Cartas sobre a Felicidade Epicuro

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Série Cartas: Carta Dois – Às Claras!


Às Claras!

Meu amor estou aqui de novo, escrevendo alguns rabiscos, onde expresso meus sentimentos, pois um amor não se mede com fita métrica, nem com a duração, muito menos com declarações no facebook e sim pelas dificuldades que nós enfrentamos para ficarmos juntos. Um amor verdadeiro é aquele que a outra pessoa fica feliz e radiante, pelo simples fato de ver a outra feliz.
Quero expor sobre esse pedaço de papel rasurado que mil vezes tentei esquecer-te, mas no fim... mil vezes desejei-te tê-la só para mim. Só que uma pergunta me fiz durante nossas discussões: - “Será que vale a pena discutir por bobagem?” Às vezes me repito por diversas vezes que eu a amo para poder dizer pro mundo que eu faço parte de uma maioria que está comprometida... mas isso não vem ao caso. O caso é que já é um fato consumado que estamos bem e felizes ao ponto de querermos viver sob o mesmo teto, dividir as mesmas alegrias e as mesmas preocupações e assim ficar velhinhos um do lado do outro para o resto da vida.
Te amo e não escondo isso, porque eu quero que o mundo saiba que você está aqui ao meu lado. Ah, e me desculpe se eu disse algo que veio a ferir seus mais sinceros sentimentos, não foi a intenção, pois tudo o que faço é para te ver alegre por me ter ao seu lado. Prometo que um dia eu conseguirei suprir todas as tuas angústias e sofrimentos e farei-te esquecer qualquer coisa que te lembre a este passado tão remoto e que ainda se faz presente na sua vida.
Estou aqui escrevendo esta humilde carta expondo meus mais puros e claros sentimentos para você entender que o que eu sinto por você não tem explicação e me deixa sem palavras para terminá-la, então só resta-me dizer que eu a amo mais que tudo e nunca a deixarei só.

Sempre teu,
Amadeu.

"Mexendo numa gaveta, achei uma caixinha cheia de cartas da adolescência e, foi nesse meio, que encontrei um bilhete seu. Lendo, eu ri lembrando de como a gente era bobo e acreditava que íamos ficar juntos pra sempre. E lembrei de como a gente sonhava em morrer de mãos dadas, bem velhinhos. E de como todas as horas do dia se resumiam a você. E depois, eu chorei.
É triste saber que os sonhos morrem como a areia escorrendo em nossas mãos. É triste te encontrar pela rua e só balançar a cabeça sem jeito. E o pior é não saber aonde foi que eu matei você em minha vida".

Ame e dê vexame!



Você ama aquela petulante.
Você escreveu dúzias de cartas que ela não respondeu.
Você deu flores que ela deixou a seco, você levou para conhecer a sua mãe e ela foi de blusa transparente.
Então?
Então que ela tem um jeito de sorrir que o deixa imobilizado, o beijo dela é viciante e você adora brigar com ela e ela adora implicar com você.
Isso tem nome.

Você ama aquele cafajeste.
Ele diz que vai ligar e não liga.
Ele não emplaca uma semana nos empregos, está sempre duro, e é meio galinha.
Ele não tem a menor vocação para príncipe encantado, e ainda assim você não consegue despachá-lo.
Por que você ama este cara ?

Ah, o amor, essa raposa. Quem dera o amor não fosse um sentimento e sim uma equação matemática:
Eu linda + você inteligente igual a dois apaixonados.
Não funciona assim.
Ninguém ama outra pessoa pelas qualidades que ela tem.
Caso contrário os honestos, simpáticos e não-fumantes teriam uma fila de pretendentes batendo à porta.
O amor não obedece à razão.

