Frases sobre educação escolar que despertam o prazer de aprender

Com a vida aprendi que você não pode sempre obter tudo o que deseja quanto a minha esquerda minha vida estava e eu não pude dar o beijo como queria. Apenas brindamos o reencontro de nossas vidas!

Aprendi que é muito importante não impor limites a você mesmo. Você pode fazer aquilo que você realmente ama fazer, não importa o que seja.

Gentileza gera gentileza.
Se quer ser tratado com respeito, carinho, atenção e educação... É simples é só ser gentil e tratar as pessoas bem.
E receberás de volta suas belas atitudes.

Aprendi também que dinheiro nenhum traz felicidade.

Nós, o povo, precisamos aprender que os políticos não merecem uma segunda eleição. Às vezes nem a primeira.

Vamos aprender a amar esquecer o preconceito a discriminação vamos evoluir e ser um exemplo para a próxima geração.

Eu aprendo a todo momento, eu busco viver e passar por diversas situações.
Acredito que a minha vida dá sentido quando a deixo sentir o cheiro de novos ares, novos toques, novas peles, novos lábios, um novo quarto, uma nova cama.
Passando por um novo lugar, nova rua, uma casa em um lugar tão estranho quanto minhas próprias atitudes e as vezes me sinto com medo ou me sinto foda por estar passando por momentos tão sinistros de minha vida.
Meu medo não é de ser fraco ou corajoso e sim saber que em nenhum momento estou seguro nem de mim mesmo. E isso vai além de minhas forças.
Não importa o quão cuidadoso eu seja me sinto ameaçado pelo acaso sempre.
Mas eu gosto, gosto de sentir a adrenalina e sentir que isso me faz desafiar o diabo sempre porque eu sei que ele me quer, mas não me terá.
Sou um folgado ousado que vive sem limites ou regras e quem precisa de regras?
Está certo, confesso que antes achava a vida um jogo, mas eu sou uma peça que tem sua própria escolha, onde cair, para qual lado ir...
Aonde eu me sentir bem, lá estarei. A não ser que me desafie antes, aí terei de mudar meus planos e metas.
É, eu tenho metas, nunca jogo sem antes saber onde posso provavelmente parar.
Devemos ter visão das coisas, se não olhar por mim mesmo, quem mais pode?
Isso e outras coisas mais me dão vontade de viver, porque eu já tive muitas vezes vontade de desistir. Mas estou pagando pra ver, sou assim não sei porque. Já me apontaram como qualidade, mas eu vejo como...
...Bom, eu ainda não vejo, eu simplesmente faço.

Se nunca aprendeste a cuidar da tua vida, jamais entenderás à dos outros.

Quando o professor diz: Vamos ter uma atividade avaliativa?
logo os alunos pensam: Vale ponto!
Mas nunca pensa dessa forma: É serei avaliado.
Será que os alunos de escolas e outras instituições estão frequentando-as para obter pontos ou conhecimento e bons resultados?
Há mais, se tirou uma boa nota, aprendeu. Nem sempre!!

"Temos que aprender a dar valor as pessoas ao nosso redor, temos que aprender pelo bem, não pela dor. Se arrepender concerteza é muito pior.Não se sabe o dia de amanhã, nem o que pode acontecer. Não ligue pro que vão pensar nunca deixe nada, nada por dizer..."

Aprendi que não vale a pena se destroçar por quem não te dar valor, nestas horas é só dá um chute no coraçao que ele acorda pra vida.

Aprendi que devo desconfiar de tudo e de todos

Aprendi a dizer NÃO. E isso não significa egoísmo, mas amor-próprio. Se consegui dizer não, sei que agora tenho força para ESQUECER, e isso também é amor-próprio.

Tenho Que Aprender a Não Confundir Cristais Com Pedaços de Vidros Normais.

A gente aprende a controlar as expectativas para não ter grandes frustrações.

"Eu odeio a minha escola. Eu odeio todo mundo. Eu odeio minha vida."

Jamais esqueço do dia em que aprendi a rir das coisas tristes que ficaram para trás

Se você aceitar a natureza como um mestre, ela irá ensinar-lhe justamente as lições que já decidira aprender; isto é só outra maneira dó dizer que a natureza não ensina. A tendência de toma-Ia como mestra é logicamente enxertada com facilidade na experiência que chamamos “amor pela natureza”. Mas, não passa de um enxerto. Enquanto estamos sujeitos a eles, “as disposições” e “espíritos” da natureza não indicam qualquer moral. A alegria desregrada, grandeza insuportável, desolação sombria, são lançadas à sua frente.
Faça o que puder com elas, se puder fazer algo. O único imperativo proferido pela natureza é: “Olhe. Ouça. Atenda.”

