Cem Sonetos de Amor de Pablo Neruda (trechos inesquecíveis do autor chileno)
Amor é deus de paz; nós amantes, veneramos a paz; / para mim, particularmente, bastam as guerras com a minha mulher.
Mas de vez em quando ergues-te ainda frenético, como esse velho de que se conta que fazia amor uma vez por ano....
O nosso amor-próprio é tão exagerado nas suas pretensões, que não admira se quase sempre se acha frustrado nas suas esperanças.
A fé é um condão. Mas o bom trabalho, no amor do ideal, dá a fé. Não há trabalho no sentido verdadeiro sem fé.
Por mais descobertas que se tenham feito nos domínios do amor-próprio, ainda ficarão muitas terras por descobrir.
Muitas vezes o amado desencadeia a força lentamente acumulada no coração daquele que ama. O amor é uma coisa solitária. É esta descoberta que faz sofrer.
“Cada um dos 125 poemas do Reiki é um mistério, que deve ser decifrado pelo Reikiano e incorporado em seu coração.”
Eu estava relendo nossas conversas como se fosse um livro de poemas com um toque de auto-ajuda a fim de encontrar onde foi o erro. E o erro era reler.
Eu poderia te ler mil cartas, mil poemas, mil estrofes durante uma vida inteira, se eu pudesse te ter sentada me olhando dessa forma, com esses olhos brilhando e essa mente falando tão alta, não se vai ou se fica, se houve a razão ou escuta o coração. Está com tanta certeza de tudo e tão confusa ao mesmo tempo. Sabe, eu queria fugir como eu sempre faço, eu queria correr, mas não posso. Não dessa vez. Enquanto te leio sinto um alivio na minha alma e atormento a sua, pauso um turbilhão de pensamentos e acontece um minuto de silencio dentro de mim. Há quem acredite que o amor é como uma corrida, se corre. Se cansa. Se cansa, descansa. Mas não desista, não pare.
Existem poemas que podem até despertar um tsunami!
Mas eu só quero um, para fazer com que você me ame!
Eu edifiquei meu mundo em torno de você. Criei meu paraíso em nossos momentos deleitosos. Fiz poemas pra ti usando todas suas letras. Eu compus canções e depois cantava desafinado pertinho para seus ouvidos sensíveis. Momentos esses que me alegravam, porque eu nunca tinha os vividos.
Eu gosto de escrever poemas e quando muitas vezes me pego pensando ou olhando as nossas angústias diárias me vêm o sentido de tudo é o amor ou a falta dele
