Cem Sonetos de Amor de Pablo Neruda (trechos inesquecíveis do autor chileno)
O egoísta tem uma necessidade de controlar tudo e todos, em seu insano amor-próprio exige que o outro viva da sua maneira, valorizando muito a si mesmo e construindo um mundo fechado, onde quem está ao seu lado não pode desfrutar do seu livre-arbítrio.
Líderes de excelências não são aqueles que arrebanham multidões, mas aqueles que pastoreia com amor e paixão.
Quando seu amor próprio for maior que seu amor por um irmão é sinal que você anulou a graça de Deus em sua vida.
O único amor que um egoísta conhece é o amor-próprio, o verdadeiro amor diz; doe-se, o egoísmo diz; realize minhas vontades.
... Olhar para esse nascer do sol Amor é acreditar que beleza igual não há Amor, é a explicação para o amor que sinto por você, que o que sinto por você é tão grande Amor que não existe sentimento igual, um amor que ultrapassa barreiras, um amor que cada manhã cresce e enorme, um amor que desejo todos os dias esse amor é todo seu Amor ... Te Amo Hoje Muito Mais Que Ontem E Muito Menos Que Amanhã ...
“Sou artista pelo simples e nada sensato objetivo de transmitir meu brado de amor ao século da indiferença!.”
“O amor - nasce como flor, desabrocha sob a neblina, resiste, alegre e sedosa, às inquietações humanas.”
“Voraz e inquieta, a mais devastadora enfermidade, impassível de cura, quiçá suave alívio - o amor.”
“Em meus olhos estarrecidos, assisti a este amor adormecido que, abraçou-me à sinestesia e, deixou minh'alma ao crivo, desta fria e nada amável poesia.”
Estranho amor, alguns tapas "sem dor" (...) recordo-me ter visto ceando com sua primogênita, um filho, de mãe já combalida, cujas mãos, perdidas, buscavam parte do fruto dilacerado sobre a mesa (...) Estranhíssimo amor, não?
Não existiria "aquele amor de novela" se não houvesse uma primeira dor de cotovelo que acabou em tragédia!
Meu amor rompeu a curva e mostrou ao mundo a genuína memória dos amantes desafortunados! Eu não vivo sem você, você vive sem mim.
Convenci-me pelos sonhos de amor que devaneei em seus braços, sabendo que seu coração já pertencia à outro(a); Já não há dor maior na pequenez do mundo!
Não é compreensível ou minimamente humano usar de um amor genuíno para "tampar os buracos" dos sentimentos platônicos!
