Cem Sonetos de Amor de Pablo Neruda (trechos inesquecíveis do autor chileno)
O amor é a fonte de água umido, aos olhos tristes rola no rosto cansado cai na terra refrescando a solidão da poeira no sertão.
O engraçado é falar que ama até acolhe o necessitado alimenta o veste, num amor degradante visível de aparências longe amor.
Os antigos nos deixou exemplos de amor fé determinação, no entanto hoje, a determinação do novos não arrasta elogios.
Quando você vê o erro no caido levanta-o com olhar de amor veja o lado bom, abra os braços abraça com ternura admiração, fecha a boca escutar o silêncio de quem não tem o que te oferecer.
Na vida tudo é passagem, a vida segue o amor acaba os anos envelhecem o tempo não para a neve derrete o novo é velho.
A religião contesta a religião, a nentira acusa a verdade, a guerra brigar com a paz, o amor mesmo estando longe caído ama a dor.
Se não a simplicidade alegria bondade paz amor a verdade não vai se apresentar, tudo é parte da mesma atmosfera.
Porque gotas de angústias, ódio do amor, infelicidade pela felicidade, você tem o maior presente a dádiva da vida do criador.
O declínio da humanidade, antecipa o sofrimento se agarra ao ódio briga com a paz, afronta o amor vivem em guerra querem mais.
O amor é fogo avassalador, queima sem deixar marcas, mas fica a cicatriz gravada na vida de quem luta por um amor.
Es tu mulher beleza extravagante pintura do amor, olhos de desejos boca bonita corpo escultural fascinante, desenhada esculpida em detalhes que desbrava o pobre mortal.
Esqueça a procura não vai encontrar, o amor não está na vida do próximo que tanto procura, o amor é a essência que nasceu contigo é presente um presente de Deus para toda vida vivida.
O amor não precisa provar seu valor, os gestos costumes Atitudes são os verdadeiros méritos por ser o amor.
Tudo que for de certo modo forçado não é conveniente, até o amor não se rende a tortura, não vale apena forçar a liberdade bom é estar de bem com a vida.
