Camelos e Beija Flores Rubem Alves

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⁠Paz para todos, até para os tolos!

Inserida por Vogelfrei

⁠Imersa em vidas fakes, a maioria da humanidade já se encontra em um avançado estágio de putrefação mental, moral e espiritual.

Inserida por Vogelfrei

⁠Tal como os Dinossauros, um dia a humanidade será varrida da face do Universo e ninguém na imensidão inalcançável sentirá a sua falta.

Inserida por Vogelfrei


A humanidade se acha grande coisa. Os dinossauros eram gigantescos e bastou uma pedra para eles serem varridos da face da Terra.

-I-

Inserida por Vogelfrei

⁠Escolha seus aliados com cuidado e seus inimigos com mais cuidado ainda.

Inserida por Vogelfrei

⁠Onde a sua mente estiver, ali você estará,com tudo o que faz você ser o que é, os seus deuses e demônios, ainda que seja em algum lugar impossível e incógnito, numa dimensão incerta, na Incomensurabilidade Cósmica.

Inserida por Vogelfrei

⁠"A maioria da humanidade está podre de mente, alma e coração. Sem chance de salvação, nem com cachaça, nem com IA, nem com exploração espacial, colonização/invasão de outros mundos, nem com oração, nem com o diabo a quatro. Mas, nunca foi assim? Essa podridão?".

Inserida por Vogelfrei

⁠A Vida é um processo complexo contínuo de criação, destruição, reconstrução e ressignificação, em toda parte, em todos os Universos e mundos possíveis na Incomensurabilidade Cósmica.

Inserida por Vogelfrei

⁠A mente de toda Mulher é um mistério, mas a mente de algumas Mulheres é uma galáxia de mistérios.

Inserida por Vogelfrei

⁠Eu não preciso ser de
esquerda, nem de direita
para defender indígenas,
negros, mulheres,
minorias, trabalhadores,
doentes, necessitados.

Só preciso usar
o cérebro,
o coração
e a alma.

Inserida por Vogelfrei

⁠Não, eu não sou pessimista. Sou apenas um realista que diz: "depois não diga que eu não avisei".

Inserida por Vogelfrei

⁠A origem de toda a corrupção e hediondez humana, na sociedade fake, está no apego doentio às coisas materiais. E é esse apego doentio que levará a humanidade ao suicídio global, à extinção ou, na hipótese mais otimista possível, de volta à Idade da Pedra.

Inserida por Vogelfrei

⁠"A guerra contra a corrupção sistêmica é uma guerra tão perdida quanto a guerra às drogas".

Inserida por Vogelfrei

⁠ A cada momento vivido, nos movemos pelo tempo e para além dele. Passado, presente e futuro estão conectados assim como 'o tudo de todos entre si e ao grande todo, o Grande Cosmos'.

Inserida por Vogelfrei

⁠Salvo raríssimas exceções, o que são as escolas e as universidades, senão prisões da criatividade, campos de extermínio de talentos, masmorras da genialidade, cemitérios de mentes?

Inserida por Vogelfrei

A guerra contra a desinformação é uma guerra tão perdida quanto a guerra contra a corrupção sistêmica e a guerra às drogas.

Inserida por Vogelfrei

⁠"Um Zé Ninguém
consciente
da sua Zé Ninguemzice".

Inserida por Vogelfrei

QUERIDO PROFESSOR...


Apesar de ser pequenininho
E não entender muito das palavras,
Hoje acredito em tudo o que você me falava.


Muitas vezes me senti perdido,
Inseguro, sentindo-me a pior das criaturas.
Mas você me acolheu com sua maneira inteligente
E, ao mesmo tempo, diferente,
De dizer: confie em mim!


Palavras não traduziriam meus sentimentos,
Nem expressariam o que sinto aqui dentro por você.
Obrigado, professor, por sempre me ensinar!
Por isso — e por outras coisas — sempre irei te valorizar.

