Cem Sonetos de Amor de Pablo Neruda (trechos inesquecíveis do autor chileno)
Acordo em um despertar de um amor escondido, ou um suspiro corriqueiro;
E durmo até que alguém me queiras;
Há tempos que perdemos a medida da maldade e escondemos o significado do amor verdadeiro;
Mas ainda nos há tempo de reiveitarmos o amor;
Quero o melhor para com todos nós, mas antes quero dissipar todo mal que nos cerca... Com o amor que tenho a oferecer;
A solidão é pretensão de quem não quer amar;
Tudo é possível em nome do amor, pois tudo pode como Você sempre sonhou;
As minhas palavras são sinceras e pelas sinceridades que o amor transparece tudo que vem do coração;
E o desejo que sentimos é o infinito que esperamos;
O amor é uma faca de dois gumes, um lado corta e feri;
A outra corta e completa, veja o que mais vale à pena!
Não quero morrer de morte matada, nem muito menos de morte morrida;
Mas desejo morrer de amor correspondido;
O amor vive entre o coração e a perfeição;
Não espera nenhum firmamento, só a chance de experimentar a tal paixão;
