Cem Sonetos de Amor de Pablo Neruda (trechos inesquecíveis do autor chileno)

Verdade sem amor vira pedra; amor sem verdade vira sentimentalismo. Em Cristo, verdade e graça caminham juntas. João 1:14

Se eu insisti em você, não foi por falta de amor-próprio, mas porque você era especial para mim. Infelizmente, nem todo mundo sabe valorizar o real e prefere viver de orgulho e status!⁠

Quando o nosso amor é seletivo amamos quem concorda conosco, mas desprezamos quem nos incomoda, há algo que precisa ser levado para diante de Deus. Quem não ama a seu irmão, a quem vê, não pode amar a Deus, a quem não vê. (1 João 4:20)

Se o amor pelo próximo ainda é manco em nós, é sinal de que ainda estamos longe do padrão de Deus, porque quem ama a Deus não pode desprezar aquele que Ele também ama.

Se o amor ao próximo é manco, nossa caminhada com Deus também precisa ser revista.

Quanto mais você se conhece, mais você deve se render ao amor d’Ele. Conhecer suas falhas não é o fim — é o início de uma vida dependente da graça. E a graça não envergonha, ela levanta.

⁠A gratidão a Deus vai além de palavras bonitas; é um coração rendido que reconhece Seu amor, cuidado e propósito em tudo. Quando agradecemos, nos alinhamos com a vontade d’Ele e abrimos espaço para mais da Sua graça em nossa vida.

Amar, portanto, é seguir o exemplo d’Ele: não ter medo de se humilhar por amor, não ter receio de sofrer por quem se ama, e principalmente viver com a consciência de que não há mais condenação (Rm 8:1).

Tu és o amor que não se envergonhou de mim. Obrigado por ter levado minha culpa e minha vergonha, e por ter me dado uma nova identidade em Ti. Que minha vida seja sempre testemunho da Tua glória. Amém.”

“Deus é amor” não significa que Ele aceita sua desobediência. Amor verdadeiro corrige, disciplina e transforma.

Quem usa o amor de Deus como desculpa para viver na carne nunca conheceu o amor que salva.

O amor de Deus não é uma licença para pecar — é força para morrer para o pecado.

Usar “amor” como desculpa para acomodação é idolatria disfarçada de piedade.

O amor de Deus nunca liberou Judas, nem liberará você enquanto não houver arrependimento.

Quem prega amor sem exigir transformação não está pregando Cristo, está pregando conforto humano.

Dizer “Deus é amor” para justificar desobediência é escolher inferno em vez de céu.

Dizer que “Deus é amor” enquanto o coração está preso ao mundo é mentira que vai custar a alma.

Não use a graça e o amor de Deus como travesseiro — use-os como força para renascer.

“Teu coração clama por amor verdadeiro. Jesus é esse amor que nunca falha — aceita-O hoje!”
1 Coríntios 13:8

“Não é ‘Deus é amor’ para justificar desobediência — amor que salva exige renúncia.” João 14:15. – miriamleal