Citações sobre a Vida
Cansado de viver em um mundo onde acordo antes do sol para trabalhar e retorno apenas depois da lua.
Cansado de seguir padrões que em nada me favorecem, moldes que não me cabem.
Cansado de um mundo típico, estruturado para a repetição, mas não para a minha sobrevivência.
Tudo o que desejo é o contrário — e isso soa como loucura.
Mas louco, de verdade, é perceber que a multidão que me julga por pensar e ser assim
carrega, em silêncio, os mesmos desejos que eu
quanto mais amar no presente
na ausência será mais dor
menos pior que viver na dor e doente
e não ter sentido amor
São nos detalhes que encontramos beleza, viver é maravilhoso e a natureza é muito importante para que a gente possa perceber o quanto é lindo ser simples.
A felicidade mora nos detalhes.
Simplesmente repare.
Starisy
AGOSTO, OBRIGADO POR TUDO.....
Viver com FÉ é buscar mais que um amanhã melhor, é buscar um HOJE especial. SETEMBRO, seja muito bem-vindo.
👉VAMOS QUE VAMOS 👈
E quantos momentos maravilhosos deixamos de viver se preocupando com o que os outros irão pensar ?!
🙄🫠
"É, não dá. Não tem como acelerar e nem retroceder. Tem que viver! Faça o seu melhor, tente se conservar diante das dificuldades. Peça perdão pelos seus erros e procure fazer a diferença daqui para frente. Para errar, é humano. Para consertar, é preciso força e dignidade. #Reflexão #Vida #Esperança"
Força foco e Fé 🙏
mensagem para hoje, 23 de dezembro de 2025, foca em viver o presente, encontrar beleza nas coisas simples, ter Fé em si e em Deus, e aproveitar as oportunidades com otimismo, lembrando que cada dia é um presente único, cheio de potencial para recomeçar e ser feliz, mesmo com desafios, pois "a motivação te põe no caminho, o hábito te faz seguir em frente....
Força foco e Fé e vamos que vamos ✋ Feliz natal para todos nós 🎁 🌲
Assim demoro para dormir de tão bom que é viver.
Então demoro para acordar de tão bom que é dormir...
Dozy di X
Ser criança é viver no paraíso sem escalas.
Ser criança é comer tudo de tudo.
Ser criança é errar o alvo.
Ser criança é cantar semitonando em gritos falsetes.
Ser criança é fazer um golaço com uma bola de meia.
Ser criança é sentir dor e continuar correndo.
Ser criança é tomar banho sem vontade.
Ser criança é brincar de vida real.
Ser criança é sonhar sem se preocupar com o amanhã.
Ser criança é ler sem a mínima fantasia.
Ser criança é crer no nunca.
Ser criança é um caldeirão de verbos, como a sutileza de uma pluma colorida e a veracidade de um dragão preto e branco.
Ser mãe de autista é viver um estado de alerta permanente, mas também descobrir uma força capaz de transformar o mundo para o filho poder entrar no mundo da mãe e ele no dela, unificando esses dois elos tão distantes ao mesmo tempo tão próximos num só tempo, num só respirar da vida gerada e no corpo da alma genitora. Lu Lena
Reflexão: Viver sob a sombra do destino é, muitas vezes, uma forma elegante de autossabotagem. Quando dizemos "estava escrito", frequentemente estamos apenas silenciando o grito de um impulso que não tivemos coragem de decifrar.
O destino não é um roteiro pré-definido, mas a tradução malfeita dos nossos desejos inconscientes que, por falta de exame, acabam se tornando realidade.
O Espelho como Filtro:
A liberdade real começa no momento em que a opinião alheia perde sua força gravitacional.
O Ruído: O julgamento do mundo é constante, mas superficial. Ele se alimenta da nossa necessidade de validação.
O Conselheiro: Quando o espelho se torna o seu maior aliado, você deixa de buscar aprovação e passa a buscar integridade. No reflexo, não há espaço para mentiras; ali, você é confrontado com a verdade nua de quem realmente é.
