Frases sobre o Campo

Cerca de 2335 frases e pensamentos: Frases sobre o Campo

Eu quero uma casa no campo...
Do tamanho ideal,
pau-a-pique e sapé
Onde eu possa...
plantar meus amigos.
Meus discos e livros,
E nada mais...!"

O centro de tudo

Foi naquele campo,
com gramas verdes e flores
amarelas,
que eu te vi pela primeira vez.
Você estava em cima da árvore mais alta
no centro de tudo. Onde se via tudo.

Deitado como uma preguiça
olhando para céu azul alaranjado
de um fim de tarde.
o sol se pondo era o grande espetáculo,
mas pra mim era ver você deitado.

Nem sequer notou minha presença
fiz o máximo de silêncio possível
para não lhe chamar a atenção.
caminhei de mansinho e fui embora
para no outro dia voltar
e quem sabe poder contigo falar.

O meu querer é grande. Vou precisar de um campo inteiro de margaridas para brincar de bem querer.

A internet não é apenas terra de ninguém é também um cemitério de ilusões e um campo minado de má intenções, como aliás acontece com tudo que o homem disvirtua.

Sou de Abre campo, Pedra Bonita, matipo,sericita, minha familia é costa, leite,queiroz, vitor,e um pouco mais....

As relações humanas são preciosas oportunidades de aprendizado, principalmente no campo dos sentimentos.

Vivemos em um campo,onde existem muitas flores,mas também existem muitos espinhos,cabe a nós,tomarmos cuidados,e caminhar entre as flores,e seguir o caminho que Jesus nos ensinou,para que não nos venhamos a nos ferir.

A pessoa que senta do seu lado no ônibus é seu campo missionário.

⁠Eu não sou mas menina
Eu sou mulher
Eu tenho medos e inseguranças
Num campo eu ficaria sozinha
Mas sozinha nunca estou
Eu estaria lá
Estaria lá te esperando
Ainda existe amor?
Ainda existe sentimentos?
Eu quero acreditar nisso
Mas não sei se posso.

⁠Se observar bem, perceberá que a maioria dos nossos sofrimentos emocionais emergem do campo da imaginação.

⁠A vida é uma guerra e o cotidiano é o campo de batalha.

Depressão não é uma fraqueza, é um campo minado de emoções. Aonde quem passa por isso anda devagar, pois cada passo concluído é uma vitória silenciosa.

⁠Amizade não tem idade
Seja no campo ou na cidade
Ela não faz questão de presença
Mas não anula a convivência
Sem este convívio ela não floresce
Nem as almas resplandecem
No respeito e na reciprocidade
Envolvidos pela cumplicidade
Dentro do peito e do coração
Pela simplicidade e pela compaixão
Na arte dos pensamentos
Registradas pelo tempo

Sou um único girassol nascido num campo de rosas, deslocado por ser o único, mas admirado por ser diferente.

As coisas mais simples,
são as mais sinceras.
Como uma flor colhida no campo,
ou o sol se pondo.

Enquanto houver possibilidades eu me arrisco, eu me jogo, eu me dou por inteira.
Corro o campo de ponta a ponta até fazer gol.
Ainda que eu perca o fôlego ou me falte ânimo, eu saberei que to na área e que vencer na vida não depende de sorte...depende de mim!

Cavalo louco

Como um cavalo louco
percorri livremente
o campo de flores
do verde dos teus anos
e a dor da tua ausência
que só me causou danos
levou-me doidamente
ao cansaço de amores
na minha consciência.
O amor que tu negaste
mudando-me o viver
e o vazio que deixaste
no íntimo do ser
tomou-me pouco a pouco
provocando a demência
que me obriga a correr
como um cavalo louco
o tempo p'ra viver
no campo de flores
da minha existência

Existe problema pior do que o do técnico de time ruim, ele sabe que não dá pra tirar o time do campo, nem o campo do time.

Nesses fundos de estância
Miro o anoitecer no campo
A lua e os pirilampos
São candieiros na cochilha

No alto as três marias
Assistem esse debucho
Donde mateia o gaúcho
Solito Depois da lida

Por entre as fresta na quincha do rancho
A lua cheia, em visita se achega
E desenha a silhueta campeira e gaúcha
Tal qual feita os traços do berega

E o cenário se parece
Aos retrato do Berega

Por entre a fresta do rancho
A lua cheia se achega


Um catre, fogão de lenha
Candieiro e um cusco amigo
Um violão pra Paydada
Que guardo sempre comigo

Para cantar a minha pampa
A minha lida campeira
O meu pedaço de mundo
Aqui no sul da fronteira


Renato Jaguarão.

A lo largo.


Mirando o campo ao largo,
Mateia o rude peão.
Cada puxada do amargo,
Campeando com a solidão.


O tirador pendurado,
Mango, pelongo, xergão,
Freio, buçal e cabresto,
E o velho fogo de chão.


Nesses fins de invernada,
Onde até Deus esqueceu,
Mangueira, potro, a cuscada,
E a vida que lhe escolheu.


Pra esses tombos da lida
De tropa, doma, caseiro,
Peão, destino e ofício
Pra quem nasceu campeiro.


Mirou o tempo passado,
Mocidade se perdeu.
Ficou cuidando cavalos,
Campos que não eram seus.


Nesses lados de fronteira...
Versos, payada, acalantos,
Céu, estrelas e a lua,
Amadrinham pirilampos.


Donde o gaúcho mesmeia
Sonhos no seu velho catre,
Potros e quadras de campo
A cada virada de mate.


Quem nasceu ao largo,
Tal existência paisano,
Sem sobrenome, legenda,
Potro se fez orelhano.


E a descendência se finda,
Nem fez questão de passar.
Essa pobreza reinuna,
Nem freio faz sujeitar.


E assim, no mais solito,
Segue a taura vivência,
Por vezes qual um monarca
Que nasceu sem procedência.


Tendo a pampa por morada
E as cochilhas por sossego,
As encilhas como trono,
Enfurquilhado em pelego.


Nesses lados de fronteira...
Versos, payada, acalantos,
Céu, estrelas e a lua,
Amadrinham pirilampos.


Donde o gaúcho mesmeia
Sonhos no seu velho catre,
Potros e quadras de campo
A cada virada de mate.




Renato Jaguarão.