Coleção pessoal de Alextrindade

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Há muita gente infeliz por não saber tolerar com resignação a sua própria insignificância.

"Com a filosofia cheguei á seguinte conclusão: Fazer sem que me ordenem,o que os outros fazem apenas por medo da lei."

A felicidade é o fim que natureza humana visa. E, a felicidade é uma atividade, pois não está acessível àqueles que passam sua vida adormecidos. Ela não é uma disposição. À felicidade nada falta, ela é completamente auto-suficiente. É uma atividade que não visa a mais nada a não ser a si mesma. O homem feliz, basta a si mesmo.

Se as coisas não acontecem como desejamos, deveríamos desejá-las do modo que elas acontecem.

O melhor é sair da vida como de uma festa, nem sedento nem bêbado.

Elogiar-se é coisa de vaidoso, depreciar-se, de tolo.

A amizade pode existir entre as pessoas mais desiguais. Ela as torna iguais.

O homem nada pode aprender senão em virtude daquilo que já sabe.

A sabedoria é um adorno na prosperidade e um refúgio na adversidade.

O que você tem capacidade de fazer, tem capacidade também de não fazer.

É lícito afirmar que são prósperos os povos cuja legislação se deve aos filósofos.

A felicidade é para quem se basta a si próprio.

É ótimo não se exercer qualquer profissão, pois um homem livre não deve viver para servir outro.

Que ninguém culpe um homem por ser feio.

O homem ideal de Aristóteles, entretanto, não é um mero metafísico.

Ele não se expõe desnecessariamente ao perigo, uma vez que são poucas as coisas com que se preocupa o suficiente; mais está disposto, nas grande crises, a dar até a vida sabendo que em certas condições não vale a pena viver. Está disposto a servir aos homens, embora se envergonhe quando o servem. Fazer um favor é sinal de superioridade; receber um favor é sinal de subordinação... Ele não toma parte em manifestações publicas (...) É franco quando a suas antipatias e preferências, fala e age com franqueza, devido a seu desprezo por homens e coisas (...) Nunca se deixa tomar de admiração, já que a seus olhos nada é excelente. Não consegue viver com complacência para com terceiros, a menos que se trate de um amigo; a complacência é a característica de em escravo. (...) Nunca tem maldade e sempre esquece e passa por cima das injustiças. (...) Não gosta de falar. (...) Não lhe preocupa o fato de que deve ser elogiado ou que outros devam ser censurados. Não fala mal dos outros, mesmo de seus inimigos, a menos que seja com eles mesmos. Seus modos são serenos, sua voz é grave, sua fala e comedida; não costuma ser apressado, pois não acha nada muito importante. Uma voz estridente e passos apressados são adquiridos pelo homem através das preocupações. (...) Ele suporta os acidentes da vida com dignidade e graça, tirando o máximo proveito de suas circunstâncias, como um habilidoso general conduz suas limitadas forças com toda a estratégia da guerra. (...) Ele é o melhor amigo de si mesmo e se delicia com a privacidade, ao passo que o homem sem virtude ou capacidade alguma é o pior inimigo de si mesmo e tem medo da solidão.

Este é o super-homem de Aristóteles.

O primeiro requisito da felicidade dos povos é a abolição da religião.

Um instante, vivido no paraíso,
não é pago muito caro com a morte.

É a vontade que faz o homem grande ou pequeno.

Todas as almas nobres têm como ponto comum a compaixão.

Pois o homem é feito de banalidade,
e nomeia o hábito a sua ama.