Chegou ao fim
Em 1990, no começo do ano, minha primeira professora chegou com um Monza para a aula; dei-me ao luxo de ficar observando a então moderna antena que se recolheu quando ela desligou o carro. Era para sermos muito felizes, mas as reuniões já no começo do ano letivo, do mesmo jeito que acontecem hoje, fizeram com que ela deixasse a turma, que foi assumida pela professora Ester.
A Ester não tinha o Monza encantador, mas foi a minha professora do restante do ano. Ela me presenteou com o livro "A loja da Dona Raposa". Já são quase 30 anos, e o livro está guardado, podendo ser guardado por outros 30.
A dedicatória dela ainda está comigo: "só se aprende a ler, lendo; a escrever, escrevendo ; a amar, amando." Não a vi mais. Mas tenho a lembrança de alguém que marcou a minha vida.
Toda vez que vejo um amigo professor desempenhando seu papel de forma amorosa, lembro-me dela. E sei que estamos em alguma memória por aí, assim como ela está.
Minha esposa,
quando chegou em minha vida,
a solidão ficou deprimida,
a tristeza teve recaída.
A felicidade soou fortemente,
e o ribombar dos sentimentos
Hoje ouve-se claramente.
Não consigo te olhar sem lagrimejar.
Vou tomar a sua atenção como porto seguro.
Nada mais almejo que estar contigo neste lugar.
Do montão da vida repugnante, você me fez sair do sono.
Quando chegou em minha vida, foi risonho.
Em teu abraço e toque esperto esperei esse sonho.
Viva comigo como composição literária.
Humorismo do nosso amor, será expressão diária.
Existe amor para quem chegou ao limite do cansaço e descobriu que já não há mais o caminho para recomeçar?
A noite chegou trazendo beleza, carinho e mansidão...
Tudo que conforta o espírito e acalenta o coração.
“Algumas pessoas passarão a te odiar, porque você chegou ao nível de conhecimento que elas não queriam que você chegasse".
Bom dia, minha querida irmã. Bom dia, meu querido irmão. O sol por aqui chegou reluzente, que a luz de Deus esteja presente em cada mente e em cada coração!
Hoje você tem talento e formação, chegou aonde chegou, onde apontou o nariz, envelhece e esquece quem alimentou sua raiz.
Era inverno quando Laska chegou. Ao contrário do que esperava, não me colocou no colo, não me aqueceu muito menos tirou aquela agonia familiar do meu peito.
Chegou não sei se altivo ou nervoso, só sei que tirou tudo do lugar. Tirou todos os móveis do canto da sala, jogou minhas gavetas no chão, esvaziou meus armários, jogou as roupas na cama. Nem mesmo meu lugar secreto de bugigangas escapou daquele ataque estranho. Tirou as cortinas das janelas, bagunçou a cozinha. Eu olhava aquilo tudo primeiramente estática, sem entender. Depois, nervosa, pulei em seu pescoço tentado frear aquela disseminação da desordem, em vão. Ele continuou sua missão que durou pouco mais de uma hora.
A noite estava fria, ventava e caia uma chuva fina e triste e eu assistia desolada e derrotada aquele espetáculo da porta, sentada no chão, onde eu estava. Quando ele se deu por satisfeito, virou pra mim e disse: “Pronto, agora arrume.” Confesso que chorei. Era só uma casa, tudo bem, eu sei, mas era a MINHA casa, toda bagunçada, revirada de ponta a cabeça e com aquela imensa nuvem de descrença pairando no ar.
Esfreguei os olhos com as costas das mãos, como fazia quando criança. Olhei pra ele, nos olhos. Nem brigar consegui. Ele saiu pela porta me deixando ali com minha bagunça, com aquela bagunça tão parecida com meu interior. Sentei perto da cama. Não sabia sequer por onde começar, mas comecei. Furiosa, entristecida, descrente, fui pegando primeiramente minhas coisinhas pequenininhas. Encontrei um porta-retrato do 1º ano da faculdade, uma carta do primeiro namorado, uma foto envelhecida do meu saudoso pai, um cartãozinho de um natal antigo em família, e de repente, meu rosto de triste começou ter aquela leveza que a nostalgia das boas lembranças produz.
Encontrei também um tanto bom de recibos de contas antigas, molduras de tempos ruins e mais alguns outros resíduos de lembranças doloridas. Do guarda-roupas, acabei encontrando várias coisas que não mais deviam estar ali. E assim prossegui minha faxina forçada, encontrando em cada canto alguma coisa que me fazia chorar e sorrir, me livrando de algumas, guardando com ainda mais cuidado outras tantas. A faxina não acabou em um dia. Demorei semanas para colocar tudo em ordem. Creio que nem na última mudança vi tanta bagunça. Laska estava sabe-se lá onde… desde o dia do seu ataque que eu não o via.
