Citações sobre a Vida

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A humanidade é velha demais para compreender e viver a verdade.🕊

Deixar o passado para trás não é esquecer o que aconteceu, é escolher não viver preso ao que já não pode ser mudado.
O que passou ensinou, mas não precisa mais doer!

Viver harmonia em plenitude
Com a mentalidade consciente
A tolerância é luz que guia
Aceitar o igual e o diferente
Respeitar gosto e modo de ser
De toda forma e qualquer viver
Pra ter felicidade permanente.

Abdico de todo o meu apego para viver em paz.

Ver as pessoas como irmãs
É viver bem a fraternidade
Ter amor, do começo ao fim
Tratar com amor e igualdade
Saber que um laço nos conecta
É a união que o bem detecta
Transforma tudo em felicidade.

Um ano novo, com novas expectativas e a busca por aprendizados e contemplações para o bem viver.

Viver harmonia em plenitude
Ter nobreza de caráter
Faz a pessoa descansar
Ter sempre um bom porvir
E até muita coisa tolerar
É ter o espírito solto e leve
Que toda a paz se eleve
Pra um bom futuro alcançar.

Vem viver o lado que a história silenciou,
aquele capítulo escondido que só nós podemos escrever.
Descobrir a essência do meu caráter,
onde não existe disfarce, apenas a nudez da alma.
Sou feito de verdades, de intensidade,
de uma felicidade que não se contém —
ela explode e se derrama em direção a você.
Não te ofereço metade, não te ofereço sombra.
O que tenho de melhor, o que pulsa em mim,
é teu por inteiro.
Eu te dou o meu riso, o meu silêncio,
o meu fogo e a minha calma.
Eu te dou o que sou, sem reservas,
porque amar você é a minha forma mais pura de existir.

"Ter medo do amanhã vira o medo de viver".

Que bom viver
Tendo você
Ao meu redor.

“Às vezes, viver sendo quem você é parece um desafio grande demais para caber no peito.
É como tentar respirar num mundo que nem sempre entende as suas dores, os seus medos, os seus sentimentos.
Muitas vezes você quer fazer o certo, quer seguir um caminho de paz, mas existe um receio silencioso de ser machucado de novo.
Porque a rejeição dói. E a incompreensão pesa.
As pessoas olham, apontam, deduzem…
mas quase nunca enxergam o coração por trás da história.


No meio de tantas opiniões, existe Alguém que vê além da aparência, além das escolhas, além das falhas: Deus.
Ele conhece a batalha que você trava no silêncio.
Ele sabe dos seus conflitos, dos seus pedidos, da sua vontade sincera de acertar.
E mesmo quando o mundo tenta te definir, Ele te chama pelo nome.
Ele não te abandona, não te despreza, não te coloca à margem.
O amor d’Ele não muda.


Por isso, mesmo cansado, você continua.
Porque lá dentro, onde ninguém enxerga, existe a certeza de que o único que pode julgar é Deus —
e Ele escolheu te amar antes de qualquer palavra, rótulo ou opinião humana.” - Carlos Brum Oficial

Entre o delírio e a lógica
segue a mesma pulsação:
a lucidez é ferida,
e viver é insurreição.


William Contraponto

Viver é aceitar que nem toda resposta vem clara, mas toda experiência deixa um vestígio.

"Viver alguém, sem nunca mais vê-la.
Querer alguém, sem jamais tê-la.
É ópio, é álcool, é trago, dose, cerveja.
Sou grato ao álcool, por fazer-me esquecê-la.
E quando não, ainda sim o agradeço, por fazer-me escrevê-la.
Cada verso, cada estrofe, cada letra.
Um, dois, três poemas, à de alma rasa, de paixão obsoleta.
Tentar encontrá-la em outros corpos, é loucura, tolice, bobeira.
Mas meu eu, parvo, crê que é 'vendetta'.
Pelo abandono, pelas lágrimas, pela solidão, a sarjeta.
Eu não queria muito, só roguei pelo veu e a grinalda, o buquê voando e o nosso beijo, na da praça, a igreja.
Só queria um beijo molhado, o encontro dos lábios, os corpos suados, e a única veste, nossas alianças, reluzindo sob a chama da lareira.
Amá-la, deixou-me com a alma enferma.
Deus não me ouviu, rogo pela a morte, pois minha vida é vivê-la.
E não creio que seja possível, viver alguém, sem nunca mais vê-la..."

