Cativar o Amor

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O amor é como uma brasa acesa, esfriou ele apaga.

O amor não é algo que se peça pouco, o amor é algo de extrema beleza.

Querer o amor de quem nunca teve, esperança em vão.

A gente pensa que o amor não dói; mero engano, dói muito.

Sou do tempo daquelas cartinhas de amor; a gente não dormia.

O amor é aquela ruazinha, que a gente nem sabia onde ficava.

O amor sempre acha um meio de se apaixonar.

Que o amor não vire brasa, nem fique morno demais, pois amor que vira brasa, se acaba cedo demais.

Regue as suas flores com amor, e você verá um bando de borboletas assanhadas querendo pousar em você.

Quero um amor do tamanho do mundo, alguém duvida.

Esteja num dia feliz, pois o amor nunca avisa em qual porta ele irá bater, ele simplesmente chega.

Faça aquele amor esperar, aí você verá as intenções desse amor.

Meu coração nem se lembrava mais, por onde andava o amor; estava tão quietinho. Porém, eu, burro, fiz tudo errado de novo.

Eu tô triste ser meu amor ela não me ama mais eu sou muito sozinha
⁠

Quando existe amor verdadeiro, a distância deixa de ser um empecilho.

⁠A maior ilusão é acreditar
que o amor entre duas pessoas
aumenta naturalmente com o passar do tempo,
pois se as pessoas são seres
que enfraquecem com o tempo
o que ela sentem também o será,
dessa forma devemos procurar
fazer de tudo para que esse enfraquecimento
seja o mais lento possível.
Como o corpo precisa de atividades físicas
para se manter por mais tempo ativo na vida,
o amor necessita de mais cuidados
para se manter vivo entre os que se amam.

⁠⁠Amor é troca, paixão é anulação.
Amor é cuidar e ser cuidado,
paixão é só cuidar.
Amor nos remete à racionalidade,
paixão à irracionalidade.
Amor nos faz viver uma realidade,
paixão pode nos conduzir a uma ficção do amor.

As declarações de amor são importantes e necessárias para a longividade de uma relação, mas erão apenas palavras se não forem expressadas pelos os atos.

As declarações de amor contribuem para a construção de um relacionamento, mas o verdadeiro operário que soloidifica o que foi construído, se chama ato.

Eu quero um amor que não seja covarde. E não falo de guerras, heróis ou moinhos, falo do amor que não foge do cotidiano. O que lava a louça, compartilha o silêncio, segura a mão sem medo do tédio. O amor corajoso não é o que promete eternidade, mas o que se faz presente nas miudezas, nas falhas, nos dias em que o afeto parece coisa rara. É o amor que sabe ficar, mas também partir com dignidade, sem transformar distância em castigo. O que confia, mesmo quando não entende. O que não precisa vigiar para acreditar. Amar, afinal, é permitir que o outro seja casa — mesmo quando a vida muda o endereço.