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Citações de Amizade

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Existem amizades que já não somam com a gente, o melhor que fazemos é nos afastar antes que nos afundem.

Se dividimos sorrisos, também quero dividir suas lágrimas. Não carregue sozinha o que a amizade nasceu para partilhar.

A amizade verdadeira é um abrigo. É quando o outro se torna casa e você entra, mesmo nos dias de tempestade, sabendo que ali sempre haverá luz acesa, café quente e um coração disposto a te ouvir.

Há amizades que cumpriram o seu tempo e deixaram sementes... lembranças boas, risadas, lições. E talvez isso já seja suficiente. Nem todo laço precisa durar para ser verdadeiro.

Amizade quando é amor de alma, pode até se ausentar por um tempo... mas nunca se apaga completamente, apenas muda de forma, repousa em paz dentro da gente.

Amizade de verdade não se mede por frequência, mas por constância.

Desses amigos vagabundo que você tem, eu ainda sou o melhor, ta ligado...(Patife)

⁠AMOR GENUÍNO

O amor quando é oriundo da amizade se solidifica e torna-se incomensurável. Diferentemente daquela coisa voraz que provoca arrepios, calafrios e tantos desejos. A rotina atrelada ao um novo fascínio deturpa a conduta do ser. Toda aquela paixão embriagante, todo aquele romantismo se transforma em um verdadeiro marasmo!

Associar a amizade ao princípio ativo da sensação do bem estar, é de um obscurantismo monstruoso. Não existe amizade quando o objeto desejado, é alvo em comum. Isso independe da forma de governo, ou do sistema econômico, faz parte do ser, é intrínseco de cada um.


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O principal fundamento da amizade é o egoísmo. Parece contraditório, mas quando se refere ao oportunista, a relação tende a ser evasiva.
De resto, o melhor amigo de um ser vivo: É o mesmo ser!

O ciúme na amizade é uma chama silenciosa, diferente do ciúme amoroso, mas igualmente intensa. Ele nasce quando o coração teme perder espaço, quando a presença de outro amigo parece ameaçar o lugar que acreditávamos ser único. É como uma sombra que se insinua entre risadas e confidências, transformando a leveza da amizade em uma disputa invisível.
Na amizade, o ciúme é o desejo de exclusividade, a vontade de ser o porto seguro, o primeiro chamado, o abraço preferido. É a criança interior que ainda quer ser escolhida sempre, que teme ser deixada de lado. Mas, ao mesmo tempo, é um reflexo da insegurança: não é o amigo que nos falta, mas a confiança em nós mesmos que se fragiliza.
Esse ciúme pode corroer laços, transformar companheirismo em competição, e fazer da amizade uma prisão em vez de liberdade. Porém, quando reconhecido, ele se torna um espelho: mostra nossas carências, revela o quanto precisamos aprender a dividir, a aceitar que o amor e o afeto não se esgotam, mas se multiplicam.
Amadurecer na amizade é compreender que não há hierarquia no afeto, que cada vínculo é único e insubstituível. É confiar que a presença do outro não diminui a nossa, mas amplia o círculo de cuidado e pertencimento. O verdadeiro amigo não se mede pela exclusividade, mas pela constância: aquele que permanece, mesmo quando o mundo se abre em muitas direções.