A Sorte e o Medo:
Atribuir o sucesso ou o fracasso à sorte é o último refúgio da covardia. É mais confortável acreditar em forças invisíveis do que admitir que negligenciamos o autoconhecimento. Quem se conhece sabe que o que o mundo chama de "mistério" é, na verdade, a mecânica complexa das nossas escolhas.
Viver, não significa uma meta fixa, diária, mas uma bússola que integra paixões e valores para evoluir!
O tudo começa com o nada, se tudo desse certo na vida, não daria valor a felicidade, sem conhecer uma saudade!
Terrífico, uma vida sem lembranças marcantes e espetaculares, dos risos e lágrimas, das conquistas e superações!
Na ausência de bons motivos de sonhar gera uma sensação de exigência diária, em vez de vivência plena, evidenciando a importância de encontrar um propósito de vida... um significado à existência para o bem-estar!
O poema "Vim até aqui para Viver", de Michel F.M. (pseudônimo de Bruno Michel Ferraz Margoni), é uma obra de tom existencialista que explora a resiliência e a ciclicidade da vida por meio da metáfora da morte e do renascimento.
Aqui está uma análise dos principais pontos:
A Cíclica Ressurreição: O autor apresenta a "morte" não como um fim biológico, mas como as perdas emocionais e o encerramento de ciclos. O eu lírico defende que a aceitação do fim é o único caminho para a renovação.
O Aceite do Inevitável: O poema aborda o medo humano do fim ("terrivel e inaceitável"), mas sugere que o sofrimento diminui quando admitimos que não temos controle sobre o tempo.
A Perspectiva Mental: No trecho "Uma mente poluída só vê o céu nublado", o autor destaca que a percepção individual molda a realidade. A felicidade ou a superação dependem de uma "limpeza" interna para enxergar novas possibilidades.
Ação e Realização: Existe um equilíbrio entre o sonho e a prática ("Entre plano ideal e projeto realizado"). O poema não é apenas contemplativo; ele convida à reconstrução ativa de "intenções estraçalhadas".
Conclusão Resoluta: O final é afirmativo e urgente. A expressão "viver, formidavelmente e mais nada" despe a vida de excessos e foca na intensidade do agora.
Estrutura e Estilo
Tom: Motivacional e reflexivo.
Linguagem: Acessível, mas rica em imagens sensoriais (brasas, céu nublado, cristalização).
Mensagem Central: A vida é um processo contínuo de quebrar e refazer-se.
________________________________________
Vim até aqui para Viver
(Michel F.M.)
Só é possível renascer,
Após a aceitação das múltiplas
Mortes que sofremos ao longo da vida.
Já morri tantas vezes
Que nem me recordo mais,
Cristalizando de volta o que não se desfaz.
Morrer é algo terrível e inaceitável,
Mas só se deixarmos de admitir
Que não se pode impedir o inevitável.
Vim até aqui para viver
E reviver com esperança renovada,
Reavivar motivações despedaçadas.
Uma mente poluída só vê o céu nublado,
Nós somos a necessária medida,
Entre plano ideal e projeto realizado.
Inflamar brasas enfraquecidas, apagadas.
Vim até aqui para viver
E reconstruir intenções estraçalhadas,
Uma última vez viver,
Formidavelmente e mais nada.
[16/01/23]
E se você não estiver nesse futuro pelo qual tanto se cobra e, em nome dele, se impede de viver o agora?
Talvez o amanhã tenha se tornado um credor impiedoso, cobrando juros altos demais sobre uma vida que só pode ser paga no presente.
Promete-se sentido depois, descanso depois, felicidade depois — e, enquanto isso, o hoje vai sendo adiado, silenciado, desperdiçado…
Vivemos como se a existência fosse um rascunho, um ensaio para um tempo que talvez nunca chegue.
Ora, negligenciamos tanto o percurso que alcançamos nossos objetivos, mas perdemos a empolgação por fragilizar-nos demais.
E quase sempre guardamos abraços, adiamos risos, engavetamos sonhos, tudo para honrar um futuro que não garante presença nem permanência.
