Citações de Amizade
Ninguém vive Só, mas ninguém sobrevive mais Sozinho do que quem vive querendo ser Amigo de
todo mundo.
Há uma diferença bastante silenciosa — e muitas vezes ignorada — entre estar cercado e estar acompanhado.
Quem tenta caber em todos os círculos acaba se diluindo em cada um deles.
Vai se moldando tanto ao gosto alheio que, no fim, já não sabe mais qual é o próprio sabor.
E assim, na ânsia de pertencer a todos, deixa de pertencer a si mesmo.
A necessidade de agradar indiscriminadamente costuma nascer de um medo antigo: o da rejeição.
Mas há um preço muito alto em trocar autenticidade por aceitação.
Relações construídas sobre concessões constantes não criam raízes, apenas vínculos frágeis que dependem de manutenção exaustiva.
E o mais curioso é que, mesmo rodeado de gente, esse esforço contínuo é raramente recompensado com profundidade.
Amizade de verdade não exige ubiquidade, exige verdade.
Não se trata de quantos cabem à mesa, mas de quem permanece quando a mesa já não oferece nada além de silêncio — ainda que agridoce.
Quem tenta ser amigo de todo mundo, no fundo, vive evitando o risco essencial de qualquer relação genuína: o de não ser aceito por alguns para ser verdadeiramente reconhecido por muito poucos.
Há uma solidão deveras peculiar em nunca poder ser inteiro.
E talvez a nossa Verdadeira Liberdade comece justamente quando aceitamos que não é preciso sermos tudo para todos — porque, ao fim, é isso que finalmente nos permite ser algo bem real para alguém.
Eu não sabia
Um dia, pelo caminho,
entre idas e vindas,
surgiu um amigo.
Eu não sabia
mas ele já me conhecia.
Tão bom, tão amável,
que nem percebi
que no mundo havia
alguém que me via.
Perdido, acreditava:
longe de casa,
ninguém me notava.
Eu não sabia
mas quem diria,
ele já me conhecia.
Hoje, não tenho mais amigos daquela época, talvez nunca foram.
Elas queriam o meu brilho, acho que de algum jeito conseguiram tirar um pouco disso de mim.
Não deixe que tirem de você.
Te amo muito ❤️
07:34 22 de outubro de 2024
Sonhei que havia ido na casa do meu amigo da adolescência o TJ ele era um garoto totalmente diferente, negro, forte e estava careca, vestia um short simples e a gente começou a conversar, meu marido também estava com a gente.
Eu estava deitada no chão, quando comecei a falar para o TJ que estava muito feliz por ele ter se formado em economia, ele dava aulas em faculdade, estava feliz pela realização e evolução na vida dele.
Eu comecei a falar de mim e disse que eu ainda estava tentando fazer dar certo, e dizia pra ele que acreditava que ainda eu iria conseguir.
Ele me ouvia com atenção.
Eu comecei a falar pra ele que sentia saudades da época que éramos adolescentes e que não havia preocupações, que sentia saudades das meninas da Mayla e da Claryana e que eu sempre prezei muito a amizade deles.
Eu me despedi e dei um abraço muito forte nele e um beijinho no pescoço, ele também me abraçou muito forte.
Eu saí feliz e de repente eu comecei a ver um vídeo que eu havia postado no Facebook, era um vídeo de uma viagem que eu e meu marido havia feito, parecia ser Suiça ou gramado, mas estava mais para a Suiça, por causa dos Alpes, casas e montanhas.
Eu havia colocado esse vídeo no Facebook e ele estava legendado também.
Eu não me recordava daquela viagem, mas sabia que já havia estado naquele lindo lugar, verde e com muitas montanhas.
Eu apesar de não lembrar, eu parecia me sentir realizada por ter feito aquela viagem maravilhosa, que era o sonho de muitas pessoas.
No caminho, encontrei uma garota que havia derrubado sua bolsinha em uma poça d'água, ela era a Lusiane, irmã da Oseane, ela ria pra mim, enquanto eu pedi para meu marido pegar a bolsinha dela da poça, se ele pudesse fazer o favor.
Ela continuava sorrindo, muito feliz.
Depois segui e acabei sonhando com um abraço de Deus, um abraço quente e aconchegante e eu abri os olhos.
"Sonhando com amigos temporários do meu passado!
É feriado. Dia de finados.
Dormi até agora. 1 : 24 da tarde, após uma noite e uma manhã inteira sonhando com o meu passado.
Sonhei com tantas pessoas que não fazem mais parte do meu presente.
Porque de alguma forma quiseram se afastar de mim.
Acho que o problema não sou eu, são eles que nunca deram o mínimo, após anos de desencontros.