Tatianne Ernesto S. Passaes

O amor que se torna amizade é uma travessia silenciosa, mas carregada de eternidade. Ele não se apaga, não se dissolve no esquecimento, mas se reinventa em outra forma de presença. No início, o amor é vertigem: é o encontro que acelera o coração, a urgência de estar junto, o desejo que não conhece limites. É chama que consome, é tempestade que arrasta, é promessa de infinitude. Mas o tempo, com sua sabedoria paciente, mostra que nem sempre a intensidade pode ser sustentada. O que permanece, então, é a essência — e essa essência, quando verdadeira, se transmuta em amizade.
Essa metamorfose não é perda, mas conquista. O que era paixão se torna confiança; o que era desejo se torna cuidado; o que era promessa se torna memória viva. A amizade que nasce do amor carrega uma densidade única, porque conhece os segredos, os silêncios, os abismos e as alturas. É uma amizade que não se constrói apenas no cotidiano, mas que guarda em si a lembrança de um encontro que já foi maior do que a vida.
Há uma filosofia profunda nesse processo: compreender que os vínculos humanos não precisam se romper para mudar. O amor não desaparece, apenas muda de forma, como a água que deixa de ser rio para repousar como lago. Continua a ser água, continua a ser essência, mas agora habita outra paisagem. Já não corre com velocidade, mas reflete o céu com serenidade. É permanência, é horizonte, é eternidade.
E há também uma poesia nessa transição. Amar e depois ser amigo é reconhecer que a intensidade não é a única medida da verdade. É perceber que o amor não precisa sempre arder para existir — às vezes, basta iluminar. E nessa luz tranquila, descobrimos que o amor, mesmo quando deixa de ser paixão, continua a ser presença. Ele se torna companheirismo, cuidado, memória viva. Ele se torna amizade.
No fundo, o amor que se torna amizade é uma vitória contra o esquecimento. Ele prova que os encontros autênticos não se desfazem: apenas se reinventam. E nessa reinvenção, descobrimos que o amor, mesmo quando deixa de ser chama, continua a ser calor. Não como incêndio que consome, mas como brasa que sustenta. Não como tempestade que assusta, mas como horizonte que acolhe.
Assim, o amor que se torna amizade é mais do que uma transformação: é um testemunho de que nada do que é verdadeiro se perde. Apenas se transforma. E nessa transformação, encontramos talvez a forma mais pura de eternidade: quando o amor escolhe sobreviver em outra forma, não como paixão que devora, mas como amizade que permanece.

⁠Se for para ter amizade com um falso cristão,
ou seja, com aquele que vai a igreja,
mas fala da vida alheia, fique sozinho(a)
evitando assim, ser castigado(a) junto
com o falso(a) cristão!

Preste atenção nas suas amizades, tem muita gente que te sorri e vive esperando só uma distração sua para puxar o seu tapete.
Infelizmente, nem todo sorriso é genuíno. Algumas pessoas se aproximam por interesse, inveja ou para monitorar seus passos, esperando justamente um momento de vulnerabilidade.


Volta pra cá
Eu sei que errei, as palavras doream. O silêncio cresceu mais a amizade não morreu. Volta pra cá, sem medo, sem pressa Quero teu risos de volta, e te dá meu ombro outra vez.⁠

Há amigo que não apenas caminha ao lado,
mas faz morada dentro do coração.
Sua presença é como bálsamo suave,
seu abraço, um refúgio em meio à aflição.


Não é amizade de superfície,
é raiz plantada pelo próprio Deus,
que floresce em risos e lágrimas,
e aponta sempre para os céus.

Que nossas amizades reflitam o propósito divino, escolhendo a comunhão que fortalece a oração e não a fofoca, para que a nossa jornada espiritual seja sempre edificante.

⁠Hoje é dia de cortar amizade e pessoas tóxicas, cortar a dor, cortar a tristeza, cortar tudo que não te serve mais, remover tudo que tem te feito mal !

⁠É bom dar presente, mas bom mesmo é ser presente, ser amado, ser amigo, ser parceiro, e ser o abraço mais sincero e mais quente, e permitir que os nossos olhos não enxerga só a gente!

Um relacionamento amoroso ou mesmo de amizades e mesmo entre familiares é um forte regulador biológico do estresse. Essas relações de apoio mútuo, resiliência, respeito, compreensão e entendimento diminuem o cortisol e trazem saúde, amor, fé e encorajamento para enfrentar as adversidades da vida. Enquanto relações marcadas por conflitos constantes, raiva, o não *perdoar* elevam o cortisol e prejudicam não só a alma, mas o organismo num todo. Lu Lena