Cem Sonetos de Amor de Pablo Neruda (trechos inesquecíveis do autor chileno)
Cada sopro da vida carrega um instante que se despede. Momentos que voam leves como sementes ao vento, frágeis, mas cheios de significados. O que parece partir, na verdade, semeia. Porque a vida, mesmo quando vai, deixa raízes em algum lugar.
Mateus 25:31-46 ensina que, no fim dos tempos, Jesus separará as pessoas como ovelhas e bodes, recompensando os que praticaram atos de bondade e misericórdia, e condenando os que os ignoraram.
● Antes, o enfrentamento de ambas, morte e vida, não permitem fugas. É uma armadilha que supera as leis humanas, importando-se com a vaidade de levar o envelhecimento num ofício de percepções latentes nos esquecimentos dos túmulos. A importância dos vivos para os que morrem, é o fragmento do silêncio em pó. Sob a terra ou no sopro do fogo, nada foge, pouco é o abandono e intensa saudade. Distantes, o mármore gélido e o abraço, a chama e o vento, as rosas sobre o artifício da união, todo amor uma ambição de perseguir a vida.
“Se a tua última vela arder apenas por um fio de paz e fé, ainda assim, nenhuma noite será capaz de sufocar-lhe o brilho; pois mesmo a menor centelha, quando nasce da alma, desafia o escuro do mundo.”
Nada do que dizem sobre você é capaz de definir quem você é. Absolutamente nada. O que precisamos aprender é a olhar nossa bagagem com respeito, mesmo que ela esteja repleta de erros, equívocos ou escolhas questionáveis. É nossa responsabilidade dizer "não" a quem usa esses erros do passado para definir o que somos ou o que seremos. Aprender é um processo de construção que nunca termina. A vida sempre nos permite continuar seguindo, organizando o que precisa ser ajustado. Portanto, não se deixe abalar por quem não conhece sua história, suas dores, sua jornada, e não sabe o quanto você caminhou até aqui.
Em alguns momentos, a vida pode nos exigir mais delicadeza, mais respeito por nós mesmos e mais atenção aos nossos próprios sentimentos. Não adianta correr, não adianta adiar e não adianta gritar. Em certas ocasiões, a vida vai nos cobrar que abaixemos o tom e falemos baixo para podermos nos ouvir. Ela vai pedir que desaceleremos os passos. Vai exigir calma de nós. E não há saída. É preciso parar, respirar e descansar o coração. A vida vai dizer "cuide-se", "ouça-se", "mude de onde está". E quando isso acontece, só existe dois caminhos: obedecer ou desmoronar.
Confio muito em Deus e no que Ele tem reservado para mim. Sei que tudo o que estou vivendo é um processo, uma preparação, e que preciso aprender as lições que a vida me traz. Embora possa parecer que estou sozinho e que ninguém está ouvindo ou vendo minhas lágrimas, sei que Deus está sempre comigo, ao meu lado, sustentando meu corpo, alimentando meu espírito e iluminando meus passos. Embora muitas pessoas possam duvidar de mim e de minhas intenções, Deus conhece meu coração, me protege e me guarda de todo o mal. No final das contas, é isso que importa.
Acorda pra vida! Faça a sua parte, faça o que é importante para você. Esqueça o que os outros dizem, esqueça o que os outros fazem. Concentre-se em sua própria jornada, em seu propósito e em sua caminhada. Preocupe-se em acender sua luz para iluminar o caminho à frente. Apenas olhe para trás para lembrar de tudo o que te trouxe até aqui: suas bagagens, experiências, medos e coragem. Você é resultado de tudo o que passou e o seu futuro depende muito do que você faz agora. Então, não perca mais tempo e concentre-se no que só você pode melhorar - concentre-se em si mesmo.
Às vezes, as coisas boas estão ali, na esquina, esperando para te encontrar, mas a gente nem percebe. Fica tão focado no que deu errado antes, no que não saiu como o planejado, que esquece de deixar espaço para o inesperado. Mas deixa eu te contar uma coisa: as melhores coisas - e as vezes as mais bonitas - estão no que a gente não espera. Espero que você, quando estiver prestes a se sabotar, lembre-se de que a felicidade também é feita dos tropeços, das falhas, dos erros. Não deixe que o medo do passado apague as oportunidades do presente. Quando o sol decidir brilhar sobre você, que você se permita sentir. Afinal, se a vida não espera, imagine as coisas boas…
A grande questão não é voltar a ser o que éramos antes do tombo. Não. A sacada é entender quem a gente pode se tornar agora, depois de carregar as cicatrizes e passar pelos naufrágios. Olhar no espelho e não lamentar o que foi perdido, mas enxergar o que ainda dá pra construir. E quer saber? O sol volta. Sempre volta. A dor passa, o peso some e, sem perceber, você está rindo de novo, sentindo de novo, vivendo de novo. Porque é assim que funciona, meu caro: a gente cai, quebra, esfarela. Mas, no fim, levanta. E segue. Trincado ou remendado, mas segue.
Nem tudo é sobre você. Nem tudo precisa da sua voz. Há uma nobreza em se conter, em não se meter onde não foi chamado, em perceber que algumas batalhas não te pertencem. A gente esquece que silêncio também é uma forma de presença, talvez a mais difícil de todas. Porque exige humildade, exige segurar a língua quando ela insiste em querer dar conselhos não pedidos, emitir opiniões que ninguém solicitou. Por isso, o melhor que podemos fazer por alguém é simplesmente ouvir. Não confunda se calar com ser omisso. Há uma grande diferença entre ignorar e compreender o momento de não interferir. Nem tudo que você acha certo é certo para o outro, e nem toda opinião sua vai transformar a vida de alguém. Então, ao invés de ser a voz que interrompe, tente ser o ouvido que acolhe. Ao invés de ser o dedo que aponta, seja o ombro que suporta. O silêncio também tem sua poesia. E às vezes, o maior gesto de amor é apenas deixar o outro existir, sem invadir, sem impor, apenas respeitando.
Entre as notas da saudade, surge outra música que ressoa como um lamento, uma canção que lamenta a distância e celebra a espera do reencontro.
Entre o verso nostálgico e a melodia saudosa, percebo que a saudade é uma canção eterna, uma composição que nunca deixará de tocar em meu coração.
A madrugada se torna o palco da saudade, onde o vazio da noite destaca a sua falta, transformando as horas escuras em um espetáculo nostálgico.
Como uma eterna canção, sua presença se entrelaça em cada verso, fazendo de você a melodia que ecoa na trilha sonora do meu coração.
Quantas vezes precisei fugir para não pensar em você, mas cada passo longe só me levava mais perto do vazio que você deixou.