O Conto de Amor Impossível

- Você me escreve cartas. Por quê?
- É a melhor forma que vejo de me expressar.
- Mas isso são só palavras! Não significam nada.
- Como pode dizer isso? Palavras não são só palavras. Elas tem significados. Elas demonstram meus sentimentos. Podem dizer o que a boca não diz. Podem mostrar o que seus olhos não conseguem ver nos meus. Ou não querem ver...
Ele me encarou por alguns instantes, como se pudesse enxergar minha alma.
- São belas palavras. Tanto as que você acabou de pronunciar, como as que me escreve. São suas mesmo?
- Sim. Todas elas.
- Uma pena que não posso retribuir.
- As palavras?
- É. E seus significados também.
- Tudo bem. Não pedi para que fizesse isso. Eu jamais poderia esperar que o fizesse. Não espero isso. Não espero que me ame tanto quanto eu te amo.

⁠Cartas para ele

Têm dias que a saudade bate tão forte, que acho que estou num ring de vale tudo, fico desnorteada quando penso que não estou com você.
Têm dias que a saudade bate à porta e porta, como se fosse um vendedor insistente, daqueles que não desistem até a gente abrir.
Eu fico pensando como pode ser tão difícil e ao mesmo tempo tão bom te amar assim desse jeito?
Me pergunto como é que pode esse sentimento não explodir o meu peito?
E me dou conta que isso é amor. Que mesmo não sendo como a gente quer, ainda assim é perfeito.
Eu já fechei meus olhos em silêncio, pra imaginar que você está ao meu lado. Já esvaziei minha mente só pra ouvir o som da tua voz.
Eu já chorei baixinho enquanto falava com Deus sobre a gente. Adormeci abraçada ao travesseiro, na esperança dele se tornar você.
Todos os dias eu acordo, e você é o meu primeiro pensamento. Quando você some, eu me desespero, eu morro de medo de ficar sem você.
Em mim tudo isso é muito novo. Faz pouco tempo que o que temos se tornou de fato real, mas a certeza no meu coração é muito forte, e mesmo que o mundo seja tão imperfeito, desde que você chegou, meu mundo é perfeitamente ideal.
Eu sei que assim de longe é bem difícil te fazer sentir o que eu sinto, mas espero que saiba que todas as vezes que digo que te amo, não apenas digo, eu te entrego uma parte de mim.
O nosso amor não é do tipo clichê, ele é daqueles que emocionam e inspiram histórias, e tudo o que eu mais quero, é que você possa confiar em mim, você e eu somos parte do mesmo propósito, e eu não quero que nossas diferenças venham nos fazer desistir.
Você não é só alguém que eu amo, você é o amor que se tornou a melhor parte de mim, e eu não sei se vai durar pra vida toda, mas eu sei que enquanto estivemos juntos, vou fazer de tudo pra nossa felicidade nunca ter um fim.

Para sempre..
Sua Pequena❤️

Cartas Para Lua

⁠De vez em quando
Só de vez em quando
Saiba da um tempo a si
Beba uma cerveja, escute um Caetano.

De vez em quando
Leia um Drummond de Andrade
Derrame o seu pranto
Você sabe que a melancólica faz parte.

Cante algumas musicas
Não sucumba ao mau que te rodeia
(ou ja tinha sucumbido?).
Ontem teve eclipse. Passou despercebido.

Cante sua favorita do Guns N' Roses.
November Rain, eu ainda lembro.
Contemple essa chuva que cai hoje
Mesmo não sendo em Novembro.

Viage, faça as malas
Ouvi dizer que as passagens para Marte estão baratas.

Olhe para atrás.
Faça melhor la na frente.
Seja grata, agradeça.
É falta de educação reclamar do presente.


@eu_jaum01
@Devaneios_Meu5

De tanto romântico ser
Anti-romântico se tornou
Pelas cartas que escreveu, dos poemas que recitou
Tudo o que produziu, a desilusão levou.

E então descobriu, o verdadeiro significado
Do romantismo, pregado e idealizado
O poeta disse: deve ser evitado.

Em estórias escritas de romances massivos
Ensinava ao público a tudo momento
Afim de evitar escravizar os iludidos
A lei do anti-romântico desse moderno tempo.