O tempo foi suficiente para eu amar novamente, mas curto demais para viver o sonho de ser amado verdadeiramente...

Tentei viver na verdade do Teu amor,
um amor que não se mede em troféus,
que não se curva diante do tempo,
que permanece como chama acesa mesmo na noite mais fria.
É um amor que não exige mérito,
pois já nasce puro, inteiro,
um rio que corre sem pedir licença,
um céu que se abre sem esperar aplausos.
É um amor que não se cansa de esperar,
que me encontra nas esquinas da minha fuga,
que me chama pelo nome quando me escondo,
que me envolve mesmo quando não ouso acreditar.
E ainda assim, descubro:
não foi o que procurei,
foi o que sempre esteve em mim,
silencioso, profundo, eterno.
Este amor não é conquista,
nem revelação nesceu comigo.
Não é promessa distante,
é presença viva.
É a verdade que me sustenta,
o sopro que me recria,
a raiz que me mantém de pé.
E ao reconhecer que já habitava em mim,
sinto que não há distância entre o que busco
e o que sou.
Sou parte desse amor,
sou testemunha da sua eternidade,
sou morada daquilo que nunca se perde.

Quando a sociedade descobrir que é possível viver sem políticos e sem a prefeitura, muitos passarão a temer as consequências dessa autonomia.

Reclamar é viver do que se diz

Amar você é viver além do real, um sonho desperto, um tempo sem igual. O céu se curva, o instante é eterno, seu olhar transforma o mundo em terreno.
Não é comum, é força que invade, é fogo que aquece, é calma que arde. Você é meu infinito, meu destino sem fim, a razão secreta do coração em mim.

Onde os Tempos se Tocam


Dizem — nas margens do que chamamos de realidade — que viver é mais do que mover-se entre dias.
É atravessar uma ponte invisível,
lançada entre o que já foi e o que ainda pulsa para nascer.
Cada passo que damos arrasta consigo vozes que não ouvimos mais,
mas que ainda nos atravessam como brisas ancestrais.

Não começamos onde pensamos.
E não caminhamos sozinhos.
Seguimos por trilhas abertas por mãos que hoje jazem na memória do mundo.
E mesmo sem perceber, somos continuidade:
pedaços de um legado que nos habita sem pedir licença,
que se acende nos nossos gestos mais íntimos,
e nos sonhos que julgamos originais.

Talvez o passado não esteja atrás de nós —
mas entrelaçado no agora, como uma raiz viva sob nossos pés.
Talvez sejamos o sonho deles.
O desejo sussurrado por alguém,
em uma noite de incerteza, sob outro céu,
pedindo que o mundo não esquecesse de existir com beleza.

Mudamos os cenários.
Mudamos as palavras.
Mas será que mudamos, de fato, os enredos?

A humanidade, em suas vestes rotativas,
parece buscar sempre o mesmo:
pertencer. durar. compreender.
E nesse movimento repetido, a cultura se faz semente.
Ela não é um museu de coisas mortas,
mas uma constelação de sentidos vivos —
uma tapeçaria tecida em conjunto,
em que cada história contada é um ponto que costura
feridas e esperanças, memórias e futuros.

Mas… e se tudo isso estiver se perdendo?
Não por maldade. Mas por distração.
Por esquecermos de escutar os mais velhos.
Por desligarmos os rituais do cotidiano.
Por tratarmos como ornamento aquilo que é fundamento.

Porque cultura não é espetáculo — é espelho.
Não é passatempo — é permanência.
Ela pulsa, sustenta, atravessa.
É a herança que escolhemos manter viva.
E mais do que isso: é o espelho onde o coletivo se reconhece.

Em cada tambor ressoado, em cada canto preservado,
em cada arte que resiste ao esquecimento,
há um sinal:
não estamos sozinhos.
Nem no tempo. Nem no destino.

Somos aqueles que recebem e entregam.
Que carregam e renovam.
Que repetem não por inércia,
mas por reverência.

E talvez — apenas talvez —
o mais sagrado de sermos humanos seja isso:
participar do fluxo que une o primeiro gesto ao último suspiro.
Do fogo primordial ao toque digital.

Agora, pare.

Respire.

Sinta o tempo tocando você por dentro.

E se tudo isso ainda estiver acontecendo —
porque você aceitou continuar o fio?

M. Arawak