Quando terminei a faxina no interior da casa, reinava do lado de fora caixas e caixas de coisas que precisavam ganhar novos donos, novos rumos e também o caminho do lixo. Sai de casa e encontrei novas casas para as coisas que precisavam de novos donos, deixei também um bom montante de caixas no lixo e dei aqueeeele tanto de papel de um passado não tão legal para o cara da reciclagem da esquina. Voltei pra casa leve. Até de sapatos eu havia me desfeito. Cheguei e observei como minha varanda estava linda. Nunca tinha notado o quanto parecia iluminada, limpa. Límpida.
Entrei e aquele ar que gosto de chamar de “esperança” me acolheu e abraçou. Achei tudo mais lindo e espaçoso. Havia me livrado daquela mesa de canto que nunca havia tido serventia alguma além de ocupar espaço. Havia me livrado também da cortina escura e a janela do jardim agora estava aberta deixando o cheiro do finalzinho de inverno entrar. Eu ainda estava ali, enamorada quando ele entrou. Entrou, me deu aquele abraço que só ele sabia dar, envolvendo meus braços, por trás e sussurrou no meu ouvido:”Será que agora você entendeu?”
Eu me virei e fui preenchida por aqueles olhos que me desmontavam por inteiro sem necessitar de palavra alguma e ao invés de raiva, repulsa, eu o abracei. Me joguei nos seus braços, com aquele choro de alívio regado a riso silencioso.
Não sei muito bem quando a ficha caiu, quando entendi. Só sei que foi bem no dia que Laska chegou e tirou tudo do lugar que entendi que amor só é amor quando de alguma forma te tira do ócio do comodismo e te relembra que para coisas boas chegarem é preciso arrumar “espaço”.
Naquele dia, “Laska” entrou de vez na minha vida, e desde então, nunca mais me questionei sobre o que é amor, “Laska” arde todos os dias em meu peito me lembrando que está ali.
Quando a primavera do coração chegou, as flores floresceram no jardim da alma, desabrochando a apaixonante rosa que tem o nome de Eterno Amor!
Quando a tempestade chegou, despertei Deus que repousava no meu coração. O Braço Forte do Senhor Conduziu-me através do mar agitado da vida até o porto seguro do meu espírito.
Quando a tempestade chegou, pareceu cercar toda a minha vida, mas chamei o Senhor, que no meu coração fez Sua Morada, o Sol novamente brilhou e toda tormenta cessou, pois Deus é a Eterna Esperança dos aflitos!
Chegou setembro...🌻
Das flores, das cores...
Primaveril... Amarelo... De sonhos... De fé... Setembro como Deus quiser...
Para setembro, que nossas dores fiquem guardadas numa gaveta de esperança e sejam curadas uma a uma.
Que o amarelo seja presente nas flores, nas auras, na luz divina que nos cobre... E na consciência de ajudar quem precisa. Que nossos sonhos transbordem fé e sejam realizados... Que cada coração encontre o que procura. Que nossas urgências sejam abrandadas pela sabedoria divina. Que o bem prevaleça. Que a vida seja valorizada, a minha, a sua, a de todos...
Que Deus esteja à frente de cada decisão.E que Ele nos proteja e nos livre de todo mal, visível e que não sabemos. E que nos livre também dos enganos. Que tenhamos alívio para os infortúnios que surgirem. Não vamos pensar no que poderia ter sido feito, mas focar no agora, no a partir de hoje. Sempre há tempo para se realizar os sonhos, para alcançar metas. Mas acima de tudo, que se entenda o tempo de Deus, que é perfeito. Ele sabe exatamente o tempo de cada colheita. Que o foco seja plantar as sementes no solo fértil e sagrado da vida, regando-o com boas atitudes, com fé e com sabedoria
Para setembro, desejo boas colheitas.
Chegou novembro...
O início de um novo mês é sempre de renovação das expectativas, de fortalecimento da esperança e da fé. E também de gratidão, pois chegamos até aqui.
Que esse seja o mês dos sonhos realizados. Que seja o mês no qual nossos anseios mais urgentes sejam atendidos pela força de nossas preces. Mas que acima de tudo, que entendamos a vontade de Deus. Que novembro traga a cura que cada coração precisa. Que cada pessoa descubra a força que tem. E perceba o amor e os cuidados de Deus. Que seja um mês de levezas para nossas angústias. Que surjam soluções. Que tenhamos sabedoria e paciência para as adversidades que surgirem. Mas acima de tudo, que seja como Deus quiser.
Para novembro, quero boas surpresas.
Por favor, novembro, surpreenda-me...
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