Frases sobre educação escolar que despertam o prazer de aprender

Sem uma reta uma casa cai.
Sem base, nada se constrói.
Sonho de todos
é uma escola em PaZ.
É o sonho do mundo
e também dos Pais.

Quem aprendeu
a conjugar
o verbo amar,
compreendeu,
que não há
limite para
o amor.

⁠Nem sempre
tudo que não dá certo
é uma derrota,
mas pode ser um ensaio ,
um aprendizado
ou mesmo um sinal,
que o caminho
não é por aí.

Hoje eu não me torno alguém novo; apenas volto a ser quem eu sempre fui antes do mundo me ensinar a ser outra pessoa.

⁠Aprendi a viver quando a morte começou a Fazer parte da minha vida!

Desfrute o amor enquanto pode, porque a juventude parte sem avisar, a beleza aprende a envelhecer, o dinheiro muda de mãos, amizades tomam outros caminhos, a admiração é volátil, a alegria conhece dias de ausência, a saúde pode se despedir em silêncio e as pessoas, cedo ou tarde, seguem seus próprios destinos; no fim, quando tudo o que parecia permanente tiver ido embora, talvez a única coisa capaz de permanecer dentro de você seja o amor que viveu e o amor que foi capaz de oferecer.

⁠Um mestre da realidade é aquele que não apenas aprendeu a manifestar os seus desejos, mas aprendeu também a desejar as coisas certas.

Aprendi a andar sozinho, sigo conversando com o meu silêncio, memórias de caminhos que andaram para trás enquanto eu passava, estão lá ainda cumprindo sua missão para outros desertores de aí mesmo.

A Última Casa


Nasci onde os telhados aprendiam a desabar
antes mesmo de conhecerem a chuva.
Chamaram aquilo de infância.
Eu chamei de ensaio
para todas as ausências que ainda viriam.


Meu pai deixou apenas o formato da porta
fechando-se pela última vez.
Minha mãe transformou-se
num retrato que a memória insiste em restaurar,
embora o tempo continue roubando-lhe o rosto.


Desde então,
aprendi que abandono
é uma religião silenciosa:
ninguém a prega,
mas todos os órfãos sabem rezá-la.


Amei mulheres
que partiram antes mesmo de chegarem.
Elas deixaram perfumes
que sobreviveram mais do que as promessas.
Ainda encontro algumas
caminhando pelos corredores da minha insónia,
sem jamais voltarem
para recolher o que esqueceram dentro de mim.


Há anos
o telefone permanece imóvel,
como um cemitério de números.
Nenhuma voz pergunta se sobrevivi.
Nenhum "como estás?"
atravessa o deserto dos fios.
Até o toque desistiu de mim.


Conheci a anatomia das praças públicas.
Os bancos de cimento
foram mais fiéis do que muitos abraços.
As estrelas serviram de teto,
o frio escreveu cartas nos meus ossos,
e os cães de rua
guardaram melhor o meu sono
do que qualquer promessa humana.


Vi o amanhecer nascer
entre papelões, ferrugem e nicotina.
Descobri que a fome
não dói apenas no estômago;
ela mastiga a esperança
até restarem apenas os dentes.


Durante anos
acreditei que Deus
tinha perdido o meu endereço.
Talvez nunca o tenha conhecido.


Mas há uma verdade
que nenhuma ruína conseguiu demolir.


Depois que todos partiram...
depois que cada amor escolheu outra estação...
depois que o mundo esqueceu o meu nome...


restou alguém.


Eu.


Este homem coberto de cicatrizes,
de mãos rachadas,
de olhos que aprenderam
a conversar com o silêncio.


Foi ele quem me levantou
quando ninguém regressou.
Foi ele quem dividiu comigo
o último pedaço de dignidade
quando já não existia pão.


Hoje compreendo:
o amor mais raro
não chega pelo telefone.
Não regressa numa fotografia.
Não bate à porta
vestido de saudade.


Ele cresce,
bruto como ferro,
puro como água encontrada
no meio do deserto.


E quando o mundo inteiro
me declarou abandonado,


eu finalmente encontrei
a única pessoa
que jamais teve coragem de me deixar:


eu mesmo.

O exemplo ensina mais que mil sermões.

Perco ou ganho, em ambos aprendo. Aprendemos a perder para, enfim, ganhar.

A vida ensina com
palavras ou com
pancadas; a escolha
é sempre sua.

O vencedor de
ontem pode ser o
aprendiz de hoje,
se abandonar
a prática.

Aprender é ouvir;
crescer é aplicar;
ser sábio é não
repetir os mesmos
erros.

Quem aprende a dizer não para si mesmo começa a dizer sim para uma vida melhor.

Após aprender a aprender, quase tudo se torna aprendível!

Eu estou aprendendo a ser folha e aceitar o vento,
às vezes resisto,
outras vezes me revolto,
tem dias que sou vencida pelo cansaço,
mas em alguns momentos
eu e o vento somos um
e eu saboreio esse milagre,
como se desde o princípio,
esse fosse o que existe em mim
de mais genuino e natural...
e aí sou rede,
e cada fio que me conecta ao vento,
também está entrelaçado
aos meus antepassados,
ao que há de vir,
à estrela bailarina que vigia meu sono,
à poeira de Marte e
a todos os Deuses do Olimpo,
a cada haste de grama,
cada sonho embalado por um idealista,
cada verso de um poeta que tenta traduzir tudo isso...
Tudo é UM!

"A estrada foi tortuosa, sim, mas hoje entendo: o caminho mais difícil é o que mais ensina. Olho para o meu eu e vejo que a 'boazinha demais' sempre foi o atalho para ser a 'coitada'
No fundo do poço, a luz rarefeita é cruel, mas verdadeira. É ali, na solidão, que consigo contar nos dedos quem realmente me ampara. O silêncio de alguns fala mais alto que mil promessas.
E o estranho não é estar sozinha; o estranho era não ter percebido que eu sempre estive sozinha, disfarçada de ingênua que via bondade onde só havia conveniência.
Hoje, aquela menina se desfaz para dar lugar a quem sabe: não há ninguém. E é exatamente por isso que eu sou tudo o que eu preciso."

“O universo se revela a quem aprende a observar.”

A decepção não fecha o coração; ensina onde dói tocar.