Frases sobre educação escolar que despertam o prazer de aprender

Ninguém é feliz nem infeliz. Todo mundo é aprendiz. E o maior aprendizado é compreender que somos como nos fazemos. Herdeiros dos nossos atos,estamos onde nos colocamos, pois atraímos as condições que plantamos.

Ser gentil ou educado, às vezes, soa como aborrecimento.

Aprendi,

Que as palavras podem te levar a sonhar e também desmoronar tudo que sonhou...
Aprendi que o olhar pode ser a forma mas sincera de dizer a alguém que precisa dela sem falar simplesmente nada...
Que o sorriso pode fazer um dia mais feliz e que um gesto pode fazer este mesmo dia se transformar em lágrimas de tristeza...
Aprendi a não esperar nada de alguém, muito menos um sorriso ou um simples oi...
Aprendi a enxergar ainda mais o coração, a analisar atos e pensamentos...
Aprendi a esperar e a não questionar a Deus...
Aprendi a confiar ainda mais em Deus, a buscá-lo...
Aprendi a ser mais amiga e ver que meus amigos mesmo sem falar precisam da minha companhia, do meu sorriso, do meu abraço...
Aprendi a ver a vida de outra maneira...Vi que eu posso fazer tudo acontecer da minha maneira, mas que tem um Ser que pode muito mais que eu e eu dependo Dele de todas as formas... Mas eu que escolho o caminho que quero seguir... Pois Ele te dá Liberdade de fazer essas escolhas...
Aprendi que a distância pode te fazer esquecer um amor ou alimentá-lo mais ainda, só depende de você... E que sofrer é uma escolha...
Aprendi que tudo na vida é uma escolha... Você só tem que saber fazer essas escolhas...
Aprendi que não se esquece de alguém tão facilmente, mesmo que essa pessoa escolha outro alguém pra junto a ela caminhar...
Aprendi que eu posso dizer centenas de palavras e só com um sorriso dizer: Eu te Amo!
Aprendi a entender um sorriso, um olhar...
Aprendi a decifrar diversas formas de dizer: Estava com saudade. Ah! Como eu gosto de você. A tua companhia me faz tão bem...
Aprendi a aceitar que nem todos irão gostar de você do jeito que você é, e que muitos irão se apaixonar por você, mas só um ficará em teus pensamentos...
Aprendi a ver as pessoas além do que elas são no dia-a-dia, mesmo elas tentando mostrar dureza... Elas só tentam esconder fraqueza, solidão, tristeza, saudade...
Aprendi a sorrir na maior vontade de chorar...
Aprendi a segurar a vontade de abraçar, de fazer um carinho... Pra isso tem momentos que aprendi a chamar de perfeitos...
Aprendi a dizer um até logo ao invés de tchau...
Aprendi a calar só para não fazer alguém sofrer ou sonhar ainda mais com algo que pode não acontecer, mesmo que tudo indique que sim... Como disse outrora, a vida é feita de escolhas e que você saiba fazer suas escolhas...
Aprendi a esconder sentimentos, mesmo eles estando estampados no meu rosto, no meu olhar, no meu sorriso...
Aprendi a sofrer por alguém no silêncio de uma noite chuvosa e no barulho de um dia agitado...
Aprendi que nada pode me fazer gostar de alguém, mesmo que esse alguém mande flores, bombons e cartões... Não precisa de nada disso... Só precisa ter um sorriso sincero...
Aprendi ter mais forças de realizar meus sonhos... É! Sou sonhadora...
Aprendi a ter saudade de alguém que está do meu lado e fica longe por ter medo de sofrer, de ser traído...
Aprendi que não posso ficar do lado de alguém amando outra pessoa...
Aprendi que o medo pode te fazer desistir de tudo e que a "pena" pode te levar a outros caminhos e lá você sorrir pra agradar a quem não te faz feliz...
Aprendi que tudo que se faz terá conseqüências desastrosas se você antes não pensar em que palavras usar ou gestos cometer... Cabe a você refletir...
Aprendi que não se pode enganar o coração, mesmo suas atitudes sendo contrárias a tudo que você quer... A tudo que você sente, a tudo que você realmente sonhou.
Aprendi que os momentos só se tornam perfeitos quando esses momentos você vive com alguém que realmente te faz feliz, e eles serão únicos, pois são momentos em que nenhum dos dois planejou, simplesmente aconteceu... E por ser alguns minutos eles se tornam inesquecíveis...
Aprendi quanto mais eu tento ficar longe mais perto estou...
Aprendi que quando se ama de verdade, o ser amado pode traçar seu caminho sem você, mas você ficará feliz se ele estiver feliz, você ficará feliz se ele tiver feito as melhores escolhas, você ficará feliz mesmo ele escolhendo outra pessoa pra ficar pra sempre do seu lado e você saber que está tudo da forma que sonhou sem você. Você ficará feliz com as realizações da pessoa amada mesmo ela estando longe em companhia de outra pessoa... Isso sim é amor...
É você dar liberdade de escolha, é não aprisionar por ter medo de perder, é você sorrir só de lembrar dos momentos que tiveram juntos e é saber perdoar os gestos que feriram teu coração sem se importar com que os outros vão dizer, é você acordar e essa pessoa ser teu primeiro pensamento é você dormir pensando nessa pessoa.
Amar é se doar e não esperar nada em troca, é chorar e sorrir...
É ter sintonia... A sintonia... Sentir quando nada está bem, é sentir quando o ser amado pensa em você. É você pensar e sentir a presença dele(a).
Amar é aprender todos os dias que amar não é não tão simples como dizem.
Ou você ama ou não ama... A escolha é sua...
E quando se ama tem que saber enfrentar tudo...
E saber lidar com os defeitos, com as manias, com os gestos...
Amar é você aprender a confiar, a ter certezas... A amar é aprender a conviver um com o outro sabendo que em algum momento irão descordar de algo e nesse momento que um dos dois saiba calar...
Aprendi a aprender com você... Da forma que você é...
Não poderei descrevê-lo...
Outrora tentei de várias formas, simplesmente ainda não aprendi...
Aprendi a aprender de diversas formas...
Como eu aprendi... Eu sou grata a você, essas lições que APRENDI...
E não precisou de muito esforço... Só sua companhia...
Aprendi tanto contigo...
Aprendi com o teu silêncio, com teu olhar, com teu gesto...
E aprendi a não depender de você...
Que você não precisa de muito pra me fazer sorrir, basta ser meu amigo...

