Cartas sobre a Felicidade Epicuro
"Sentei-me sobre o luar e em pensamento fui até você... Abri a porta do seu quarto e te vi deitada em sua cama tão linda como da primeira vez em que eu há vi. Fiquei ali a te contemplar e sem você perceber te enamorei. Namorei cada detalhe seu sem dizer uma única palavra e por fim, dei um beijo em seu rosto e sai. Mas de presente deixei o meu coração para você fazer a sua morada, não somente essa noite, mas em todos os seus dias."
Durante muito tempo, o debate sobre pessoas com deficiência foi limitado ao campo da assistência. Hoje, precisamos ampliar essa conversa para os espaços de inovação, comunicação e tomada de decisão. A diversidade de experiências é uma das maiores fontes de criatividade que existem, e quando pessoas com deficiência participam de forma ativa desses processos, não estamos apenas promovendo inclusão, estamos ampliando as possibilidades de futuro.
São Pedro(Apóstolo Pedro) o Apóstolo de Cristo ensinava sobre a servidão do pecado, mas mantinham os ritos das obras da Lei(Torá) e São Paulo(Apóstolo Paulo de Tarso) ensinava sobre a servidão espiritual que é mais profunda e que escraviza pela Torá e pelas demais religiões ou espiritualidades pagãs os devotos, e que a Graça(Gnose) de Cristo é a que liberta de tudo, inclusive da igreja e do sistema judaico-cristão Sionista de Israel, essa última que quase nenhuma igreja prega.
Barulho é falar sobre alguém para produzir efeito em quem não tem contexto. Força é sustentar o que se diz quando a pessoa está presente, quando há pergunta, quando há detalhe, quando há a chance real de verificação. A mentira depende de velocidade e dispersão. Ela precisa se espalhar antes de ser checada. A verdade faz o contrário: ela suporta tempo, suporta contraditório, suporta ser examinada sem desmanchar.
O ataque raramente é sobre você. É sobre o efeito que você causa no outro. Você virou espelho. E espelho honesto irrita. Porque ele não discute, ele apenas reflete. A pessoa olha e vê o que não quer ver sobre si mesma. Aí ela tenta quebrar o espelho. Não porque o espelho mentiu, mas porque o reflexo doeu.
As más conversações são como uma diarreia verbal, na qual um indivíduo derrama sobre o outro todo o lixo que não foi capaz digerir. Assim como utilizamos os nossos cinco sentidos para analisar um alimento antes de o ingerirmos, se faz necessário fazer uso do discernimento espiritual, durante determinados assuntos e aprendizados. Contudo, a Bíblia nos compara a vasos de barro que escondem tesouros espirituais, não à vasos sanitários.
354🙏🌹Quando exercitamos a paz, o perdão, o amor e cultivamos a luz sobre nossas vidas, fazendo o bom uso de nossas ações trilhando sempre no bom caminho, buscando sempre a justiça divina com resignação de tudo que vivemos confiando na luz suprema no criador, temos a blindagem que nos protege contra o mal que nos perseguem no dia a dia tentando nos sugar para regiões trevosas e a oração nos dá equilíbrio espiritual necessário para continuarmos no exercício da fé...🌹🙏 BOM DIA FAMÍLIA. Ayache Vidal.
Deus está agindo sobre mim !!! Meus pensamentos e obcessões ... Ele é meu psicologo e meu horizonte..sou seu aprendiz, muda-me, vou ser feliz como sempre fui .. cada minuto de reflexão me convenço mais, que sou capaz de não sofrer e vou conseguir.. tudo tem seu tempo, tudo tem um sentido e se pode fazer por que não fazer ? Se nunca foi assim, por que deixar que assim continue..e hoje é o grande dia de mudar.. voltar a ser o que sempre foi. Ainda tenho tempo, espero, mas tempo é vida e para ser vivida com felicidade e discernimento de suas ações, fazendo coisas que tragam prazeres bons para todos, e assim fazer que os seus momentos sejam sempre de pura felicidade e assim será !!!
Ainda é um pouco difícil falar sobre o que aconteceu. Os anos se passaram, mas eu lembro todos os dias de você. Quando eu soube que você partiu desse mundo, tentei mentir para mim mesma. Eu já estava em em um momento complicado e se eu me permitisse sentir mais essa dor, eu teria desabado. Tentei falar que tudo não passava de um pesadelo. Mas não adianta, a realidade é sempre mais forte. E eu demorei para tentar processar o que aconteceu. Eu mal conseguia olhar nossas fotos. Elas me trazem lembranças lindas, mas muito dolorosas para quem nunca soube lidar com essa partida. Eu demorei anos para voltar ao local que mais marcou nossa juventude. Pela primeira vez, me permiti viver a dor da sua partida. Chorei toda a mágoa que tinha acumulada ao longo desses anos. Eu tentei evitar o luto, pois tudo era muito forte para mim. As lembranças, suas fotos, a dor que eu sentia quando lembrada de você. Eu até cheguei a me afastar das pessoas que me faziam lembrar de você. Não foi fácil para ninguém. Você era tão jovem, tinha tanta coisa para viver, aprender. Mas com o tempo, eu tive que encarar minha dor. Tive que encarar a dor da sua partida. E hoje, depois de tanto tempo, eu tomei coragem para ver um vídeo nosso. Tantas lembranças incríveis surgiram. Pedi tanto a Deus para que você esteja em paz. Venha me visitar em um sonho, por favor, para me dizer que está bem e que eu já posso seguir em paz. Que você entende minhas razões.