Silêncios, algumas cartas, dias chuvosos, mantendo a calma. Era tão tarde, eu te escrevia pedindo para voltar, quanta agonia!
Vontade de te ligar nessa madrugada só pra rirmos do que passou. Saudade dessas suas risadas, na minha agenda ainda está escrito “amor”. Depois te ouvir chorando dizendo que se arrependeu e me machucar mais uma vez, eu fingindo que não doeu.
Faria tudo pra ser seu refúgio, mas se quiser eu ainda te escuto.
Quer gritar meu nome em silêncio, como espera que eu me sinta por dentro?
É como se eu ainda tivesse te procurando, em qualquer lugar, em outros cantos. Mas como não se esforçar se só eu que estou tentando?

A confiança é como um castelo de cartas, constrói-se lentamente e basta uma carta em falso para que tudo venha abaixo.
Quanto maior ele for, maior é a desilusão.
A reconstrução é demorada porque cada carta é depois colocada com muito receio.
Por vezes as desilusões são tantas, que não vale a pena começar tudo de novo.

CADA MOMENTO CONTIGO É UMA HISTÓRIA QUE O TEMPO SE ENCARREGA DE CRIAR

3º Ato | Cartas Que Nunca Enviei

Escrevi cartas com tua ausência,
em papéis manchados de lembrança.
Cada linha, um suspiro que ficou,
cada ponto final, um adeus que doeu.

Guardei tuas memórias em caixas de silêncio,
onde o tempo não apaga, mas castiga.
Teu nome ainda ecoa nos cantos da casa,
como quem partiu, mas esqueceu de ir embora.

Falo contigo sem resposta,
como se o passado ouvisse minhas mãos.
Reler o que nunca vivemos
é reabrir feridas com mãos de ilusão.

Talvez um dia essas cartas se percam,
como nós nos perdemos sem querer.
Mas até lá, sigo escrevendo memórias
de um amor que nunca deixei morrer.

Eu escrevo cartas pra ninguém
Expresso experiências, sentimentos..
Que vão além
De passageiras condições e momentos...


Nem melhor, nem pior...
Nem arrogante, nem solitária..
Nem engenheiros, nem Belchior...
Nem maldosa, nem otária...


Nem esquerda, nem direita...
Nem recatada, nem atrevida...
Nem muito exposta, nem a espreita..
Nem Norte, nem sul e nem sem saída.

Paulo de Tarso ensinava que "jugo desigual" que se refere nas Cartas aos Pagãos Gregos de Corinto é a Lei(Pentateuco/613 Mandamentos) e a Graça(Cristo) andando de mãos dadas, nunca se referiu com crente de Igreja Evangélica e descrente juntos, os Judeus eram descrentes em Jesus o Cristo como Messias dos Judeus, e ele alertava aos Pagãos Gregos da cidade de Corinto(na Grécia antiga) para que não tivessem relacionamentos com esses Judeus de nenhuma forma, para que a Fé em Cristo não fosse desviada para os Ritos da Lei de Moisés
novamente através das Obras da Lei(613 Mandamentos).

Parte da minha vida foi movida pela arte. Quadros, cartas, letras de músicas, livros, instrumentos, fotografias e desenhos por todos os lados formaram um universo afetivo, no qualuma famíliaprofundamenteligada ao artesanal me ensinou o valor da sensibilidade.

Crescer rodeada de livros, pinturas e liberdade criativa — ainda que levemente restringida por opiniões sociopolíticas distintas da minha visão — moldou a maneira como vejo o mundo.A arte me ensinou que, para ser compreendida,era preciso colocar-me no lugar do outro, observar o mundo por diferentes perspectivas.

Com o tempo, percebi que essaexperiência estética não era apenas expressão, mas sobrevivência. As cores, as melodias e as palavras foram, para mim, mais do que adornos: foram abrigos.Em meio a uma sociedade que frequentemente banaliza o sentir,encontrei na arte um espaço legítimo para existir. Este ensaio busca refletir sobre a arte como veículo de resistência e autoconhecimento, um meio de compreender a mim mesma e ao outro dentro de uma estrutura social que, por vezes, desumaniza as emoções.



