Cem Sonetos de Amor de Pablo Neruda (trechos inesquecíveis do autor chileno)
E pensar que nos pensamento de muitos estávamos condenados ao fracasso e a morte, mas o CRISTO nos olhou com um olhar de misericórdia e seu amor chegou até nós.
Muitos irmãos estão acostumados a viver sobre imposições infundadas, medo e opressão dos seus líderes, então só sabem reproduzir tais coisas, mas breve, muito breve, chegará o amor e a liberdade.
Cada vez que olho atentamente para os tons que a vida me dá, mais força para procurar novas cores eu tenho.
Meus desejos se tornam líquidos ao final de mais um dia chuvoso. Eu busco resiliência nas gotas e me delicio pelo momento vivido e registrado.
Me prendendo em meus traços, lembro de olhares fixos, bem humorados e abraços. Agora, estou centrado, fazendo e refazendo laços.
Me encontre, me abrace e me sinta onde há luz. Pode ser em qualquer cor, só sempre me ilumine com o seu amor.
A importância do umbigo não é para se olhar; ele está lá para nos lembrar que existe um laço entre nós e nossa mãe e, por fim, entre todos os seres humanos.
São os contrastes da vida que nos permitem enxergar as nuances e assim nos expandimos, nos libertando das amarras da visão limitada.
Retribuições têm sabor e agradecimentos têm suas cores. E assim, o simples vai ganhando espaço e mais vivacidade.
Experimentar é perceber que também não temos controle sobre todas as coisas, que algo pode escapar das nossas mãos em um piscar de olhos, que o sabor pode não ser tão agradável ao nosso paladar ou mesmo o cheiro não ser tão gentil com o nosso olfato, mas essas experiências permanecerão registradas para toda a vida.
Não há dor que não sare com gratidão, assim como não há tristezas que se desfazem com um olhar mais cuidadoso pelo próximo, pelas coisas belas que acontecem a todo instante ao nosso redor e coisas que passam despercebidas no nosso cotidiano. Tudo isto é gratuito.
A delicadeza não exclui a força, assim como as luzes não apagam as sombras; juntas, elas definem nossa resiliência e caráter.
Ela me convida a perder-me na fragrância efêmera, celebrando a beleza fugaz que a natureza gentilmente nos oferece.
Encontro abrigo não apenas sob o teto que me protege, mas também nos momentos em que a natureza se abre para me receber. Cada gota que cai é um convite para me refugiar na serenidade do momento presente, como o meu chapel pendurado delicadamente em um galho dançando ao ritmo da chuva.
Há uma beleza incontestável no comum, pois ele é político por essência – acessível a todos, florescendo em todos os cantos do mundo.
O paradoxo está no que é distante e inspira sonhos, e no que está ao alcance dos olhos, tocando a alma. Assim nascem os desejos.
O tempo é absoluto, mas o instante é soberano. Cada segundo carrega o peso de ser único, intenso e irrepetível.