Pode haver certa beleza na tristeza, na sinceridade de belos poemas sobre as dores e decepções da vida. Mas não é lá que seu coração e sua mente devem ficar. A melancolia faz parte da vida, mas não deve se tornar um vício. A nostalgia nos traz certo conforto, mas irá roubar a alegria da alma e do futuro. Deixe a tristeza passar pelos pensamentos e sentimentos, mas de forma alguma, permita que ela more no seu coração.
O ser humano não se perde quando erra o caminho — perde-se quando cessa a interrogação sobre ele. A acomodação que se nomeia como chegada é, clinicamente, uma forma de abandono de si: o sujeito para de questionar para onde vai e converte qualquer ponto de parada em destino, economizando o desconforto da busca ao custo de uma estagnação que se disfarça de maturidade. O erro, ao menos, preserva movimento; a resignação travestida de sentido não preserva nada. E é curioso: a fantasia de ter chegado costuma emergir justamente quando o sujeito mais precisa caminhar.
Reconhecemos que existem diversas limitações, porém, quando nos for questionado sobre a razão de não termos concluído uma tarefa, não devemos apresentar desculpas. Em vez disso, devemos buscar soluções, recorrendo ao apoio dos demais, pois nenhum trabalho em equipa é realizado individualmente.
Não é sobre apontar o dedo ou achar que o outro é "falso", é sobre observar o esforço hercúleo que as pessoas fazem para caber em um molde de "perfeição" ou "utilidade", enquanto a essência delas — a parte original, crua e erronéia — fica escondida, pedindo socorro.
Em tempos de pandemia cabe repensarmos sobre quem somos e de que forma estamos vivendo: como agregadores ou como destruidores? O Universo tem sua dinâmica própria, tal como o Planeta Terra, que independe de nossa existência. Lembremos que apenas fazemos parte da Natureza e não estamos acima dela, assim como os demais organismos, desde a mais simples colônia de fungos e bactérias. Não somos superior a "Gaia", pelo contrário, dela dependemos, do ar, da água, da terra, do fogo, dos minerais e todo alimento que ela produz. A espécie humana carece refletir urgentemente acerca do que tem feito da sua própria "casa". Uma hipótese, partindo da Teoria da Seleção Natural, é de que esse sistema ecológico tão rico e complexo está buscando alternativas de reequilíbrio e autorregulação frente ao excesso populacional, já somos mais de 7 bilhões, há tempos sobrecarregando os recursos naturais, devastando florestas, poluindo rios, lagos, exagerando no consumismo, produzindo montanhas de lixo, etc. As mudanças climáticas estão cada vez mais intensas e desajustadas, os ciclos irregulares. Até quando vamos tratar conservação e consciência ambiental como algo menos importante se é o que precisamos pra sobreviver? Se nós enquanto espécie somos tão egoístas a ponto de não sabermos preservar, então que ela mesma (mãe natureza) se regenere e faça o que for necessário.
O ser humano moderno proclama força, mas organiza a existência sobre alicerces frágeis: depende de dispositivos, oscila no íntimo, mendiga validação e evita a própria solidão. Teme a morte a ponto de esvaziar a vida — protege-se tanto que já não vive. Recusa o frio da realidade, tratando a lucidez como ameaça. E, assim, prefere a fantasia da invulnerabilidade — confortável, negociável — à verdade incontornável: a fragilidade não é falha, é condição. Negá-la não fortalece; apenas afasta do que se é.
Pensando bem, a perfeição não existe e a quase perfeição também quase não existe. Refletindo sobre isso, percebo que a perfeição é um conceito ilusório, e a quase perfeição também é difícil de ser alcançada. Será que o quase perfeito é apenas uma forma de imperfeição? Logo, a perfeição pode ser vista como a imperfeição que existe entre eu e você.
Em resumo: Para Fabrício von Beaufort-Spontin, inclusive no livro, o juiz decide sobre o que está trazido, provado, ou seja, onde 'dói'. Se a sua petição não mostra a "dor" (o prejuízo), o juiz pode decidir pelo caminho que lhe gera mais conforto (menos trabalho ou decisão padrão), que é legal, ignorando a verdade fática que não foi devidamente "gritada" nos autos. Pois quem alega tem que provar.
O Natal não é sobre luz ou esperança; é o inventário anual da falência moral. É o momento em que a sociedade confunde o vazio existencial com o vazio debaixo da árvore, tentando preencher com compras e excessos o buraco deixado por uma vida que, no fundo, não tem propósito algum além do consumo.
Aquilo que depende de validação externa nasce instável. Não se edifica sobre si, mas sobre o movimento do outro — e o olhar alheio, por natureza, nunca se fixa. Âncoras móveis não sustentam estruturas duradouras; apenas mantêm o equilíbrio provisório de quem já não sabe onde está o próprio centro. E assim, quanto mais se busca firmeza fora, mais se intensifica a instabilidade dentro.
Eternamente eu irei para o banho e o shampoo estará no fim. Então escreverei sobre a minha desgraça, e, depois, escreverei sobre os meus escritos, eternamente. É a tirania do momento. Este instante foi, é, será toda a minha vida. É a consciência do limite, que não pode ser ultrapassado. O momento não termina nunca, por isso é muito difícil de ser percebido.
