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A natureza humana tem no seu bojo aplicativos da ingratidão, ostentação, alguns acreditam que são, mas na realidade estão.

Conteúdo se difere de conhecimento chulo.

Bom dia!
Senhor, permita-me que em 2026 eu reclame menos, julgue menos e evolua mais.


Benê Morais.

"Não se engana, a quem aceita a nossa verdade e faz dela a sua!

Fábio Santana

A arte de prosperar nasce da aceitação do movimento incessante do mundo. Adapte-se para prosperar.

Entre o vermelho e o amarelo, eu sou mais o verde e o branco, que trazem esperança e paz, as cores dos meus times Palmeiras e Icasa.


Benê Morais.

"Um ser humano terrível não conhece
a calma que a inocência traz à alma."

Conhecimento


Penso que, assim como o amor do nosso coração e a essência da nossa alma, o conhecimento da nossa mente é algo que nada, ninguém pode tirar de nós.


José Sérgio Batista
@josesergio9b


09.01.2022

Silhueta
Quando te conheci, a sua luz já estava no fim, e, quando percebi, as mãos da morte já estavam aqui.
Porém, ainda vive a lembrança
do seu andar explodindo em mim — um semblante sombrio e, ao mesmo tempo, brilhante.
Isso é cativante: gira, contorce, e o ar se ausenta dos meus pulmões.
Mas tudo se distancia, e tudo vira uma imagem borrada ao fundo,
como uma silhueta em névoa brilhante.

Viver harmonia em plenitude
Com a mentalidade consciente
A tolerância é luz que guia
Aceitar o igual e o diferente
Respeitar gosto e modo de ser
De toda forma e qualquer viver
Pra ter felicidade permanente.

Esta é uma força de vida
A visão que nos faz prosperar
É uma jornada esperançosa
Com a certeza que vai melhorar
É saber que o sol sempre brilha
Que a energia segue na trilha
Com o otimismo quero estar.

Toda tentativa de evoluir é válida, mesmo se um dia falhar ou várias vezes... Acredite! alguns degraus já estão garantidos.

Utilize de sabedoria para conhecer o outro, profundamente.

A luz na sala de aula


Docentes esperançosos
Põem fé nos estudantes
Com a caneta nas mãos
Seguem firmes, confiantes
Mesmo com dificuldades
Superando adversidades
Que são muito semelhantes.


Os livros são esquecidos
Trocam por telas atraentes
O saber fica abafado
Nos olhares adolescentes
Triste desmotivação
Tornam mais dura a missão
E a vida dos seus docentes.


Muitos não têm base firme
Falta apoio familiar
Ninguém cobra, nem auxilia
São poucos a colaborar
Familiares pouco incentivam
E os saberes não se ativam
Chega é triste de lembrar.


Há escolas sem recursos
Faltando boa biblioteca
Sem espaços pra reforço
A aprendizagem resseca
Não garantindo o saber
Como é que vai crescer?
Compromete até o ECA.


O tempo voa, relógio gira
Chegam as provas do ensino
São demais as cobranças
A cada menina e menino
Se a leitura não fluir
Como vitória conseguir?
É grande nosso desatino.


É preciso dar a ferramenta
Com a letra, a interpretação
Diminuir pessoas nas salas
Aumentar a participação
Buscar sempre dar um jeito
Que haja ensino direito
Com a mais pura atenção.


Governos trazem projetos
Com nomes e bons intentos
Mas no meio do caminho
Há falhas nos suprimentos
Mesmo com bons objetivos
Melhorando rotas e incentivos
Ainda há muitos impedimentos.


Professores não desistem
Fazem círculo, roda, oficina
Procurando dar atenção
A quem falha e desanima
Busca renovar a prática
Agindo de forma empática
Que o saber os ilumina.


Mas quando a luz se acende
Estudante, enfim, alcança
A alegria é imensurável
E a vida ganha esperança
O sorriso vai prevalecer
Pela vitória do saber
E o fim da desconfiança.


A satisfação é sem igual
Como é chuva para o calor
Vê-los o mundo decifrar
Com mente livre e mais sabor
Mais que o salário a ganhar
É a certeza de transformar
A educação com muito amor.

Pode acreditar em mim, eu te amei — mesmo quando só havia teu rastro
no silêncio dos meus pensamentos,
mesmo quando a tua voz era um eco distante
e a tua presença, um mapa que eu desenhava à noite.
Amei-te como quem guarda um fogo em segredo,
sem pedir abrigo, sem cobrar retorno;
amei-te com a fome de quem conhece a própria sede,
com a coragem de quem planta flores no inverno.
Havia em mim um mar que te chamava pelo nome,
ondas que batiam nas pedras da saudade,
e cada lembrança tua era uma estrela acesa
no céu que eu tecia para não me perder.
Sei que te amei com a força dos rios que não se explicam,
com a paciência das raízes que sustentam árvores inteiras;
amei-te sem medida, sem trégua, sem testemunhas —
um amor que foi inteiro, mesmo quando só existia em mim.
Guardo esse amor como quem guarda um segredo sagrado:
não para esconder, mas para lembrar que fui capaz
de amar com toda a pele, com toda a voz, com todo o tempo.
Lembra — eu te amei, e esse amor ainda me habita.

É saber que, mesmo no escuro
Um novo dia sempre vai raiar
A esperança é a fé na vida
Que nos faz sempre caminhar
Ela que acalma o nosso viver
E nos dá o bom poder de crer
Que o melhor há de chegar.

A sombra do meu pecado me trai — um vulto que conhece meus passos antes de eu os dar.
Atrai-me para o submundo onde a escuridão tem voz e os nomes se desfazem,
um convite sem luz, uma promessa que cheira a ferro e a lama.
Somos dois náufragos: eu e essa sombra que me habita,
invisíveis aos olhos que ainda acreditam em salvação.
Envolvidos como raízes emaranhadas, presos no pântano do desejo,
onde o tempo apodrece e as horas se tornam moscas.
Caímos sem alarde, amordaçados pela própria culpa,
a boca cheia de terra, o grito reduzido a um eco de ossos.
A decomposição não é só do corpo — é do nome que eu dava às coisas,
do mapa que traçava para me encontrar, agora rasgado e úmido.
Há um frio que não passa, uma sede que não se sacia;
cada passo afunda mais, cada lembrança vira lodo.
E, no entanto, há uma clareira de silêncio dentro desse breu,
um lugar onde a traição aprende a dizer o seu próprio nome.
Não peço perdão — não ainda — porque o perdão exige luz que não trago.
Quero apenas ver, por um instante, a sombra desvelada:
que se revele inteira, sem disfarces, para que eu saiba com quem divido o corpo.
Se a escuridão é casa, que seja ao menos honesta;
se o pântano é prisão, que me mostre a porta que não consigo ver.
E se a decomposição é destino, que me ensine a colher do próprio fim
a semente que, talvez, um dia, resista e floresça na lama.

⁠Parece piada, mas não é. O Brasil se torna o quintal do mundo. O que não querem lá fora, e aceito aqui. Barbaridade!!!

⁠O julgamento do outro, na maioria das vezes é cruel, desumano e mentiroso

⁠Novo Ano desponta com as luzes da Esperança de um mundo melhor.
Façamos acontecer!