As esquinas da vida ainda me fizeram querer procurar, ir atrás.
Mas, enfim. Somente eu sentia falta.
Até que desisti.
Embora pese em mim a saudade, a falta de diálogo, as boas lembranças das quais me recordo.
Bem que tentei.
Mas, percebi que eu me humilhava para receber pouquíssimas palavras sem importância alguma.
Agora, tudo volta em sonhos.
As lembranças dos sorrisos, das conversas, dos encontros.
Me deu vontade de chorar.
Mas, não. Não vale a pena.
Eles nem sentem minha falta, só eu os procurei.
Mas, infelizmente nunca recebi reciprocidade.
Se tornaram orgulhosos, talvez por alguma conquista material.
Talvez, porque acham que não tenho o mesmo valor.
Mas, se enganam tanto ao pensar dessa forma. Se é que pensam.
O meu valor é inestimável.
Sou tantas coisas, tenho tanto a oferecer.
Aprendi e reaprendi tantas coisas que tenho muito orgulho de mim.
Eu posso até nunca terminar um ensino superior, ou ter muitas coisas de valor.
Mas, sabe. Nunca vou sentir inveja de alguém por isso.
Cada um conquista seus méritos, dependendo de como isso pode acontecer.
Seja porque tiveram oportunidade, ou simplesmente porque tiveram uma família equilibrada.
No meu caso, nenhuma coisa, nem outra.
Tudo por mim mesma.
Por isso, tenho muito orgulho do que hoje sou.
Gosto de fazer tantas coisas diferentes, que isso para mim, é uma grande virtude.
Sou diferente.
Acho que é por isso, que me torno uma pessoa muito especial.
Então. Os sonhos vêm e se vão.
As lembranças são como o vento, que de vez em quando sopra forte algo distante.
Para nos lembrar que tudo indica que tivemos que passar por todas aquelas aventuras vividas, para termos uma bela história.
Que agora, é contada por mim mesma.
Então. Eu sou muito feliz.
Cada uma dessas pessoas, tem seus motivos para não sentir minha falta.
E, quem sou eu para jugá -las?"
Estávamos eu e alguns amigos olhando para cima, mas o céu não era só céu, era um outro mundo, um lugar que parecia uma ilha flutuante no espaço. E eu percebia que lá havia habitantes, mas não como nós. Eles estavam de cabeça para baixo, vivendo como se a gravidade tivesse esquecido deles. Era bizarro e ao mesmo tempo encantador, porque a beleza do que eu via parecia desafiar tudo que eu já tinha aprendido sobre o universo.
Dois deles conversavam com uma menina que estava conosco, mas não por gestos ou sinais complicados, e sim por um computador antigo, daqueles que a gente imagina em filmes de décadas passadas. E enquanto eles digitavam e se comunicavam, eu ficava ali, absorvendo cada detalhe, me perguntando como poderia existir vida em um lugar tão improvável, tão diferente, mas ainda assim tão coerente. A água se comportava de maneira invertida, como se estivesse sendo segurada de ponta cabeça, e eu queria entender se aquilo era real ou se era só a imaginação que tinha decidido brincar comigo.
E então veio a percepção mais forte: existe outra possibilidade de vida além da Terra, além daquilo que a gente consegue tocar e medir. Existe um lugar no espaço que é bonito, harmonioso, como uma ilha que respira, que tem regras próprias, que vive por si mesma. E eu ria de surpresa, porque a vida podia existir assim, em lugares que desafiavam a lógica humana, e mesmo assim era natural, e viva, e cheia de significado.
Eu me pegava pensando naquelas águas invertidas, nas pessoas de cabeça para baixo, na menina conversando com eles por aquele computador antigo, e não conseguia parar de admirar. Era como se tudo ao meu redor dissesse que a realidade é apenas uma das muitas possibilidades, que o universo é um grande laboratório de experiências, e que a beleza está justamente em perceber essas diferenças sem medo. A ilha flutuante parecia me convidar a aceitar a impossibilidade, a questionar a rotina da vida, a rir das regras que achamos imutáveis.
Fiquei algum tempo contemplando, e percebi que o sonho não era só uma viagem cósmica, era uma lição sutil sobre curiosidade e percepção. Que a vida pode existir em lugares inesperados, que tudo que achamos fixo pode ser moldado de outra forma, e que o olhar atento, o questionamento e a imaginação são ferramentas para descobrir universos inteiros dentro de um instante. E mesmo quando acordei, fiquei com essa sensação de leveza, como se tivesse visitado uma ilha que só existe quando a gente ousa imaginar, uma ilha que me lembrava que a vida não se prende à gravidade, que existe para ser contemplada, para ser sentida, para ser invertida e ainda assim ser perfeita.