O fato de este imperativo ser no geral mal interpretado e fazer com que as pessoas inventem teologias, panteologias e antiteologias podendo todas ser descartadas - não toca realmente a experiência central em si. O que os amantes da natureza - quer sejam seguidores de Wordsworth ou pessoas com “deuses sombrios em seu sangue” obtêm dela é uma iconografia, uma linguagem de imagens. Não quero dizer apenas imagens visuais; são as “disposições” ou “espíritos” em si - as poderosas exibições de terror, tristeza, alegria, crueldade, luxúria, inocência, pureza - que são as imagens.
Nelas, cada um pode colocar ou “vestir” sua própria crença.
Devemos aprender em outra parte nossa teologia ou filosofia (não é de surpreender que no geral as aprendamos com teólogos e filósofos).

Mas quando falamos de “vestir” nossa crença em tais imagens, não estou me referindo a usar a natureza para símiles ou metáforas à maneira dos poetas. Eu poderia na verdade ter dito “encher” ou “encarnar” em lugar de vestir.
Muitas pessoas, inclusive eu, jamais poderiam, a não ser por aquilo que a natureza nos faz, ter qualquer conteúdo para colocar nas palavras que devemos usar ao confessar nossa fé. A natureza jamais me ensinou que existe um Deus de glória e de infinita majestade. Tive de aprender isso de outra forma. Mas a natureza deu à palavra glória um significado para mim. Ainda não sei onde poderia tê-lo encontrado a não ser nela. Não vejo como o “temor” de Deus poderia ter qualquer significado para mim além dos mínimos esforços para manter-me seguro, se não tivesse tido oportunidade de ver despenhadeiros medonhos e penhascos inacessíveis. E se a natureza jamais tivesse despertado em mim certos anseios, áreas imensas do que agora posso chamar de “amor” de Deus jamais existiriam, no que me é dado ver.

O fato de o cristão poder usar assim a natureza não é nem mesmo o início de uma prova de que o cristianismo é verdadeiro. Os que sofrem às mãos de deuses sombrios podem igualmente fazer uso dela (suponho eu) para o seu credo. Esse é justamente o ponto. A natureza não ensina.
Uma filosofia genuína pode às vezes validar uma experiência da natureza; uma experiência da natureza não pode dar validade a uma filosofia. A natureza não irá verificar qualquer proposição teológica ou metafísica (ou pelo menos não da maneira que consideramos agora); ela ajudará a revelar o seu significado. E, nas premissas cristãs, isso não se dará acidentalmente. Pode-se esperar que a glória criada nos proporcione vislumbres da não-criada: pois uma deriva da outra e de alguma forma a reflete.

De alguma forma. Mas talvez não de modo tão simples e direto como poderíamos supor a princípio. Como é lógico, todos os fatos destacados pelos amantes da natureza da outra escola são também fatos. Há vermes no ventre assim como primaveras na floresta. Tente reconciliá-los ou mostrar que não precisam necessariamente de reconciliação, e você estará se desviando da experiência direta da natureza - nosso tema presente - para a metafísica ou teodicéia, ou algo desse tipo. Isso pode ser sensato, mas penso que devemos mantê-lo distinto do amor da natureza. Enquanto estamos nesse nível, enquanto continuamos alegando falar daquilo que a natureza nos “disse” diretamente, é preciso apegar-nos ao mesmo. Vimos uma imagem da glória. Não nos cabe descobrir um caminho direto através dela e além dela que leve a um crescente conhecimento de Deus. O caminho desaparece quase imediatamente. Terrores e mistérios, toda a profundidade dos conselhos de Deus e todo o emaranhado da história do universo o sufocam. Não podemos passar; não desse modo. E preciso entrar por um atalho - deixar as colinas e florestas e voltar aos nossos estudos, à igreja, às nossas Bíblias, aos nossos joelhos. De outra maneira o amor da natureza está começando a transformar-se numa religião.
E então, mesmo que não nos leve de volta aos deuses sombrios, nos levará a uma grande dose de tolice.

E esse amor me ensinou a sorrir de tal maneira que eu desconhecia até então, mas do que sorrir com a boca, me ensinou a sorrir com o coração.

Aprendi a ser metade, sem ser partida.
Ser metade por inteiro...
E ser, inteiramente, inteira dentro de mim!