Crescer entre livros e pinturas moldou minha forma de perceber o outro.Lev Vygotsky (2001)afirmava que“a arte é um meio de comunicação entre as pessoas através de emoções vividas”, e talvez por isso eu tenha aprendido, desde cedo, quecompreender o outro é também um gesto artístico. A empatia, nesse sentido, foi uma lição estética antes de ser moral.

Com o passar dos anos, a escrita tornou-se meu refúgio. Em cada palavra, havia o desejo de libertar o coração das correntes invisíveis que o mundo insiste em apertar.Clarice Lispector (1999)compreendia essa força da linguagem ao dizer que“a palavra é o meu domínio sobre o mundo”. Escrever, para mim, é transformar dor em criação, e criação em sentido.

Costumo pensar que sou muitas em uma só. Esse constante processo de (re)criação ecoa o pensamento deCarl Gustav Jung (2012), para quem o ato criativo está profundamente ligado à individuação, nessa a jornada de integrar as várias partes do ser.Em cada gesto criativo, há uma tentativa de reunir o que o mundo separa.

Friedrich Nietzsche (1992)afirmava que“temos a arte para não morrer da verdade”, reconhecendo o poder vital do ato criativo. A arte é mais do que estética: é um modo de permanecer humana diante da brutalidade do real.Ernst Fischer (1983)reforça essa ideia ao afirmar que“a arte é necessária para que o homem se torne capaz de conhecer e mudar o mundo”.Transformar o que sinto em arte é, assim, um gesto político, como uma maneira de afirmar o valor do afeto em um mundo que o despreza.

A teóricabell hooks (2000)escreve que“o amor é definido como ‘a vontade de se doar com o propósito de nutrir o próprio crescimento espiritual ou o de outrem’. O amor se manifesta em suas ações. O amor é um ato de vontade — tanto uma intenção quanto uma ação”.Enxergo na arte esse mesmo gesto de amor: um compromisso com o sensível e o que ainda é humano.Quando a arte se torna linguagem de afeto, ela deixa de ser apenas individual e passa a ser uma força coletiva de resistência, capaz de restaurar o que a estrutura social insiste em ferir.



A arteme ensinou que sentiré um ato revolucionário.Num mundo em que a superficialidade se tornou norma e a emoção é vista como fraqueza,criar é resistir. Por meio da escrita, da música ou das imagens, encontrei não apenas expressão, mas também sentido.

Fischer (1983)nos lembra quea arte é necessária para transformar o mundo; eu acrescentaria que ela tambémé necessária para não nos perdermos dentro dele.Transformar o sentimento em arte é afirmar a vida, é insistir na beleza mesmo quando tudo parece tentar negá-la.

Assim, sigo usando a arte como veículo, não apenas para dizer o que penso, mas paraexistir com sentimento num mundo que tantas vezes tenta nos ensinar o contrário.

Um pai com 2 filhos, ambos fazem cartas no natal pedindo o seu presente preferido... Chega o grande dia, eles ganham cada um o seu presente especial, sendo que um ao ver o presente do outro, percebe que o do outro é muito melhor e tenta tomar a todo custo.
O pai ao ver aquela cena, se ira e põe o filho invejoso de castigo, o corrige, pois deve se contentar com o que pediu.
Assim é Deus...

⁠Errei por ter ido embora
Te deixei, mas não tive coragem de jogar suas cartas fora
Guardei para ter sempre lembranças suas comigo
Mesmo sabendo que não há mais esperanças de sermos ao menos amigos

Te feri e entendo que sou culpado desse desprezo
Mas saiba que hoje dói mais em mim, ter cometido esse erro
É estranho te olhar e saber que não sou eu o motivo do seu lindo sorriso
E que o brilho dos seus olhos me punem

Me consola saber que estás feliz
Minha setença é ver que nunca te mereci
E por mais que tenha tocado minha vida
Te reencontrar mostra que eu não passei de um egoísta

Meu coração vai continuar a te amar
E mesmo que não seja mais recíproco, não seja mais possível
Te amarei eternamente em silêncio e arrependido.

