Coleção pessoal de AlquimiaPsi

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A vida é processo criativo em constantes mudanças. O mais importante é não vivenciarmos as “estações da vida” de qualquer jeito, pois um dia, elas serão as suas lembranças.

“O valor que nós possuimos, nunca nos é tirado, mesmo que aconteçam coisas ruins na nossa vida. Todos estamos em contínuo processo de aprendizado e é esperado que erros aconteçam para todo mundo. Todos podemos cair. Mas aconteça o que acontecer, você nunca poderá ser “diminuido” por alguma intempérie da vida, mas sim acrescentado. Nunca aceite o lugar ou o valor que os outros querem atribuir a você por conta de algum erro. Você é quem define isto”.

Saber lidar com nossa condição humana de sofrimento e mudanças contínuas, é o ponto chave a ser trabalhado para lograr uma vida mais harmoniosa e feliz, pois na vida estamos sujeitos a tudo.

Não existem perdas: o que se foi cumpriu o seu propósito.

Quando um ciclo se fecha, é porque necessitamos realizar algum aprendizado naquele contexto, para passarmos para a etapa seguinte. Os processos transitórios da vida não são exatamente efêmeros, mas são etapas potencialmente criativas.

Refletir sobre a nossa postura na contribuição de algum sofrimento é o primeiro passo para o processo de aprendizado e libertação que a dor nos traz. Mas nunca se esqueça: Todas as nossas experiências apresentam o viés de nossas percepções; e acredite, com o sofrimento não é diferente. Sofrimento é o que você percebe como sofrimento. Mas de qualquer modo ele traz o sentido de libertação e autoconhecimento.

O sofrimento pode ser um valioso meio de autoconhecimento. Portanto, observe o que ele está tentando comunicar” Um texto que traz uma mensagem de alivio quando as làgrimas nao puderem ser mais contidas... Abraços transmutadores.

Assim como a explosão emocional não é indicada, a implosão emocional muito menos. Não devemos acumular emoções mal trabalhadas, já que estas antes ou depois irão procurar meios de expressão principalmente através das doenças psicossomáticas e comportamentos disfuncionais.

A maneira como administramos nossas emoções vai definir a nossa qualidade de vida, sendo esta, portanto, uma competência importantíssima a ser desenvolvida, não sendo aconselhável reprimi-las, mas clarificá-las de modo a trabalhá-las em suas significações profundas e conteúdos subjacentes.

Tudo o que é matéria tem uma vibração e, com o homem não é diferente, ele também possui um campo de energia. Sendo assim, estados emocionais e vibracionais fazem parte de um único processo, pois estes estão relacionados àquilo que sentimos e de como atuamos no mundo. Deste modo, é importante rever os nossos padrões de crenças negativas e limitantes de maneira a modificar o nosso campo energético e, consequentemente, a qualidade de nossas emoções, visto que pensamentos e emoções são tipos de energia.

A pedra de tropeço é o impulso para o avanço.

E então tropeçamos no exato momento onde tudo parecia estar em perfeita ordem, cabendo a nós nos equilibrarmos na roda da vida e fazer valer o nosso melhor dueto no passo desta dança: força e coragem de seguir adiante, apesar de tudo...

Diante dos desafios, seja como a flor de Lótus, que em meio ao lodaçal do que “nada restou”, se ergue vitoriosa vislumbrando um ponto de luz, vindo do alto ou de dentro da própria alma.

Se usada com inteligência, aquela pedra de tropeço será uma oportunidade de avanço, dependendo da perspectiva que você atribui ao fato. Estamos tão condicionados a resultados imediatos, a não participarmos do processo de maturação das coisas, a vislumbrar somente os aspectos negativos em tudo que nos acontece, a não ver o lado positivo da crise. Parece que desaprendemos a ter fé na vida.

Comparativamente à mitologia das moiras, a vida de cada um de nós é um processo artesanal, onde se vai alinhavando fio sobre fio, de maneira cuidadosa e paciente. Nesta vida, aprendemos com as moiras a festejar as intempestivas glórias, a desapegar-se, a desfrutar dos “golpes de sorte”, a sermos ativos na passividade e passivos no que pretensamente pensamos que temos o controle: aprendemos a morrer, a renascer, em suma, aprendemos a viver

Embora tenhamos condicionamentos genéticos de base, em nossa realidade atual e suas mudanças ambientais, novos fatores entraram em cena. Hoje, além da sobrevivência física propriamente dita, o homem necessita desenvolver capacidades que caracterizam a chamada Inteligência Emocional

O sofrimento pode ser um valioso meio de autoconhecimento. Portanto, observe o que ele está tentando comunicar, pois a vida é feita de (re) construções, de (re) avaliações, composta de alegrias, de perdas, de renascimentos e de renovações incontáveis.

Toda experiência é transitória.Tudo na vida passa, nada é definitivo. Esta frase pode parecer clichê, mas geralmente é esquecida quando nos desesperamos diante de determinadas situações que parecem não ter fim. Tem momentos que parecem eternos, nos tirando a paz e o sossego.
Diante da pressão e do estresse de acontecimentos desagradáveis, parece que a Via Crucis é interminável. Mas tudo se renova e se transforma, tudo tem início e término. Aproveite para aprimorar-se com as dificuldades e tirar sempre uma lição de vida para si.

Não há necessidade de datas para nos renovarmos. Tem certos momentos na vida que por si mesmos são verdadeiros marcadores que sinalizam o fechamento de um ciclo, quer aceitemos ou não.

Que possamos olhar os problemas como desafios, a dor como meio de aprendizado, as mudanças como oportunidade de transformação, a insatisfação como eterna busca. Todo processo pode ser fácil ou difícil, penoso ou desafiador, de possibilidades e aprimoramentos. Depende de como você percebe cada acontecimento. E com o fechamento de ciclos não é diferente, pois ele nos oportuniza uma nova vida.