Cem Sonetos de Amor de Pablo Neruda (trechos inesquecíveis do autor chileno)
Será que ainda terei a chance de viver por um amor verdadeiro, por um alguém que valha a pena?
Interessante as minhas batalhas! Que nunca acabam, mas sempre se renovam para disputar o fim de algum lugar;
Em meu coração se encontra a sinalização para se encontrar o amor tão esperado;
Nunca vê quem te quer o melhor, mas se afoga na ambição de querer o que não te pertence, entretanto estou aqui e só você não me viu;
A simplicidade me toma a direção, a força da humildade transborda o meu coração e o amor se encarrega de conquistar a quem os meus olhos se encantaram;
Nem sei se ainda sou capaz de acreditar no amor que tanto insiste em me pregar peças;
Já não sei dizer se tudo que sonho e quero é um sonho ou saudade do que nunca vivi para cansar de relembrar;
Tanto quis você, te dar tal amor para transformar a sua direção que nem percebi que essa realidade não era alcançável;
Creio que você é um sonho que nunca se realizará para mim...;
Só o amor conhece quem é de verdade e sabe como atribuir ao coração alegria de viver;
Só o amor que constrói e nunca destrói para sim vivenciar a felicidade em momentos eternos que tanto desejas;
Sei que ninguém me enxerga o suficiente para me perceber e entender todo o meu amor, mas também sei que sempre serei notado por quem o meu coração tem a imensa certeza que me merece;
Pelo menos quero entender o que ninguém conseguiu me explicar;
Quem me dera compreender se amor faz sentido ao meu coração;
E o amor predestinou-nos em uma criação que conjuga a felicidade a nós;
Escolhendo a maneira que melhor nos coubesse tais sentimentos;
Esse amor que tanto desejamos não é necessário fazer sentido nenhum se valer a pena já será suficiente a nós;
Um segundo que seja de presenciar-lhe já se renovam minhas forças de continuar a insistir nesse amor;
Vivo a cortejar-te-ei para que eu consiga invadir o seu interior e me fazer vivo em suas lembranças;
Um brinde ao nosso amor no qual representa erros e acertos que nem sempre é exaltado a própria qualidade;
Não tenho excesso de confiança, mas sim de amor próprio para que o meu ego saiba de que sou capaz sim;
Justiça é vivermos esse amor na plenitude do coração que prepara a felicidade para nos receber com o intuito de nos satisfazemos com tudo que há;
Vivamos o hoje como se não houvesse outra chance de termos tal momento peça perfeição;
Os artifícios do amor são de se perder sem sentido e se encontrar pelos sentimentos únicos que nos faça parecer ajuizado;
