Chantagem Arma dos Fracassados
A fé clareia a minha mente e a mente clareia os meus caminhos
A minha arma não é pistola mais o poder do raciocínio
Poema – Quando a Verdade Vem à Tona
O circo um dia se arma,
mas também um dia se fecha.
E quando as luzes se apagam,
sobra apenas o homem diante
da própria história.
Houve quem tivesse tudo nas mãos:
o país, a caneta, o povo, a fé.
Houve quem pudesse ter sido grande,
maior que o próprio tempo.
Mas escolheu o caminho da sombra,
da mentira repetida,
da palavra vazia
que feriu corações em plena dor.
Na pandemia, vimos janelas fechadas,
vidas partidas, lares em silêncio.
E ouvimos, do alto,
blasfêmias que machucavam mais
do que a solidão das ruas vazias.
Enquanto esperávamos a salvação
que só viria na vacina,
pessoas queridas se iam,
e a verdade era empurrada para longe.
Mas a mentira pode até boiar,
pode até enganar,
mas o azeite sempre sobe.
A verdade sempre encontra o caminho
de voltar ao topo.
E quando chega… ilumina.
Não é falta de visão,
de audição ou entendimento.
É escolha.
É o peso de acreditar
no que conforta,
e não no que liberta.
O Brasil precisa desapertar o peito,
abrir as janelas, deixar entrar luz.
Enterrar o que passou,
não para esquecer —
mas para aprender,
para crescer,
para renascer.
Somos um só povo,
um só chão,
um só sonho.
E quem já envelhece sabe:
a vida só vale quando deixa frutos.
É nosso dever plantar árvores
para aqueles que ainda virão,
assim como plantaram para nós.
Que venha a era da paz.
Que venha a era do abraço.
Que venha a era do amor
que não conhece rancor.
Porque Jesus nos ensinou
a amar o próximo,
e é desse amor que nasce
a verdadeira potência:
não a potência do poder,
mas a potência da união.
Que o Brasil floresça,
não pelo ódio,
mas pela esperança.
Que o futuro seja claro,
como um campo depois da chuva.
E que todos nós,
irmãos de uma mesma pátria,
possamos caminhar lado a lado,
transformando dor em luz,
e escuridão em amanhecer.
— Nereu Alves
Quem tem teto de vidro, não pode envolver-se em confusão. A palavra é uma arma, e pode mudar de direção.
"Arma Letal do Eu Interior"
O amor por si mesma não é nenhuma vergonha –
é a lâmina que desfaz o véu da mentira que nos prende;
quando nos admiramos, criamos uma força, uma coragem maior
para enfrentar a vida – e essa chama é fogo que não consome, mas ilumina o caminho.
É a flecha certeira que alcança o coração da autocrítica falsa,
o escudo que repele palavras que não nos pertencem;
não busca derrubar ninguém, mas erguer o que foi abalado,
pois a verdadeira potência está em construir, não em destruir.
Essa é minha arma letal – feita de ternura e determinação,
que transforma sombras em luz e silêncios em cantos!
Hipocrisia é arrotar santidade enquanto usa a Bíblia como arma para excluir, esquecendo que o 'vinde a mim' não tinha asterisco de exceção.
A parcialidade é a arma de quem não tem argumento e castra a informação com a única intenção de manipular.
*Mulher guerreira.*
Vejo uma mulher guerreira, sem espada e sem nome.
Sua única arma é a coragem, para matar dos filhos a fome.
Ela acorda cedo, deita-se tarde, pega o ônibus lotado.
Mas, com sorriso na alma, beija o filho no colo, que, vencido pelo dia, já não está acordado.
Não tem dor que a segure ou tristeza que a impeça.
Tudo que lhe importa é que seu filho cresça.
Da fraqueza tira força, e da dor faz poesia.
Enxergando o futuro de seus filhos, isto lhe é primazia.
Esqueça os grandes autores, os filmes a que você já assistiu um dia.
Quer conhecer uma guerreira?
Elas estão por aí.
Na rua, no ônibus lotado, nas portas das escolas, nas grandes empresas ou simplesmente na cozinha de sua casa.
Numa comida que exala seu cheiro, num filho que a abraça ou num afago ligeiro.
Cícero Marcos.
A religião é a arma mais perigosa que existe, quando é usada para substituir a consciência individual pela obediência cega, transformando fé em submissão e espiritualidade em controle.
A humildade é a arma mais poderosa para transformar a educação e a vida, pois permite reconhecer a importância do aprendizado contínuo, da colaboração entre todos e promove o crescimento pessoal e social.
A verdade é a arma mais poderosa que existe. Ela pode libertar, curar e transformar. Usada com sabedoria e compaixão, a verdade pode mudar vidas e construir um futuro mais justo.
Lá na feira já virou tradição,
Quando Suzianne arma o fogão.
Panela grande, colher na mão,
O povo chega em procissão.
Ela mexe doce com concentração,
Segredo guardado no coração.
Coco ralado, açúcar e paixão,
Abacaxi e limão na combinação.
Pense num trem bão, visse não!
Gruda no dente mas alegra o povão.
Quem prova pede repetição,
É doce que causa animação.
Refrão
Você é boa, mulher!
Você é boa, mulher!
Quebra-queixo igual o que cê faz
Só nasce uma vez, se nascer!
Se tiver outro igual ao teu
É conversa, é invenção.
Porque doce desse jeito
Só sai da tua mão!
Tem cabra que perde o juízo,
Tem moça pedindo a receita.
Mas Suzianne só dá risada,
Diz que é herança perfeita.
Coco, abacaxi, açúcar e limão,
Mistura que vira tentação.
Quem come esquece da dieta,
E pede mais um pedaço então!
Refrão
Você é boa, mulher!
Você é boa, mulher!
Quebra-queixo igual o que cê faz
Se existir outro é provocação, oxente, é.
Você é boa mulher.
Você é boa mulher.
Quebra-queixo igual o que se cê faz.
Se existir outro é provocação, oxente é.
A religião, nas mãos de um narcisista, vira uma arma de controle e não uma ferramenta de libertação.