SOBRE A DIDÁTICA COMO ARTE
“A vida é um constante ato de aprendizagem” Piaget

A DIDÁTICA tem perdido cada vez mais seu caráter instrucional baseada em aulas e provas repetitivas para assumir, com vigor, o “status” de arte. Esta arte jamais descarta as informações científicas, pois sem elas não se pode conhecer e manipular o mundo. Mas por outro lado, é importante saber que essas informações só serão relevantes se forem impregnadas de estética e beleza. Afinal, conhecimentos científicos são indispensáveis, mas sozinhos, são impotentes para transformar massas disformes em pessoas cidadãs.
Pensando assim, a DIDÁTICA contempla alguns princípios significativos que precisam estar na pele e nos poros do educador contemporâneo.
Primeiro princípio didático: Mais do que dar respostas a perguntas que não foram feitas, o professor deve ter capacidade de propiciar ao aluno capacidade de pensar critica e criativamente a realidade. Aprendendo a arte de pensar o aluno cria a possibilidade de descobrir novos saberes. Não fica apenas na memória acumulada. Produz novos conhecimentos. O educador que compreende esse princípio pode dizer como Edgar Morin : “Uma cabeça bem feita vale mais que uma cabeça cheia”.
Segundo princípio didático : O Educador que sabe este princípio sabe que seu dever é trabalhar para que o aluno tenha o prazer da autonomia. Este processo tem duas dimensões: a dimensão do prazer e a dimensão da dor. Aprendemos o saber quando ele tem sabor. Mas também há aprendizagens profundas que nos dilaceram as entranhas. Lembro-me também de um adágio popular: “Ostra feliz não produz pérola”.
Terceiro princípio didático: O educador tem que querer a emancipação completa do aluno: seu conhecimento racional e também o poder de sua auto-estima. Isto exige do educador uma didática que esteja voltada para uma visão holística, para as múltiplas inteligências, para a integração de conhecimentos e para a transdisciplinaridade. O educador que entende esse princípio sabe que bom professor não é o que produz alunos, mas o que produz mestres.
Pensar a DIDÁTICA como arte é pensar que em cada aluno existe uma beleza adormecida. Concordo com rubem Alves quando diz: “As inteligências dormem. Inúteis são todas as tentativas de acordá-las por meio da força e das ameaças. As inteligências só entendem os argumentos do desejo: elas são ferramentas e brinquedos do desejo”.

