Citações
Espero por ti, minha alma anseia, meu coração dispara...
Meus olhos te procura
Quero te encontrar
Desejo meu....
AFORISMO: O Diálogo, é Uma Sala com Duas Poltronas. Nela somente existe Uma Porta. Esperando ser Aberta, por Alguma Mente Inquieta, em Busca de Uma Verdade Possível. Rolemberg.
Aquele que não está preparado para cair, tampouco terá o conhecimento preciso do esforço para conservar em pé.
Saber esperar é ótimo, mas a paciência se torna uma arte quando esta se encontra no ato de correr atrás.
O Rock não é um estrondo esperado, muito menos um grito no barulho, tampouco o Rock é um bagulho, o Rock é o som fugindo do embrulho.
São poucos os aceitam que a verdadeira felicidade está em encontrar felicidade nos outros.
Mas são muitos os que buscam dinheiro no bolso alheio.
"O diamante lindo e brilhante que conhecemos um dia foi apenas um pedaço de carvão que, ao longo de milhões de anos e sob altas temperaturas e pressão, foi forjado. Então, talvez todas as dificuldades que esteja passando sejam apenas o tempo e Deus forjando sua melhor versão."
O que Nos resta, além de Desilusões, é UMA GRANDE ESPERANÇA, que Construimos pelo Nosso EXEMPLO de Vida. Palavras são somente Palavras...Nossas Opiniões ou Ações, são Sombras, que nos Dignificam ou Condenam... Porisso digamos: VIVA A VIDA!!! Rolemberg.
DOIS MIL ANOS se Passaram, e nossa Infeliz e triste Humanidade, ESPERA um Gesto de: PODER, BONDADE, MISERICÓRDIA, de Um dito : DEUS. Quanta Ingenuidade e Alienação!! O HOMEM É O DEUS IMPERFEITO DO PRÓPRIO HOMEM!!! Rolemberg.
O ser humano é único, não o julgue, não o condene! Cada qual tem sua história, seus conceitos, suas verdades e fé, assim antes de tirar suas conclusões sobre mim, ou outro, coloque se neste lugar, e veja a diferença de teu julgamento...
(Zildo De Oliveira Barros)
Boa tarde!
Eu e minha amiga, amiga de verdade, conhece minhas saudades, conhece o meu viver, doada por um amigo, um pássaro já tão antigo, trouxe eu de outro viver, cruzei mares, serras e altares, mulheres e tanto prazer, guerras, batalhas vencidas, da morte fui tão amigo, varias vezes abraçados choramos e rimos, são vidas a se enternecer, se hoje ocupo este corpo, amanhã eu terei outro, e a pena a me valer, por isto somos amigos! A pena não trai o amigo, um outro iremos ser...
Pena! Que pena...
Voaste tu por tanto tempo, e tantas noites ao relento, aqui tu veio a pousar, da doação do amigo, um belo pássaro antigo, que não cheguei a avistar! Mas o trago entre os dedos, e quando no meu tinteiro tu entras a se molhar, e dos pingos que respinga aqui as manchas de tintas faz corações se chorar, homens que tanto vagueiam corações partidos ao meio, mulheres a se amar, de tudo já escrevestes, do açoite de uma noite a um dia a brilhar! Falou do menino pobre, da seca que vem do norte, do mendigo a vagar, falou daquela mocinha que numa tarde sozinha, numa estrada pequenina, o poeta a abandonar, pois o poeta não tarda, mas não conhece a enxada, não sabe só trabalhar! Mas por você carpiria, por noites trabalharia se tu voltasses a ficar, moça bela e faceira tantas lindas por inteira saiu do seu rastejar, da natureza tão bela fez tu tantas aquarelas, pantanais a se mostrar! Mas o poeta e as rimas eu acho que são só primas, pois vive por entre amores o poeta a se chorar, sabes bem ó minha pena, que primos nunca podem se casar! E se não fosses por ti, pena leve e ligeira, o poeta que rasteja nos rabiscos a se mostrar, todos conhecem sua alma, e você é a culpada, pois vive a rabiscar, aquela mulher madura, que mesmo sem bela cintura o poeta a vem amar, e molda entre seus versos, a moça linda e bela, que de gordinha, algum besta a foi chamar, você numa tarde fria, falou de um tema tão triste, mas que nos vem a mostrar! Uma doença malvada machucou aquela moça amada, um seio lhe foi roubar, pena ó minha pobre amiga somos parte de uma intriga, não podemos separar, e se a ti me tirarem, farão um ato covarde, numa vala vão me jogar, sei que perdeste tu os voos, das madrugadas os coloridos, a natureza a mostrar, mas por entre meus rabiscos viajas em pensamentos, algumas damas tu já fizeste a chorar, pena bela e ligeira, és como uma roseira, lindas pétalas a esparramar! Já falei de ti amiga, espero que alguém me diga, poeta! Sem sua pena, nada, nada tu serás...
(Zildo de Oliveira Barros) 19/08/14 03h45min
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