Quarto sem testemunhas

Amar foi escrever cartas
sem endereço de volta.
Eu as deixava na mesa do mundo
e o mundo nunca respondeu.

Meu nome não ecoa em ninguém —
é só um som que gasto
para provar que ainda existo
quando falo sozinho.

Os dias passam como móveis velhos,
ocupam espaço,
não contam histórias.
O relógio trabalha mais do que eu.

Não tenho sonhos:
apenas intervalos de sono.
Não tenho amigos:
apenas pessoas que passam
sem notar que passei também.

Há uma cama que me reconhece,
sabe meu peso,
minha forma de desistir da noite
sem fazer barulho.

Tenho medo não do fim,
mas do apagamento —
de virar objeto entre objetos,
lembrança nunca inaugurada.

Amar sozinho
é aprender a diminuir
até caber no canto da própria vida.

Ainda assim,
às vezes a manhã insiste
em abrir a janela
sem pedir licença.

E quando a luz entra,
mesmo sem promessa,
ela prova baixinho
que nem tudo desistiu de mim.

Das palavras que se foram...
Já joguei cartas e poemas que o passado passou a limpo. Já rasguei tantas frases tolas escritas no calor da emoção. Já amassei bilhetinhos rasos e declarações exaltadas, rabisquei sobre o que já estava escrito, e disse tudo igual de um jeito diferente. As palavras dançam no papel, e por vezes dançam mal, mesmo assim seu ritmo é único, não há igual...Nas horas mais improváveis elas parecem bailarinas ao luar flutuando entre vaga-lumes, de repente caem e se misturam às folhas secas...O ritmo das letras não pausam, apenas diminuem...Enquanto puderem meus dedos bailar, danço. E com cada letra e sinal como se ao som de uma nota e ponto uma vírgula viesse a brilhar, vou escrevendo meus silêncios falantes, e meus risos secretos.Já perdi poema, poesia e texto sem fim, a cada letra perdida se foi junto um pouco de mim... meus pensamentos mais caros de graça os vi partir...Doei aos olhos que leem, e aos corações que podem sentir..
As palavras vão e com elas nossa energia, quem as leva distribui, esconde ou aprecia, mas no fim ...não há fim!

Embrulho


Como vou escrever poemas,
como vou redigir cartas
Meu coração está tomado de tristeza
Sinto que ele foi embrulhado por um saco plástico
Esse embrulho aperta meu coração, cruza ele por dentro
Aperta tão apertado que ele não bombeia sangue
Não tem sangue no meu cérebro, como vou escrever poemas sem a cabeça funcionar?
O máximo que posso fazer é lamentar
lembrar de quando meu coração era virgem sem embrulho
De quando meu cérebro tinha sangue pra ficar ocupado pensando em poemas sobre você

Segredos


Palavras que eu nunca te disse
Cartas que eu nunca entreguei
Verdades que escondem mentiras
Segredos que eu nunca contei

Tantas vezes tentei dizer
Tantas outras deixei passar
Ás vezes esqueci de esquecer
Outras vezes esqueci de lembrar

Palavras que eu nunca te disse
Segredos que eu nunca contei
Verdades que escondem mentiras
A respeito de sonhos que nunca sonhei

Tantas vezes de sonhar deixei
Tantas outras de realizar
Se amor ou paixão dizer não sei
São segredos que ainda irei lhe contar.

20/03/2006

1587
"Tenho saudade incontrolável das cartas que, um dia, eu recebia das então Minhas Namoradas. Quero reviver aquela época... Vou pedir a todas que enviem novamente cartas perfumadas para Mim! As que eu conseguir localizar, as que não estiverem comprometidas, as que estiverem vivas e as que quiserem escrever, claro! Hum... Será que consigo alguma?