Frases sobre educação escolar que despertam o prazer de aprender
Quando o homem acredita possuir todas as respostas, ele fecha as portas para o aprendizado. A arrogância intelectual torna-se, assim, um obstáculo ainda maior que a própria falta de conhecimento
Quando um maçom compartilha suas ideias, suas experiências e seus aprendizados com os demais Irmãos, ele participa da circulação simbólica da luz dentro da Loja.
Quando homens conscientes de seus deveres morais atuam em diferentes áreas da sociedade “na educação, na ciência, na cultura, na justiça e na administração pública” eles ajudam a promover um ambiente mais equilibrado e mais justo.
O que mais adoece o ser humano é "a "comparação"...
Por isso é importante aprender a comparar-se consigo mesmo e não comparar-se aos outros.
Quem vive se comparando aos outros deixa de perceber se a si mesmo e usufruir do seu potencial e da sua capacidade de "vencer se a si mesmo e ser vencedor" mas também deixa de evoluir, crescer e prosperar!
Feche os olhos, abra o coração e e ao comparar o seu ser e o seu viver de ontem com o de hoje tente descobrir quem é realmente o melhor e , o mais importante: descubra "quem você quer ser para si mesmo"!...
ame os seus professores como se fosse parte da sua família porque os seus professores faz de tudo para ver você la encimar.
Nem todo vento é ruim.
Vento também ensina.
Balançar não é cair.
Raiz forte segura.
A terra ajuda.
Quem confia, fica.
O vento passa.
Medo também passa.
Segurar firme faz bem.
Aprender dói um pouquinho.
Ficar em pé é coragem.
O sol sempre volta.
Vento testa, raiz responde.
Quem aguenta, cresce.
Cair não é sempre.
Balançar faz parte.
A raiz sabe o caminho.
Depois do vento, calma.
Nem tudo que empurra derruba.
Confiar também é crescer.
Hoje vendo as gravações da minha câmera de segurança, vi um jovem indo para a escola às 6:00horas da manhã que pisou no COCÔ de cachorro, deixado na noite anterior por uma moradora do bairro com seu cachorro na minha calçada, vi o desespero deste jovem tentando se desvencilhardo COCÔ em seu tênis, ele teve que voltar para sua casa e trocar o tênis!
Quando às pessoas vão ter CONSCIÊNCIA e EMPATIA, de que suas IRRESPONSABILIDADES poderão afetar a vida de tantas pessoas???
Cada erro pode virar aprendizado, cada arrependimento pode se transformar em gesto de carinho. O importante é continuar tentando — com humildade, com amor, e com fé de que o amor cobre uma multidão de falhas.
É inutil esbravejar, gritar, se revoltar com o mundo. Se tem uma coisa que temos que aprender, é que quando não estamos contentes com algo, temos que mudar. A mudança ocorre a partir de nós. Tem pessoas que passam a vida pedindo uma benção, mas não fazem nada para alcançá-la, a benção não bate sozinha na tua porta, você tem que se levantar e lutar por ela, ficar ai parado, sentado, reclamando, não vai te levar a nenhum lugar. (Priscilla Rodighiero)
Que hoje seja diferente de ontem...
E que você possa aprender hoje o
que ontem deixou passar...
E que não passe Deus, desapercebido diante da sua presença, que seja tudo, assim como fosse um Rio no meio de um deserto!
Aprendi que, quanto mais vivemos, mais nos damos conta de que perdemos pessoas que fizeram parte da nossa jornada: alguns morrem durante a caminhada, outros separam-se de nós.
A brevidade da vida deveria nos ensinar três coisas:
amar mais, perdoar mais e viver de forma que nossa existência tenha peso eterno.
Porque no fim, não será a quantidade de dias que dará sentido à vida…
mas o que fizemos com os poucos dias que nos foram dados.
Se a educação ambiental não for aplicada na vida das pessoas tampouco será visível em meio a sociedade.
Vivemos em uma era de extraordinária capacidade técnica. A humanidade aprendeu a manipular a matéria com precisão, a transmitir informações instantaneamente e a conectar continentes inteiros por meio de redes invisíveis de comunicação. Nunca foi tão fácil falar. Nunca foi tão rápido opinar.
Contudo, esse cenário de progresso material revela um contraste que merece reflexão. Enquanto os instrumentos de comunicação se multiplicam, a qualidade da compreensão humana parece, em muitos casos, diminuir. A facilidade de expressar pensamentos não tem sido necessariamente acompanhada pela disposição de compreender o pensamento alheio.
A civilização humana sempre foi construída sobre um equilíbrio delicado. Divergências de opinião, disputas de interesse e conflitos de ideias sempre existiram. O que permitiu à sociedade continuar avançando foi a presença de um princípio simples, porém essencial: a capacidade de reconhecer no outro um semelhante.
Esse reconhecimento é o que chamamos de empatia.
Empatia não significa concordar com tudo. Também não significa abandonar convicções ou abrir mão da própria razão. Significa algo mais fundamental: admitir que cada pessoa carrega uma história, uma experiência e um conjunto de circunstâncias que moldam sua forma de ver o mundo.
