Cem Sonetos de Amor de Pablo Neruda (trechos inesquecíveis do autor chileno)
O verdadeiro amor tem o final mais incrível, não porque a morte separa a alma da carne, mas por que temos a oportunidade de uma existência repleta de momentos humanizados, afinal a morte sempre foi inevitável, mas o medo em vida sempre foi conhecido como covardia; E covardes nunca vão compreender o amor, pois amar além de si é nosso maior ato de coragem em vida.
Se descrevesse meus pensamentos e lembranças antes de sentir amor, o mais próximo que poderia exemplificar seriam engrenagens envoltas de fumaça cinza, todas girando em câmera lenta formando um mecanismo. Depois de sentir amor, além de mim, passei a entender a função das lembranças, com cores, e o quanto são importantes para a vida.
Não há estratégia melhor para o amor, pois o amor é a única magia que prevalece para qualquer estratégia.
Tornamo-nos espontâneos e inevitáveis quando flutuamos no fluxo do amor, e o amor é tudo o que nos cabe no abraço.
O melhor caminho a percorrer na vida é aquele em que caminhamos juntos para o amor, para a luz da esperança e da fraternidade.
O amor é uma afeição incomparável resplandecendo em sua mansidão inocente unindo dois corpos em chamas que habitam uma única alma.
O amor não é a posse que se tem de poder, mas é a liberdade que se tem de poder amar até a posse de não ter o que possuir.
Toda uma conexão através da essência do amor é composta por fluidos vibracionais por ascensão de energia da mente cósmica universal.
O amor é uma fonte de energia como o sol, tão profundo quanto o oceano e tão vasto quanto a imensidão.
É claro que o amor é uma janela de portas abertas, alimentando a imaginação, revelando emoções que nos fazem flutuar, voar, que mesmo com um olhar doce ou um sorriso delicado, perdemos o senso de direção incondicional.
