Cem Sonetos de Amor de Pablo Neruda (trechos inesquecíveis do autor chileno)
Tenho tantas coisas que eu queria te dizer, mas posso me tornar repetitiva. Com você tenho aprendido muitas coisas, porém a maior de todas é a minha capacidade de amar. Hoje consigo ver coisas que deixei passar despercebidas, mas que somam para o que somos. O que vivemos ainda não consigo explicar, talvez não consiga nesta vida, só sei da importância para você e para mim. Eu pedi ao universo para viver um amor verdadeiro e ele fez sentir em mim mesma tudo que eu sinto por vc. Não consigo deixar mais claro o que sinto do que te dizer que amo você. Não sei nada do que iremos vivenciar ainda, mas sei que ao olhar pra trás terei a certeza que o amor que pedi ao universo um dia, encontrei em você e meu coração se acalmará para sempre.
"Nós! como seres humanos que somos, estamos a todo instante em busca de um ideal, de uma perfeição que não existe, de uma imagem falsa, é uma corrida constante, maquiando assim nosso ego, tentando esconder nossas falhas, nossos erros, nossas imperfeições, utilizamos assim a vaidade, como instrumento de parâmetro de ver o real. No fim, somos além de cegos alegres."
Quando a bonança chegar nunca se esqueça daqueles que estiveram sempre contigo e nunca te abandonaram mesmo em meio a tempestade.
seu sorriso é um paraíso que eu me encontro todos os dias, você sorrindo é uma arte para mim e eu falo coisas engraçadas só pra me alegrar com o seu sorriso. é disparado o mais lindo que já vi.
Fomos tirados da poça de lama do pecado, onde estávamos jogados, pela infinda graça de Deus que nos olhou com amor.
Minha vida é como uma estrada na lua
A estrada é nossa vida, tem buracos e sinas, e nela há a essência amar!
Minha vida é como uma estrada na lua...
Há as cavidades de pequenas dimensões, ora são gigantes e até turvas.
Trago no desencantar de mundo a turbidez de Lucíola e poder de Lakshmi.
A todo momento vejo confins, estorvos e subordinadas orações.
Entre dissabores e amores veja: hasteio bandeiras.
E não são nanicas... Muito é o pano que as alimenta!
Entre nós e a cachaça há relações contundentes.
Entre nós, erguem-se desejos suaves e singelos, de carmesim mancha o mar.
Entres as formigas-picadeiras surgem forte dores, agudas sensações.
Que escalam a garganta e move as paixões, amores.
Minhas habilidades não podem se limitar à rotina.
E buzinar uma marginal poesia não retrata a mais autêntica rima...
Um jantar a dois; dois toques de ternura e paciência.
Nove taças de vinho apaixonado; dez... Nota dez para isso que pressinto.
Meio que penso que preciso de você, pra poder viver e parar de sobreviver. Aquela velha história de poder mostrar meu real ser e fazer valer cada hora, sem deixar o tempo se perder. No pior dos casos, utopia para toda a vida, sob nenhuma hipótese, distopia.
Fuja de pessoas que naturalmente te fazem se sentir criminado, quando na verdade elas têm culpa de tudo.
Vinho, Café e Licor… Não esqueça o sabor. Busco tanto amargor.
Que venha um Ser de papo faceiro, um leal cozinheiro, alguém que me dê ardor.