Mas se — ao final — descobrirmos que ele nunca nos incluiu nos seus planos?
O agora não é um obstáculo a ser superado, mas o único território onde a vida de fato acontece.
Negá-lo é trocar o certo pelo hipotético, o palpável pela promessa.
Não se trata de abandonar o amanhã, de deixar de sonhar, mas de lembrar que nenhum futuro vale o preço de um presente não vivido.
Talvez a verdadeira imprudência não seja viver intensamente o hoje, mas hipotecar a própria vida em nome de um amanhã que pode jamais nos chamar pelo nome.
O melhor dia para viver é hoje, às vezes o amanhã tem a estranha mania de ser tarde demais.
Viver em sociedade exige concessões silenciosas, não guerras sonoras, a sua liberdade termina onde a minha paz começa.
A Limitação Cognitiva e a Ditadura do Volume
Talvez esperar bom gosto de quem não tem bom senso seja mais um distúrbio: pura limitação cognitiva.
Porque não se trata apenas de preferência musical, mas da incapacidade de compreender que o mundo não é uma extensão do próprio quarto ou da sala, nem um palco particular onde todos são obrigados a assistir ao mesmo espetáculo.
Não dá para esperar um bom repertório escolhido por puro capricho, antes de tudo, para invadir.
O som que atravessa muros, janelas e a paciência alheia deixa de ser expressão cultural para se tornar imposição.
E toda imposição é, em essência, uma forma preguiçosa de poder: a de quem não argumenta, não dialoga, apenas aumenta o volume.
É verdade que o bom gosto é muito subjetivo.
O que agrada a uns pode ser insuportável a outros.
Mas o desrespeito ao bem-estar alheio não é questão de opinião; é um problema concreto de convivência, de civilidade mínima, de noção básica de que o outro existe e importa.
Confundir liberdade com licença para incomodar é um erro muito comum — e perigosamente aceito.
Mas qualquer imbecil funcional deveria ao menos perceber que, num mundo com mais de oito bilhões de pessoas, é impossível escolher vizinhos por afinidade musical ou paixão por ruídos.
Viver em sociedade exige concessões silenciosas, não guerras sonoras.
Exige entender que o direito de fazer barulho termina exatamente onde começa o direito do outro de ter paz.
No fim, o problema não é o volume do som, o estilo musical ou a caixa potente…
É a ausência de empatia caprichosamente amplificada.
E quando o bom senso é desligado, não há playlist que salve a convivência.
Que Deus nos livre dos que confundem alegria com euforia e liberdade com licença para nos incomodar.
Todos os testemunhos importam, mas nenhum é tão eloquente quanto viver segundo a vontade do nosso Pai Amado.
Pois, cada história carrega marcas de superação, aprendizados e cicatrizes que se transformaram em lições.
Há beleza nas palavras que relatam milagres, nas lágrimas que narram livramentos e nas vozes que proclamam gratidão.
Testemunhar é compartilhar a jornada da fé, é permitir que outros encontrem esperança nos caminhos que já atravessamos.
Ainda assim, há uma forma de testemunho que dispensa discursos longos e não depende de plateias atentas.
Viver segundo a vontade do nosso Pai Amado é o testemunho que fala no silêncio das atitudes, na coerência entre o que se crê e o que se pratica.
É quando a fé deixa de ser apenas palavra e passa a ser postura; quando a oração ultrapassa os lábios e encontra morada nas escolhas diárias.
Quem busca viver assim transforma pequenos gestos em pregações vivas, espalha cuidados sem alardes e oferece amor sem cobrar reconhecimento.
Porque o testemunho mais eloquente não é aquele que emociona por alguns instantes, mas o que inspira pelo exemplo constante.
É a vida que, mesmo diante das tempestades, insiste em confiar; que, mesmo ferida, escolhe perdoar; que, mesmo cansada, continua servindo.
No fim, talvez as pessoas esqueçam o que ouviram dizer sobre Deus, mas dificilmente esquecerão o que enxergaram de Deus em nossas Ações e Reações.
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