Coleção pessoal de alexandrepereiraabra
A filosofia grega influiu Alexandre que expandiu fronteiras para espalhar a cultura helenista, gerando outras crenças, culturas e civilizações similares e diversas... Alexandre O Grande mudou o mundo humano, e pavimentou o caminho para a nova aliança com O Deus Criador... " A Natureza não é Deus; Deus é a Natureza"... Essa era a sua crença pessoal.
Orgulho de si é uma ilusão propagada pelo ego-dominante do ser, um gatilho afim de manter-se separado do núcleo gerador universal, com o propósito de criar uma nova perspectiva criativa do mundo, através de movimentos caóticos repetitivos...
Tem uns caras muito bons fazendo política, com senso de realidade e boa vontade, porém quase todos não abrem mão de lucrar financeiramente com isso. É até compreensível, porém quase sempre comprometem a nobreza da missão, baixando o nível do que poderia ser conquistado. O Ego individual menos lúcido, priva as liberdades coletivas... Nós somos o todo, e nos auto-escravizamos...
Na dualidade do mundo humano a esperança tem duas vertentes:a maldição de nos estagnar, e a benção de nos iludir...
Bom jogador é o que sabe a verdade ser inquebrantável junto da coragem, sustentada por sua própria ação nobre intocável...
Nos tempos da pandemia...
Você nega crer em um Deus invisível apesar de tantos livramentos, mas crê no vírus invisível, ameaçado pela boca dos perdidos...
Publicado no Facebook em 26/07/2020.
A mentira é uma tentação diabólica, que percorre a língua de todos...Porém é nos imorais, que se faz destruição.
A pureza está tanto na luz, quanto no breu... Obviamente o branco e o preto são puros por natureza, pelo fato de não haver mistura. Uma interpretação diferente desta aliada ao conceito de bondade ou maldade, geralmente é ignorância ou oportunismo.
Um homem leigo que crê em Deus tem a mente sã, porque tem fé no "objeto da fé"! Um homem leigo que crê na ciência tem a mente doente, porque tem fé no "objeto da anti-fé".
A maior ilusão que carreguei no peito foi acreditar que a intensidade de um sentimento bastava para segurar o mundo. Eu tive a chance de caminhar ao lado de uma mulher extraordinária; sua alma transbordava generosidade, os olhos sorriam antes dos lábios e a presença trazia uma calmaria que nenhum lugar do planeta conseguiu repetir. No entanto, caí na armadilha mais antiga do coração humano: a zona de conforto do afeto garantido.
Quando o destino coloca a pessoa certa na nossa jornada, a mente sabota a realidade fazendo parecer que o amanhã é eterno. Deixei de notar os pequenos silêncios dela. Ignorei os cansaços mudos, achando que o laço que nos unia era indestrutível. O erro cometido por quem ama demais costuma ser o orgulho bobo de achar que o outro suportará qualquer ausência, qualquer deslize, só porque fomos rotulados como almas gêmeas. O apego cega a percepção.
A vida pune severamente essa negligência. O universo não tolera o desperdício de milagres cotidianos. Em um amanhecer qualquer, a linha invisível que nos conectava simplesmente se rompeu, não por falta de carinho, mas pelo peso dos desencontros acumulados que a rotina disfarçou. Vê-la partir quebrou o espelho do meu egoísmo.
Aprendi da forma mais dolorosa que os encontros celestiais exigem manutenção terrena. Ficar longe de quem completa nossa essência transforma os dias em mera contagem de tempo. Hoje, guardo as lembranças como joias trancadas na memória.
Se o fio que prende você ao seu par ideal ainda permanece intacto, cuide de cada centímetro dele agora, pois o amanhã costuma ser um mestre cruel que ensina o valor do abraço apenas através da saudade vazia.
