Citações
Vivemos num sanatório chamado humanidade.
Onde falsos julgam falsidades.
Onde hipócritas estão cheios de moral.
Onde os bons são ditos loucos.
Onde loucos psicóticos são conselheiros.
E conselheiros são humilhados.
Onde humilhados buscam atenção.
Onde a atenção está nas futilidades e em irar-se.
Onde irar-se é espetáculo tão esperado nas redes sociais.
Onde rede social não é verdadeiramente nada social.
Onde o social é somente um véu.
Que encobre os velhos e bem conhecidos problemas da humanidade.
Nascemos filhos. E esperamos ser filhos para sempre. Mimados, educados, amados. Que nossos pais invistam doses cavalares de amor em todo nosso caminho pela vida. Que, quando a vida doer, haja um colo materno. Que quando a vida angustiar, encontremos neles um conselho sábio. E, quando isso nos falta, há sempre uma lacuna, um sentimento estranho de sermos exceção.
Mesmo adultos, esperamos reconhecer nossa meninice nos olhos dos nossos pais. Desejamos, intimamente, atenções miúdas, como a comida favorita no dia do aniversário ou a camiseta do time de futebol se estamos na casa deles.
Não estamos prontos para trocar de lugar nesta relação. É difícil aceitar que nossos pais envelheçam. Entender que as pequenas limitações que começam a apresentar não é preguiça nem desdém. Que não é porque se esqueceram de dar o recado que não se importam com a nossa urgência. Que pedem para repetirmos a mesma frase porque não escutam mais tão bem - e às vezes, não está surdo o ouvido, mas distraído o cérebro. Demora até aceitarmos que não são mais os mesmos - que dirá “super-heróis”? Não podemos dividir toda a nossa angústia e todos os nossos problemas porque, para eles, as proporções são ainda maiores e aí tudo se desregula: o ritmo cardíaco, a pressão, a taxa glicêmica, o equilíbrio emocional.
Vamos ficando um pouco cerimoniosos por amor. Tentando poupar-lhes do que é evitável. Então, sem querer, começamos a inverter os papéis de proteção. Passamos a tentar resguardar nossos pais dos abalos do mundo.
Dizemos que estamos bem, apesar da crise. Amenizamos o diagnóstico do pediatra para a infecção do neto parecer mais branda. Escondemos as incompreensões do casamento para parecer que construímos uma família eterna. Filtramos a angústia que pode ser passageira ao invés de dividir qualquer problema. Não precisam preocupar-se: estaremos bem no final do dia e no final das nossas vidas. Mas, enquanto mudamos esses pequenos detalhes na nossa relação, ficamos um pouco órfãos. Mantemos os olhos abertos nas noites insones sem poder correr chorando para a cama dos pais. Escondemos deles o medo de perder o emprego, o cônjuge ou a casa para não sofrerem sem necessidade e, aí, estamos sós nessa espera; não há colo nem bala, nem cafuné para consolar-nos.
Quanto mais eles perdem memória, vigor, audição, mais sozinhos nos sentimos, sem compreender por que o inevitável aconteceu. Pode até surgir alguma revolta interior por esperar deles que reagissem ao envelhecimento do corpo, que lutassem mais a favor de si, sem percebermos, na nossa própria desorientação, que eles não têm a mesma consciência que nós, não têm como impedir a passagem do tempo ou que possuem, simplesmente, o direito de sentirem-se cansados.
Então pode chegar o dia em que nossos pais se transformem, de fato, em nossos filhos. Que precisemos lembrá-los de comer, de tomar o remédio ou de pagar uma conta. Que seja necessário conduzi-los nas ruas ou dar-lhes as mãos para que não caiam nas escadas. Que tenhamos que prepará-los e colocá-los na cama. Talvez até alimentá-los, levando o talher a sua boca.
E eles serão filhos piores porque lembrarão que são seus pais. Reagirão as suas primeiras investidas porque sabem que, no fundo, você acha que lhes deve obediência. Enfraquecerão seus primeiros argumentos e tentarão provar que ainda podem ser independentes, mesmo quando esse momento tiver passado, porque é difícil imaginarem-se sem o controle total das próprias rotinas. Mas cederão paulatinamente, quando a força física ou mental reduzir-se e puderem encontrar no seu amor por eles o equilíbrio para todas as mudanças que os assustam.