Quando esse princípio se enfraquece, o debate deixa de ser um exercício de compreensão e passa a ser apenas uma disputa de vozes. Julga-se rapidamente, escuta-se pouco e compreende-se ainda menos.
Uma sociedade que perde a capacidade de escutar corre o risco de perder também a capacidade de conviver.
Talvez o maior desafio do nosso tempo não seja apenas desenvolver novas tecnologias ou produzir mais conhecimento. O verdadeiro desafio pode estar em preservar algo muito mais básico e, ao mesmo tempo, mais difícil: a disposição de tratar o outro com dignidade, mesmo quando discordamos dele.
Porque no momento em que a empatia desaparece, a própria ideia de humanidade começa a se enfraquecer.
E nenhuma civilização se sustenta por muito tempo quando esquece aquilo que a torna, de fato, humana.
Somos o que Damos e o que Recebemos
A psicologia nos ensina que o ser humano é resultado das interações que vive.
Somos o que recebemos, o que damos e o que cultivamos. Cada palavra, gesto e emoção trocada com o mundo constrói, aos poucos, quem somos por dentro. Quando dizemos “bom dia”, “boa tarde”, “boa noite”, quando oferecemos um abraço, um sorriso ou um “eu te amo”, estamos alimentando não só o outro, mas também nosso próprio cérebro, que reconhece esses atos como sinais de conexão, segurança e amor.
Mas, quando deixamos de fazer isso, algo silencioso acontece: o cérebro entende que não é mais necessário expressar afeto.
E, com o tempo, o costume se apaga. A sensibilidade adormece.
A emoção se distancia.
É o que a psicologia chama de extinção comportamental com dessensibilização afetiva — um processo em que, ao deixarmos de praticar gestos e palavras positivas, o cérebro desativa circuitos ligados à empatia e ao carinho. Assim, sem perceber, deixamos de sentir com a mesma profundidade e passamos a reagir com frieza.
A Bíblia fala exatamente sobre isso. Em Mateus 24:12, está escrito: “E por se multiplicar a iniquidade, o amor de muitos esfriará.”
Esse “esfriar” é o mesmo que a ciência hoje descreve como perda da sensibilidade emocional. Em Provérbios 4:23, Deus aconselha: “Sobre tudo o que se deve guardar, guarda o teu coração, porque dele procedem as fontes da vida.”
Guardar o coração é manter viva a capacidade de sentir.
E Gálatas 6:9 nos lembra: “Não nos cansemos de fazer o bem, porque a seu tempo ceifaremos, se não desfalecermos.”
Ou seja, o amor só permanece aceso quando é praticado, mesmo quando não há resposta imediata.
Outras tradições espirituais também reconhecem isso.
O budismo ensina que toda energia precisa circular. Quando paramos de demonstrar amor e compaixão, nosso prana — a energia vital — se enfraquece, e a alma se desconecta da vida.
O espiritismo explica que o amor é o combustível da evolução.
Quando deixamos de exercê-lo, endurecemos moralmente e retardamos nosso crescimento espiritual.
Na filosofia humanista, pensadores como Carl Rogers e Viktor Frankl afirmam que o ser humano encontra sentido nas relações e na empatia; perder a capacidade de amar é perder o próprio propósito de existir.
Mesmo a neurociência espiritual confirma: atos de bondade, gratidão e afeto ativam áreas do cérebro associadas à felicidade e reduzem o estresse. Quando não praticamos essas ações, as conexões neuronais responsáveis por sentimentos positivos enfraquecem, e o cérebro “aprende” a viver no modo neutro — um estado de sobrevivência sem brilho.
O coração humano funciona como um jardim: se deixamos de regar, as flores murcham.
As palavras gentis, os gestos de amor e a presença sincera são a água que mantém vivas as raízes da alma.
Quando nos afastamos de quem nos inspira, de quem incentiva nossa essência, começamos a nos perder.
E se a distância e o silêncio persistem, chega um ponto em que nem nos reconhecemos mais — porque tudo o que deixamos de praticar morre em nós.
Por isso, é essencial nutrir o bem, mesmo quando o mundo parece frio.
Dizer “bom dia”, “eu te amo”, “estou com você”.
Pequenos gestos que mantêm a alma viva e ensinam o cérebro a continuar acreditando na beleza de sentir.
Somos um conjunto de interações — biológicas, emocionais e espirituais — e cada escolha reforça a direção da nossa evolução.
Guarde o coração.
Cuide da mente.
Cerque-se de pessoas que despertem o seu melhor.
Porque o amor, quando deixado de lado, não morre de repente — ele adormece aos poucos, até que só a fé e o esforço consciente podem despertá-lo novamente.
Tudo o que deixamos de praticar, se perde em nós.
Mas tudo o que cultivamos com amor, floresce eternamente.
A educação faz sentido, quando ao sentirmos há o sentido da existência, e por consequência sentimos o sentido de protagonizar e contribuir para os outros e para nós mesmos. Essa é a a educação que a instituição deve promover a todos, sem extinção.
Uma escola que protege e acolhe, onde cada pessoa existe, pertence e floresce; uma escola de liberdade, dignidade e vida.
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