Crescendo e aprendendo

Um dia tudo passa, um dia percebemos que o que falamos gera conseqüências, e que nem sempre elas são boas.
Um dia crescemos, e a partir disso percebemos que existem pessoas que nos passam confiança, mais que na verdade não são confiáveis.
Quando crescemos vê-mos que nossa inocência já se foi, e que estamos pensando em coisas que não pensava-mos antes.
Quando crescemos, mudamos com nosso corpo, mudamos algumas açoes e modos de falar. Começamos a agir não como queremos, mais como podemos, não temos mais alguem para dar tudo que necessitamos, começamos a correr atraz.
Assim que crescemos nos tornamos cada vez mais independentes, começamos a pensar que pelo fato de as coisas terem mudado podemos fazer tudo, e que será visto como o fazer de uma criança.
Aprendemos que temos que dar adeus a pessoas que gostamos, mesmo não querendo, e ai sim vê-mos que para essas pessoas fomos sua vida, e ela para nos foi só um capitulo que tera sua página virada.
Crescemos e aprendemos, sentimos falta de nosso antigo sorriso cativante infantil, que todos passavam a mão na cabeça e davam um beijo prometendo coisas que as vezes nos iludiam.
O tempo passa e com ele conhecemos muitas pessoas, algumas se identificam conosco, outras não.
Quando crescemos vemos que estamos na realidade, que lembranças ficam, mais os componentes delas nem sempre permanecem, pois perdemos pessoas para algum canto, que até hoje ninguém sabe onde é.
Isto é, o crescimento gera saudade, as mudanças geram confusões, dúvidas. A vida como uma eterna professora, nos como eternos alunos, alunos de suas barreiras, de seus desafios e provas, de suas tempestades e primaveras, mudanças repentinas e esperadas. Alunos do aprendizado de um crescimento, do aprendizado de uma experiência, um aprendizado eterno!

As vezes aprendemos que
depois de adultos
o nosso impulso volta a ser
os antigos sonhos de criança!

Aprendi que não se deve mudar a persnalidade ainda mais por uma pessoa insignificante..
por mim eu dormiria por 10 mil anos..
aprendi que o pior sentimento é ter pena de uma pessoa..e o pior é vc sentir pena no fim de vc mesmo por estar com a pessoa que não te fazia bem...
Destrui meus sonhos por uma pessoa
Criar sonhos em cima de uma pessoa que jamais poderá realizar..grande era os sonhos pequena era a pessoa para torna-lo real..
A maior infelicidade de uma pessoa é achar que era feliz , em vez teve uma vida frustante, e podia ter mudado varias coisas, mas agora tempo tarde demais...
Afinal porque sofrer se um dia isso tudo passa, tudo fica bem, pq a vida dura apenas uns anos...ai tudo acabou!

segunda parte;
É, não aprendemos a amar o responsável por nossa existência e nem amar o que nós temos, estamos cumprindo nosso tempo sem perceber que somos todos seres humanos, uns com a pele clara outras mais escuras, mais filho de um só criador. E a ele daremos conta de todas as intolerâncias.
ESCRITO POR: Claudio Maut.

Eu não tenho caminhos novos a ensinar, mas tenho outras maneiras de caminhar! Isso implica em novas atitudes colocadas em ação, inovação!

Tenho aprendido algo com os "limitados": Que não há limites que não sejam ultrapassados diante da dedicação, força e sobretudo, AÇÃO"

"Aprender a estar contente é a tarefa mais difícil p o cristao."
Damos muita importancia p o q nos falta e deixamos de estar felizes com a vida q temos.

Quando jesus entrou em minha vida , aprendi a perdoa e a pedi perdão.

Se existe um professor que não falha é o nosso passado.

