Cantar o Amor

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Sem falar de amor coloquei
a mesa do nosso café da manhã
de acordo com o seu gosto,
assim muito amor te demonstro.


E em silêncio nos celebro
como o mais refinado gesto,
para que desfrute pleno
da paz no teu porto seguro.


Abri todas as janelas ao redor
com jeito para que o sol entre
junto com a palavra de amor.


Separei um colar de tucum
com carinho para cada um,
e os lábios com beijos selei com mel.

"Onde não existe sabedoria
não existe
paz, onde não existe paz
não existe amor e onde não
existe amor
não existe justiça: aquilo que para você é
visto como evolução, aventura
ou novidade,
para mim é percebido como repetição
vazia, superficialidade ou falta
de propósito."


Álbum: O Mundo Jaz no Maligno


(Autor-desconhecido)⁠

O amor-próprio começa quando deixamos de negociar nossa dignidade para garantir a aprovação de alguém.

O último Amor é o primeiro Amor!

O Amor é desejado por muitos mas, poucos terão a oportunidade de sentir a verdade absoluta deste excelso sentimento.

Amor é encontro de pertenças de almas, que se perderam nas vidas e nas mortes. Sem domínio, sem lugar, existindo apenas na liberdade de compartir o sentimento.

O Amor é a língua menos falada no Mundo; contudo, é a linguagem que mais ensina ao mundo!

Depois de fazer amor contigo: o meu coração tem orgasmos.

⁠Poesia é um infinito papel em branco repleto de Amor.

⁠As verdadeiras histórias de Amor mesmo que acabem, nunca terminam.

⁠A espécie humana aprendeu a temer o Amor. Decidimos ser só espécie.

O amor é uma
energia indecifrável
que move todos
os mundos invisíveis
dentro de nós.

O cérebro vaticina caminhos,
o coração inventa asas.
E é a voar sem mapa
que se chega até ao Amor.

Nada é mais perigoso
que o silêncio que
existe entre
duas respirações
que se desejam.
O amor é o infinito
instante em que a
pele reconhece a alma.

O amor não é clausura — é voo que se faz a cada amanhecer.

A vida evoca que devo continuar,
a existência permanece onde a dor grita. E o Amor ensina-me, todos os dias, que a ferida se transforma em superação, não em aprisionamento.

A humanidade explica-se pela história, mas compreende-se pelo amor.

O amor tem algo
de primavera:
regressa sem explicar
como venceu o
inverno da alma.

A poesia é a forma que o amor
encontrou para não caber só no peito.

O amor é onde a pele aprende a pensar, um enigma que respira dentro do peito.
É o que nos desfaz para que possamos ver,
e o que nos refaz
quando já não sabemos quem somos.
No fim, o amor é isto:
um silêncio que nos reconhece
antes mesmo de chegarmos.