Não será fácil para você. Não é a lógica da vida. Mesmo que você seja pai, ninguém o preparou para ser pai dos seus pais. E se você não o é, terá que aprender as nuances desse papel para proteger aqueles que ama.
Mas, se puder, sorria diante dos comentários senis ou cante enquanto estiverem comendo juntos. Ouça aquela história contada tantas vezes como se fosse a primeira e faça perguntas como se tudo fosse inédito. E beije-os na testa com toda a ternura possível, como quando se coloca uma criança na cama, prometendo-lhe que, ao abrir os olhos na manhã seguinte, o mundo ainda estará lá, como antes, intocável, para ela brincar.
Porque se você chegou até aqui ao lado dos seus pais, com a porta aberta para interferir em suas vidas, foi porque tiveram um longo percurso de companheirismo. E propor-se a viver esse momento com toda a intensidade só demonstrará o quanto é grande a sua capacidade de amar e de retribuir o amor que a vida lhe ofereceu.
Acreditar no amor é ter fidelidade a si próprio, negar o amor é trair a si e a quem se ama,.
Acredito no amor e não vou desistir de amar, porque na noite mais solitária, na angustia mais negra, na dor mais intensa, a lembrança do amor me valerá, e quando eu for feliz, serei muito mais feliz do que jamais poderia esperar.
E nada no mundo trás uma felicidade mais luminosa e intoxicante, mais terna e libertadora, do que o amor.
Tudo o que se passa neste mundo seja considerado como acessório. Que o olhar do nosso espírito se volte para frente, fixando-nos firmemente nos bens futuros que esperamos alcançar
Melania Ludwig
2 de fevereiro de 2011 ·
Ainda é madrugada,
Mas vou abrir minha janela,
Esperar a passarada,
E ouvir dela a alvorada...
Quando nos aceitamos,
como somos...
quem somos...
nos amando e respeitando,
temos uma grande chance de sermos
sinceros com os outros e mais felizes.
Gilberto Braga.
O tempo não passa, voa, e não sabemos o que nos espera!
E quando pensamos que é o fim, novas e belas surpresas surgem...
Se você não é nenhuma princesa esperando pelo seu príncipe em um lindo cavalo,então espera quem te ama do jeito que você é!...
A minha fé esta no amor...
A minha esperança é o amor...
A minha "religião" (?) é amar com amor....
O meu milagre esta no amor que cura...
A minha vida quem conduz é o amor...
Quem esta no controle é o amor...
Quem salva é o amor...
Sómente o " amor" restaura...
Só quem ama perdoa...
O amor, sómente o amor, pois acima de tudo,o mais importante é o amor.
Felicidade é dar valor às pequenas coisas
que recebemos da vida.
Aceitar sempre com emoção
tudo aquilo que nossa alma necessita.
Sem esquecer do valor da Gratidão.
Afinidade
O amor é um sentimento constante,
Tem uma resistência incomparável,
Acredito ser o mais caro brilhante,
Por ser um sentimento insuperável.
É uma afinidade ímpar em cada coração,
Que nos faz sentir a tristeza e a saudade,
Também trazer a mais profunda satisfação,
Conduzindo-nos a mais pura felicidade.
Independe do tempo ou da distância,
Mostrando-nos uma beleza penetrante,
Conduzindo-nos de volta a infância,
Tornando-nos um ser mais confiante.
Dár-nos como a um pássaro a liberdade,
Para viajarmos por sonhos e imaginações,
Trazendo em nossas mentes a realidade,
Dos mais lindos momentos de emoções.
No meio de uma calmaria ou tempestade,
Podemos sentir as mais loucas sensações,
Sentindo-nos um plebeu ou uma majestade,
Como também muitas alegrias ou aflições.
No amor nos entregamos pela cumplicidade,
Fazendo do mesmo a mais bela expressão,
Demonstrando a mais pura sinceridade,
Sem permitir que si torne uma obsessão.
Um idiota uma vez me perguntou o que eu sinto em lutar contra algo que eu acredito que nao exista .
Eu disse : e pra você como é acreditar em algo que nao existe?
Há dois tipos d pessoas: as q esperam a oportunidade acontecer e as q fazem a oportunidade acontecer.
Amor em tempos de crise
Quando te vi
Mal pude acreditar
Foi muita sorte te encontrar
Onde tinha tanta gente a passar
E pra mim você fez um bem!
Muito obrigada, nota de 100.