Um sonho do dia 25/03/2026
O Devorador de Sonhos está em todo lugar
Se fingindo de amigo
Querendo te derrubar
Aparte-se dele já se ainda é capaz de sonhar
O Pescador era antes de tudo, um homem de família, embora tivesse poucos amigos além daqueles que estavam sempre com ele no barco, ele não era um solitário como se dizia na Vila, apenas mantinha a relação social um pouco restrita para fugir daquela velha dita de que todo pescador gosta de contar mentiras que ninguém acredita.
Ele também não cuidava muito da aparência que era judiada truculenta, afinal era de estar no rio debaixo do sol que ele mais gostava e os peixes e as águas barrentas do rio que ele navegava nunca se importaram com essas coisas de presença.
Sua mente era assim que funcionava, ora calma ora brava, como as ondas esverdeadas que as ventanias do tempo fomavam. Mas o Pescador ligeiro assim como água a toda situação se amoldava, às vezes perdia a calma mas rapidinho a encontrava escondida atrás da serenidade e nunca se desesperava nem quando o tempo fechava e o leme se quebrava naquelas tardes de fortes chuvas, relâmpagos e trovoadas.
Nenhuma tempestade por mais forte que se apresentava desviar seu curso ele deixava. Pois sabia onde o cardume estava e era para lá que ele navegava, e ainda que o rio estivesse revolto os seus pensamentos eram livres, confiantes e soltos do medo que não afeta de forma alguma quem conhece o rio e o condutor do barco que por ele navega.
Gabiróba, o sapinho mochileiro acreditava que a amizade era uma rocha que se projetava no mar de magias do antigo reino sapo. Ele ria dessa ideia e dizia que se tivesse o poder de impedir as ondas desse mar de partir para o oceano de dúvidas impediria. Pois com elas o medo avançava ano a ano sobre a terra fértil da sua limitada mente sapo desde que chegara nessa estrada sem fim que é a vida de quem é ansioso como um noivo espera que encontre o sentido, e que ele seja bom e generoso.
Gabiroba via a terra, a boa terra da esperança se desmanchar no atrito das ondas do mar de dúvidas, via os longos braços de areia áspera e alcalina que segurava na praia a fúria do oceano de raivas. Quando o brilho do sol partia na tarde vermelhada ele contemplava a paisagem brilhante dourada do futuro e se animava a fazer uma caminhada para alcança-lo. O céu iluminado pela lua brilhava nas águas salgadas e refletia toda sua história de pérolas e jóias de uma vida predestinada a ser um simples sapo mochileiro nesse universo de sapaiadas, desde o dia em que sua mãe sapa anunciou: "Estou grávida". Assim nascia Gabiroba, o sapinho mochileiro trazendo em seus pensamentos um universo mágico de valiosas jóias que jamais seriam usada, seus olhos eram como pedras estreladas refletidas pelo brilho do céu escurecido da noite calma, mas acordou na chuva e eles pareciam opacos sem brilho, desde que as dúvidas começaram a percorrer o seu caminho.
Amizade não é um cargo que se ocupa, é um cuidado que se exerce. Quem só aparece no ON e foge no OFF, nunca foi amigo.
A vida te revela quem são os verdadeiros amigos e todos que reconhecerão sua empatia e o seu altruísmo nos momentos que fostes crucial na existência deles, portanto, apenas preste atenção e a partir disso amplie sua visão.
A amizade não morre de uma hora para outra; ela apaga aos poucos quando um lado cansa de insistir em ser visto.
A amizade é semelhante a uma via de mão dupla, onde o fluxo vai e vem, quando essa dinâmica deixa de existir, a via perde o sentido e é desfeita para novas construções.
É muito fácil apontar o dedo para o fim de uma amizade quando você escolhe ignorar os passos que deu para chegar até lá. Algumas pessoas preferem perder um amigo incrível a ter que encarar o espelho e admitir que também erraram.
Diante desse cenário, o pior cego é aquele que chora pelo fim da amizade, mas se recusa a enxergar as próprias omissões que a sufocaram. Se você acha que não deveria perder um alguém pelo valor que ele tem, pela fraternidade que ele oferece e pela presença que te traz conforto, deveria pensar duas vezes e deixar a soberba de lado; enfrentar o próprio ego e ser o dono da sua consciência.
Afinal, uma amizade não desmorona sozinha; ela cede sob o peso dos erros que um lado cometeu e que o orgulho insistiu em não ver.
Dentro de mim, mora muito mais que amizade por você, mora respeito, gratidão e alegria de ser seu amigo...