Quero aqui em alguns versos
Fazer também o meu protesto
Defender o meu nordeste
Do preconceito e da discriminação
Eu escolho o cordel
Por ser a linguagem mais fiel
Que representa o sertão


Pra ser sincero
não entendo a indignação
Dessa gente infeliz
Que não sabe o que diz
E só fica aí falando mal do nosso povo
Só porque não fomos baba ovo
De um presidente que a qualquer custo queria ganhar a eleição


Mas, felizmente, essa já não é mais a questão
O fato é que o nordeste sempre foi injustiçadooo
Taxado por muitos de atrasado
Lugar de gente sem noção


Mas contra isso eu digo é não
O povo aqui é tão sabido e politizado


quanto você que mora aí do outro lado… e fica falando mal do meu sertão.


Então, meu compadre, respeite o meu nordeste pois aqui tem sim cabra da peste


E se você duvidar
Pega aí
Os cabras retados da literatura, da arte, da cultura
E vamos aqui comparar


Duvido que tem aí
No seu lugar
Um Luís Gonzaga
Um Chico Anisio
Um Jorge Amado
Ou um José de Alencar


Vou nem seguir com
a Lista
Para não te humilhar
Nem vou falar de culinária, nem das praias
Que você costuma vir aqui frequentar


Mas se você tá acostumado
Com falsidade, hipocrisia
ou até mesmo com essa sua ideologia
Dá no pé e vai cantar
em outra freguesia
Porque caráter e honestidade por aqui a gente não negocia


Também não vou te Tratar com desdém
E pode até continuar banhando em nossas praias


que a gente não faz desfeita de seu ninguém
Você pode não valer um vintém
Mas por aqui, meu Compadre, o mal se paga é com o bem

CONDEÚBA, TERRA DO BISCOITO
Por Leandro Flores


Condeúba é conhecida,
em toda a região,
como a terra do biscoito,
feito com fé e tradição.


Ao lado de Conquista,
cidade do interior,
duas filhas da mesma terra,
símbolo de trabalho e valor.


Da mandioca em terra seca,
nasce o pão do trabalhador,
que alimenta a mesa farta,
recheada de puro sabor.


É tradição que move a história,
e adoça o paladar,
gera renda, traz sustento,
pra quem se dispõe a trabalhar.


Do vendedor na rua,
à barraca no pavilhão,
o biscoito cruzou fronteiras,
sem perder a tradição.


Hoje é marca condeubense,
razão de satisfação,
que espalha renda e orgulho
por toda a região.


De janeiro a janeiro,
a produção não pode parar,
lá vêm os festejos de junho
e o fim do ano pra animar.


Chegam logo os são-pauleiros,
com saudades e com dinheiro,
levam biscoito e lembrançinha,
pra comer o mês inteiro.


Tem xiringa e tem palito,
cozido, assado e pão de queijo,
aqui o povo chama chimango,
feito no modo sertanejo.


Igual o biscoito de polvilho,
que em outros cantos é avoador,
cada terra tem seu nome,
aqui se diz xiringa, orgulho do interior.


Na sexta tem feira boa,
com cheiro de pastel frito,
café torrado na hora,
biscoito, casadinho e palito.


Tem balaio na calçada,
prateleira de farinha,
trempe quente e fogão a lenha,
e aquele sabor gostoso
que vem da cozinha.


Tem biscoito de tapioca,
de manteiga e de fubá,
de queijo, crocante e macio,
feito pra gente degustar.


Tem redondo, anelzinho e bolinha,
comprido, torrado pra provar,
de sabor pra todo gosto,
e café coado na hora pra acompanhar.


É sabor que faz história,
gera emprego e união,
sustenta mesa e a memória,
desse povo do meu sertão.
Condeúba é terra mãe,
da fartura e do sabor,
cidade boa e acolhedora,
de um povo trabalhador.
E quem prova das suas delícias,
nunca mais esquece o gosto,
porque nelas tem a vida,
a lembrança e o rosto.
De um povo simples, feliz,
orgulhoso do que é seu,
que aprendeu a ser feliz,
com o pouco que a vida lhe deu.






Um cordel em homenagem à cidade de Condeúba Bahia (terra do biscoito)