“Eu aprendi que errar é humano,
Eu aprendi que o ser humano erra,
Eu aprendi a ser humano errando.”
(do livro: “Livrai-nos de todo mal”)

Poesia na Escola Pública: Livro “Folheto de Versos”

De como a USP-Universidade de São Paulo, com um Projeto de Culturas Juvenis sob a Coordenação da Professsora-Doutora Mônica do Amaral, trabalhou Poesia e Folclore do Cangaço em Sala de Aula, Rendendo um belo Livreto de Alunos Produzido Pela Mestranda Maíra Ferreira e Colegas.

“Perdi minha origem
E não quero voltar a encontrá-la
Eu me sinto em casa
Cada vez que o desconhecido me rodeia(...)”

Wanderlust, Bjork (Cantora Islandesa)



Com a suspeita midiática culpabilização dos Professores de Escola Pública pela falência da Educação Pública como um todo, o que engloba na verdade suspeitas políticas neoliberais de sucateamento de serviços públicos em nome de um estado mínimo (e no flanco o quinto poder aumentando os índices de criminalidade além da impunidade já generalizada em todos os níveis), quando uma universidade de porte como a USP vai até onde o povo está, no caso, uma comunidade carente da periferia de São Paulo, trabalhando com o corpo discente da EMEF José de Alcântara Machado Filho, fica evidente aquela máxima poética de que “tudo vale a pena quando a alma não é pequena”.

Intervenções em salas de aula, leituras trabalhadas, declamações com suporte afetivo, oficinas de palavras e rimas, trocas, somas, cadências didático-pedagógica num contexto de criação a partir da ótica de um humanismo de resultados, e assim, a Mestranda Maira Ferreira e colegas acadêmicas e mesmo profissionais da escola, e, quando se viu, pronto, estava semeada a leitura, estava plantado o verbo criar no assento poético, e, os manos sim, os manos, as minas, mandaram bem: saiu a produção “Folheto de Versos” como arte final do projeto de ótimo alcance literal e humanizador que é que vale a melhor pedagogia no exemplo.

Sou a favor das chamadas antologias, em que alguém visionário e generoso se propõe a bancar autores novos, temas específicos, tentando juntar turmas, abranger variadas óticas, fomentando a divulgação lítero-cultural de anônimos criadores desses brasis gerais, em nome da poesia porque assim a emoção sobrevive, a arte se torna libertação, e, falando sério, enquanto houver arte ainda há de haver esperança, parafraseando um rock moderno aí.

A escola pública carente, a escola sem estrutura técnico-administrativo funcional, os professores mal-remunerados, e, um conjunto de profissionais de educação segurando a barra pesada do que é mesmo a docência, então, uma luz no fim de tudo apresenta jovens acadêmicos potencializando intervenções em classes. É o caso da Sétima Série (2007), Oitava Série (2008) da EMEF José de Alcântara Machado Filho, que rendeu o livreto – que bonitamente lembra edições de cordel – chamado Folheto de Versos. Resistir na arte é uma criação histórica que tende a mudar planos de vôos, para os alunos carentes. A periferia agoniza mas cria.

Com um enxuto projeto gráfico da Comunicação e Midia-FEUSP, a arte letral composta no Projeto “Culturas Juvenis X Cultura Escolar: Como Repensar as Noções de Tradição e Autoridade no âmbito da Educação (2006/2008, Programa Melhoria do Ensino Público), a Mestranda Maira Ferreira e a Bolsista Técnica Pátria Rabaca foram a campo. Foram a luta. Levaram a universidade ao seio da escola pública, a sala de aula. Daí a aula fez-se verso, o verso lembrou hip hop ou mesmo RAP (Ritmo e Poesia), o verbo poetar virou verbo exercitado, da poesia fez-se o humanismo de abrir espaços, quando e viu, Saravá Baden Powel, a voz da periferia soou suas lágrimas com rimas e contações de realidades escolares.

