Coleção pessoal de AllamTorvic
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"Ouvir-te-ei, em pausas, e silêncios.
Ensinar-te-ei, em contemplação"
"Não é a tristeza em meu olhos,
é que meus poros,
não se contentaram
com o brilho desse tempo".
O viajante, vendo o entardecer; achou-se, uma jovem,
então perguntou-lhe: qual apanágios de sua atenção?
Ela respondeu: me encanto com a beleza da modéstia.
" A beleza da modéstia,
é o amparo das virtudes interiores".
Há perfeita harmonia, em teu amanhecer
luz e paz florescem o mundo.
"A meio da luz do sol e a terra
há oito minutos de tempo
onde a fala do vento
traz esperança à pele do ar".
"à frente, os pássaros, silêncios e árvores
o sol nos desejou, um bom dia!
"Entre fendas de amor
fui marcado por tua luz".
Perguntou o poeta, ao viajante:
Pra que serve os nossos Sonhos?
— Eu realmente, não sei.
Allam, qual o caráter pratico da literatura?
— Eu diria: a renovação do pensamento.
"A avaliação se dá mais para o professor do que para o aluno".
Da imaginação à esperança,
Da ribalta ao backstage
Tudo é esquecimento.
A blandície do silêncio,
subtrai a falha da vaidade.
O conceito atual de república,
é o desprezo á liberdade individual.
A literatura é amiga particular da ausência,
Renovo aqui, um apelo:
Fujam dos discursos estatísticos.
Com luz de alma na mão,
um brilho de amanhecer nos olhos
e simplicidade, no andar
Eis aí, um poeta.
As parábolas de Cristo,
é um compêndio de riquezas
nascente inesgotável de inspiração.
A consciência pura,
é a luminescência da alma
eternidade em habitação efêmera.
Devotar-se, ao silêncio
È captar o direito á liberdade.