Cada um tem de Mim Exatamente o que Cativou e
Não pare de pensar na vida como uma aventura. Você não tem nenhuma segurança, a menos que possa viver bravamente, de forma excitante, imaginativa; a menos que você possa escolher um desafio em vez de uma competência.
Gostamos de fotografias porque elas têm o poder de paralisar o tempo numa fração de segundo. Por isso, uma simples foto terá sempre o poder de nos trazer grandes recordações e de nos fazer chorar ou sorrir.
Pluralidade Humana
A pluridade humana, condição básica da acção e do discurso, tem o duplo aspecto da igualdade e diferença. Se não fossem iguais, os homens seriam incapazes de compreender-se entre si e aos seus antepassados, ou de fazer planos para o futuro e prever as necessidades das gerações vindouras. Se não fossem diferentes, se cada ser humano não diferisse de todos os que existiram, existem ou virão a existir, os homens não precisariam do discurso ou da acção para se fazerem entender. Com simples sinais e sons poderiam comunicar as suas necessidades imediatas e idênticas.
Ser diferente não equivale a ser outro - ou seja, não equivale a possuir essa curiosa qualidade de «alteridade», comum a tudo o que existe e que, para a filosofia medieval, é uma das quatro características básicas e universais que transcendem todas as qualidades particulares. A alteridade é, sem dúvida, um aspecto importante da pluralidade; é a razão pela qual todas as nossas definições são distinções e o motivo pelo qual não podemos dizer o que uma coisa é sem a distinguir de outra.
Na sua forma mais abstracta, a alteridade está apenas presente na mera multiplicação de objectos inorgânicos, ao passo que toda a vida orgânica já exibe variações e diferenças, inclusive entre indivíduos da mesma espécie. Só o homem, porém, é capaz de exprimir essa diferença e distinguir-se; só ele é capaz de se comunicar a si próprio e não apenas comunicar alguma coisa - como sede, fome, afecto, hostilidade ou medo. No homem, a alteridade, que ele tem em comum com tudo o que existe, e a distinção, que ele partilha com tudo o que vive, tornam-se singularidades e a pluralidade humana é a paradoxal pluralidade dos seres singulares.
Hannah Arendt, in 'A Condição Humana'
O perdão até axiste, mas pra quem tem humildade sulficiente pra pedi-lo e pra quem tem coragem pra aceita-lo.
A sabedoria inferior é dada pelo quanto uma pessoa sabe e a superior é dada pelo quanto ela tem consciência de que não sabe.
A pessoa que pensa positivo, é mais feliz, é mais determinada, tem uma saúde mais favorecida, e tem objetivos mais ousados!
Se alguma coisa não deu certo pra você, não jogue a culpa no amor. Ele não tem nada a ver com isso. As coisas dão certo até onde têm que dar. Se parou de funcionar, se o amor morreu sufocado ou afogado, se não tem mais jeito, o negócio é viver o luto, curtir a fossa e cuidar da vida. Fazer aula de italiano, ler vários livros, assistir filmes, jogar charme para o vizinho do andar de cima. Sem ofender o amor e os apaixonados. Porque um dia você vai amar de novo. E, desculpa o meu lado bobo, mas um dia você vai amar de novo o amor da sua vida. Envelhecer junto. Andar de bengala na praça em um domingo ensolarado e dizer um-dia-eu-ri-da-cara-do-amor.
A gente tem é que sentir arrepios na vida. Aquela coisinha boa dizendo que você está no caminho certo, que é aquilo mesmo e as coisas estão fluindo. Pobre de quem não sente arrepios e não comemora em silêncio consigo mesmo enquanto tudo se encaminha. Pode ser uma arrepio de amor, realização, surpresa, expectativa, não interessa. Arrepios são um aviso: estamos vivos! E prontinhos para sentirmos e sermos felizes. Arrepios, daqueles que levantam todos os nossos pelos, são a maior demonstração de como o nosso coração gosta de sorrir.
Tem gente que subestima o amor. Acha que pode ir e seguir deixando-o para trás. Que o tempo fará o seu papel e cumprirá a sentença do fim. Que termina e não volta, mesmo com o coração pedindo pra voltar. Que prefere morrer de saudade, a morrer de amor.
Só que o orgulho e a vontade não ocupam o mesmo lugar. Um só vence a batalha interna no coração da gente. Beijam-se outras bocas. Viajam pelo mundo ou através dos sonhos. Aumenta a intensidade do som e quantidade da bebida na balada. Mas a gente sempre se esbarra com a lembrança do que tem que ser da gente, né?
E a cada tombo de realidade que a gente toma, um gole de esperança desce pela nossa garganta quando concluímos que esquecer não será tão fácil como imaginávamos que fosse.
É que não há dinheiro no mundo que suborne um coração para ele esquecer uma história. O amor não se vende. Não se entrega a felicidade momentânea que sentimos ao acreditar que estamos prontos para seguir. O amor luta pela nossa felicidade, apenas isso.
Não existe casa na praia. Lanchas ou bebidas caras.
Melhor balada? Esqueça. O amor não se deixa iludir pelo excesso de coisas que fazemos para despistar os nossos maiores sentimentos.
Por isso a gente larga tudo por ele e vai até os braços onde os nossos abraços conseguem ter paz. Por isso os antigos diziam que o amor não tem preço. Por isso ele não vem com etiqueta. Muito menos encontramos nas vitrines em promoção.
Atravessamos o oceano se for preciso. Movemos céus e terras pelo amor com ainda mais intensidade do que tínhamos quando queríamos esquecer que o amor existe. E quando mais uma batalha é vencida, a torcida vibra.
Porque não é o casal que vence, sabe? É o amor que fez mais um gol no jogo da vida! E a gente consegue acreditar na sua força com mais coragem pra viver a nossa própria - até então inevitável - história de amor. #OxenteEd
Tem gente que deveria entender duas coisas: Eu não ligo pra opinião dessa pessoa e ela não faz nenhuma diferença na minha vida.
Não tem mais volta
Aprendiz de Cartola, eu falei com flores mortas
Tô conquistando o mundo
Mas toda conquista tem um sabor de derrota
A criatividade é a maior forma de rebeldia da existência. Se deseja criar, você tem que se livrar de todos os condicionamentos; do contrário, sua criatividade não passará de mera imitação, será uma simples cópia de algo.
Você consegue ser criativo somente como indivíduo, você não pode ser criativo como parte da psicologia das massas. A mentalidade coletiva não tem criatividade; seus membros levam uma vida enfadonha; eles não conhecem realmente a dança, a melodia, a alegria; são seres mecânicos.
A pessoa que pretenda ser criativa não pode seguir o mesmo caminho dos outros, uma senda excessivamente trilhada e batida. Ela tem que descobrir seu próprio caminho, tem que pesquisar nas selvas da vida. Ela tem que caminhar só; tem que ser um não-conformista com os valores da psicologia das massas, da mentalidade coletiva.
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