Cem Sonetos de Amor de Pablo Neruda (trechos inesquecíveis do autor chileno)
Cada um trás consigo sua parcela de mérito e de culpa, sem desculpas, perante sua própria felicidade.
O estudo da vida e da medicina são ciências de conhecimento inexatas. A cada caso e movimento a natureza autônoma interfere a seu jeito. A logica não faz parte do entendimento.
Se puder fazer o bem para alguém em seus caminhos, faça. Caso não possa, emane boas vibrações sem julgamento e ore a Deus da Vida, para que a ajuda chegue o mais rápido possível.
Enquanto jovem só se pensa no agora, o futuro é uma abstração ainda a se encontrar mas as verdadeiras respostas são respondidas enquanto jovem mesmo que incompletas pois na maturidade menos perguntas terá interesse de perguntar.
Triste é sonhar na solidão, na doce falsa promessa de uma ilusão. Que devora nosso peito nu, de fraco coração. Como se o amor, não tivesse fim, mesmo na incompreensível imensidão.
O Altíssimo Deus da Liberdade, não precisa de intermediários e nem de lugares específicos. Fala conosco diretamente e em todos os lugares. Não imputou pecado original algum, e deu a vida em abundancia na natureza como presente aos seus filhos amados.
Todas as manhãs temos a grata oportunidade de pensarmos e agirmos, diferentes. Parece me mesmo que as mudanças tenham haver com a forma mais límpida, simples e clara, que desponta o sol brandinho aos primeiros instantes da alvorada. O silencio interior ouve em serenidade os pedacinhos dos burburinhos da vida das pequenas coisas que se prosseguem, a vida não para. Devemos criar uma nova rotina, menos rígida, por que tudo está certo na liberdade de existir com esperança e mais amor.
Só me parece uma forma de redobrar o tempo de vida e é amar a tudo e a todos, com menos criticas e mais intensidade.
O mais completo prazer se dá ao natural por mais que possamos ter momentos bons e diferentes meio as contraposições, contravenções e artificialidades.
A certeza das improváveis incertezas que ela faz, rejubila me com força e direção a minha fé na vida.
Por mais que as famílias da classe media e de bem desconheçam, o mundo do consumo farto é por si só criminoso e imoral. Os rapazes desde cedo buscando vantagens ilícitas aplicando pequenos golpes anônimos e as meninas vão para as baladas fazerem amor fácil completo com cache, entre executivos homens, com mais idade do que de seus pais.
Só o sorriso, o carinho, a generosidade e a empatia merecem respostas. O resto o próprio vento se encarrega de levar para longe o que é perda de tempo.
Entre humildes e soberbos. A mente sobre travesseiro baixinho, belos sonhos e sobre travesseiros bem altos, só pesadelos.
O minuto é efêmero e transitório mas com o coração puro, a mente aconchegante e por espiritualidade, construímos com alegria nossa eternidade todos os dias em todas as dimensões do universo.
Em um tempo de tantas perdas, tantos famintos de comida, carinhos e de justiça, outros abandonados e desviados a própria sorte, tantos órfãos de espirito e atenção, a Maçonaria festiva de novos poderosos dentro dela mesma com sorrisos largos não faz parte de minha realidade. Resisto e me rejubilo diante as poucas ações de beneficência e benemerência do amor fraterno mais puro a cada irmão iniciado ou profano. No perpetuo sonho na construção de um mundo melhor.
Toda medalha e condecoração, que não trás consigo o eterno compromisso moral de multiplicar exemplos, do bem e do bom, pelo qual foi outorgado, não vale nada, é em si mais um pedacinho de pano colorido e de metal enfeitado.
Feliz Dia das Mães, que em minha humilde opinião deveria ser Dia da Maternidade, pois adoro a alegoria da mãe pata andando com os seus patinhos e entre eles segue, também seu um pintinho, que acabou de perder sua mãe. A maternidade é a grande celebração, a transcendência do amor na criação dos filhotes. Quantos pais, quantas irmãs mais velhas, quantas madrastas, tias, avos, mulheres, homens e animais fêmeas exercem por zelo e amor o principio da maternidade na renovação da vida e o extremo cuidado com os que acabaram de chegar ao mundo e precisaram do infinito amor maternal transcendente para sua sobrevivência e existência.
