
E quero que se lembre que isso é uma questão sua

E essas pessoas que morrem dentro de poços?
Talvez por não gritarem o bastante?
Ou por não terem forças pra pensar na possibilidade de sair dali