Trinta e duas páginas de produção poética de alunos. “Chegando em casa, pensei bem/Vou fazer este cordel/Resumir nossa conversa/De maneira bem fiel/Pros alunos do Alcântara/Acompanharem no papel(...) (Pg. 3 Maira Ferreira). Estava dado o mote. Sinais e parecenças. E daí seguiu-se o rumo: Escravidão – Nós Somos Contra o Preconceito (Emerson, Stéffani, Adriely, Paloma), Depois Diogo, Bruno, Roberta in “Sou Afro/Sou Brasileiro/Sou Negro de coração(...)”. Ensinar, passa por ensinar a pensar. Pensar leva ao criar. Criar é colocar amarguras e iluminuras no varal das historicidade e chocar dívidas sociais impagas desde um primeiro de abril aí.

Nesse rocambole de idéias, os achados do projeto: alunos devidamente trabalhados, estimulados, compreendidos, sabem exercitar a sensibilidade muito além de suas rebeldias às vezes com as vezes sem causas.

E daí descambou a criação, acrósticos, versos brancos, rimas e rumos, citações (Rap é compromisso), até liberdades poéticas (O Cangaço e o Bope), rascunhos, resumos, xérox de despojos criacionais em salas de aula, despojos e, quem mesmo que disse que aula tem que ser chata, que sala de aula tem que ser cela de aula? Pois é. FOLHETO DE VERSOS é um achado como documento de um momento, um tempo, um espaço, um lugar, uma comunidade.

Dá identidade a quem precisa. Dá voz a quem se sente excluído. Imagine um país sem divisas sociais. E a emoção de um aluno simples, humilde, podendo colocar no papel – e ver-se impresso – como se no quarador das impossibilidades pudesse tentar reverter o quadro de excluído das estatísticas de dígitos estilo Daslu, para se incluir (certa inclusão social na criação de arte popular, literária) porque lhe foi dado palco e vez, palanque educacional e espírito criativo aguçado pelas sóbrias intervenções, debates cívicos, críticas dialogadas, esparramos de idéia, mas, antes e acima de tudo e sobre todas as coisas, o aluno tendo vez e voz-identidade num livreto que, sim, pode ser a página de rosto de sua existência, colorir o livro de sua vida, fazendo dele um cidadão que quer soltar a voz (precisa e deve soltar); botar a boca no trombone, dizer a que veio, e, sim, se a escola ainda é de certa forma uma escada, quando a sua criação impressa é um documento de identidade de cidadão enquanto ser e enquanto humano. Já pensou que demais?

O canto dos oprimidos.

“Fizemos essa letra com força de vontade/Só queremos expressar um pouco da realidade”(...), in Realidade Não Fantasia (Cesário, Diógenes e Gabriel).

Quando o sol bater na janela de sua esperança, repara e vê “Folheto de Versos” resgata e registra poemas de jovens querendo libertações, porque além de “ser jovem” ser a melhor rebeldia deles, há corações em mentes querendo mais do que ritmo e poesia.

A dor dessa gente sai no jornal e os seus cantares joviais oxigenam perspectivas, arejam possibilidades.

“Uma aurora a cada dia” diz a Canção do Estudante do Milton Nascimento.

Há coisa mais bonita do que o sonho?

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Poeta Prof. Silas Correa Leite
E-mail: poesilas@terra.com.bnr
Site: www.itarare.com.br/silas.htm
(Texto da Série: Resenhas, Críticas e Documentos de Lutas e Sonhos)
Blogues: www.portas-lapsos.zip.net
ou
www.campodetrigocomcorvos.zip.net

"Eu Aprendi A Admirar Tanto A Vida, Que Seu Maior Prêmio Virou O Fim Dela!!!"

Na vida, aprende-se mais com os erros do que com os acertos, pois os mesmos nos fazem enxergar que nada é impossível, e que nunca devemos baixar a cabeça, afinal errar é humano, e erros são apenas etapas da vida, e pulando-as, não estaremos cometendo um erro, mas uma burrice, pois os erros servem para irmos além do acerto, servem para chegarmos ao sucesso.

Uma coisa eu aprendi.
Que não posso pedir a tua ou aquela amizade.
Mas há uma coisa que eu posso fazer.
Lutar incessantemente para que volte ao tempo onde tudo era perfeito,
Onde, no teu ombro, encontrava descanso e paz.
Tenho de te agradecer por teres estado sempre lá quando eu precisei.
A verdade, é que eu Amo-te Amiga*

Os maiores gênios são quase sempre os que aprendem mais.

A natureza é sabia o homem é que não aprende com ela.